05. O Que é Um Pai? - Parte II

O que é um pai? Um pai, é co-criador de vida sobre a qual ele luta com uma combinação de responsabilidade pelo que produziu e a tentação subjetiva de fazer daquela vida uma extensão de si próprio. Desta forma, um pai é aquele que produz, mas não sabe como se desprender daquela vida que produziu.

Um pai é um candidato à dedicação. E com o advento de uma nova vida que é posta nos braços da mãe, há a necessidade de alimentação e de iniciar aquela vida, deixando-a livre, sem amarras.

O sucesso de um pai depende de quão bem ele faz o seu trabalho; isto é, quão bem ele se sai na vida doméstica com o filho. Mais pais falharam pelo esforço intensivo do que por negligência. Quando um pai ama subjetivamente, pode facilmente sufocar a vida que produziu.

Um pai produz, cria e vê chegar uma vida nova, pela qual repartiu a responsabilidade com Deus. Um pai é aquele que vê como os gens foram misturados na co-criação de um ser humano, e então começa a preocupar-se a respeito de sua própria contribuição para a natureza carnal dessa criança.

Um pai é aquele que produz um filho com as emoções misturadas de orgulho e condenação. Um pai sente orgulho pela extensão de si próprio, e encara a terribilidade da condenação, porque perpetuou-se, na pessoa do filho, em suas fraquezas também. Ser pai pode ser o resultado de uma expressão acidental e emocional - mas o produto tem conseqüências eternas.

Um pai é aquele que condena os pecados dos filhos, mas recusa-se a encarar o fato de que os maiores pecados são realmente os seus. O pai é ambas as coisas: é cego e vê. Ele é cego para as suas próprias faltas e negligências para com os filhos, mas percebe muito bem as falhas do filho para medir os padrões a ele impostos.

O pai é a coisa mais parecida com Deus que Ele mesmo colocou no mundo. Cada pai deveria esperar em Deus e ler a Sua Palavra para ver como o Pai Celestial criou, sustentou e amou, redimiu, desenvolveu e criou uma nova criação; e então deveria fazer o mesmo. O término da gravidez resulta na maternidade e paternidade, mas isso é somente o início. Um verdadeiro progenitor não produz apenas um feto desenvolvido; um verdadeiro progenitor produz uma pessoa desenvolvida.

Um pai é aquele que sucumbe ao orgulho da tradição quando falha na arte da criação. Depois que a criança nasce, a verdade deve ser estabelecida em sua mente, tão bem como na do pai, de que há um propósito e um plano para a sua vida.

O primeiro princípio do Reino que um pai deve compreender, é que uma criança pode ser formada e levada a seu destino mais por uma idéia de fé por parte do pai, do que por toda a contribuição da hereditariedade e do meio ambiente (2 Timóteo 3:14-17).

Um pai deve sentir a sua responsabilidade em providenciar casa, comida e roupas para o filho; tendo feito tudo isto pode ser que ele ainda tenha falhado, pois um pai é aquele que cria o místico alojamento de amor e fé, de restrição, de encorajamento, de abrir novas portas e apontar para o nascer e o por do sol, até que o filho tenha sido alojado na mística estrutura de Deus e até o tempo de Sua aparição ao mundo.

Um lar é como um deserto, que priva a criança dos favores mundanos; ele limita quantas balas e quantos doces ela come, mas a resposta não está na restrição. A resposta está no ímpeto de amor que faz a criança crescer, resistir ou coexistir com muitas outras coisas, sem perder o seu próprio desenvolvimento como pessoa trazida a esta terra pela vontade de Deus, com um destino a cumprir no Reino de Deus.

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