01. A Dupla Entrega

Todos não estão buscando as respostas para os seus problemas? Às vezes um problema é mais bem resolvido olhando-se não para o problema em si e seus efeitos, mas para as mudanças que precisam ser operadas primeiro em nós. Se uma pessoa de espírito muito forte é casada com outra extremamente sensível, ambas descobrem que tem uma certa incompatibilidade, que eles tendem a criar reações erradas umas nas outras. No entanto, elas podem amar-se. Antes de buscarem aconselhamento em relação aos seus problemas pessoais e tentarem resolvê-los, cada uma delas deveria procurar ardentemente fazer a vontade de Deus. Elas deveriam se firmar numa reta de ação dúplice que poderia tornar-se a solução para tudo que elas enfrentam na vida juntas. Que elas busquem, realmente, a Deus, e façam uma entrega de colocar o Reino de Deus em primeiro lugar, e depois, então, também façam a entrega necessária entre si.

Isso não é fácil de ser feito. Cada cônjuge tem a tendência a dizer que se o outro agisse diferentemente, eles poderiam caminhar juntos. Mas isso, claro, é uma espécie de sistema de trocas, que leva apenas a um grau de tolerância muito baixo entre si e nada mais. Eles precisam fazer mais do que apenas tentar ter uma compatibilidade e ajustamento entre si.  Eles precisam ser totalmente dedicados a viver juntos, a caminhar juntos na perfeita vontade do Senhor. Cada um irá mudar e também operar mudança no outro, ajudando-o no seu desejo de mudar, para que ambos possam fluir juntos. Mas em vez de preocupar-se com as mudanças fantásticas que precisam ser feitas nos muitos anos à frente, eles devem enfrentar cada situação na medida em que ela se apresenta, dia-a-dia, e devem preparar-se para ela. Eles precisam ter esta entrega para caminharem juntos; senão não poderão enfrentar esses anos juntos.  

“Disse, porém, Rute: Não me instes para que te deixe e me obrigue a não seguir-te; porque, aonde quer que fores, irei eu e, onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus. Onde quer que morreres, morrerei eu e aí serei sepultada; faça-me o SENHOR o que bem lhe aprouver, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti.” (Rute 1:16, 17).

 Quando um casal descobre que seus reflexos estão lentos e que a sua percepção está apenas a um passo do que é necessário para uma crise, geralmente deve-se a alguma coisa sob a superfície que está influindo neles de forma subconsciente. O fato de seu relacionamento junto não ser tudo o que deveria, cria frustração. Tudo isso pode ser solucionado quando ele estiver totalmente dedicado a vê-la viver o caminhar com Deus junto com ele, e declarar-se: “Eu me entrego totalmente a viver com você e a caminhar com Deus junto com você”. Ela lhe dirá a mesma coisa. Esta é a entrega total, seja qual for problema. E nenhum problema vai ser tão grande o bastante para influenciar a decisão deles caminharem JUNTOS. Eles não podem mais pensar em termos de uma saída, uma fuga ou alguma outra forma de resolver o problema, nem muito menos dar a desculpa: “Nós não sabemos o que vamos fazer agora!” Eles sabem! Eles devem fazer essa entrega para viverem juntos e amarem-se.

Essa decisão em si irá diminuir a pressão. Quando os problemas se agigantarem, nenhum dos dois irá pensar: “Será que este problema é grande o bastante para me fazer correr?” A vontade inconsciente de fracassar não irá mais emergir, fazendo com que algum dos dois procure, de contínuo, algum motivo grande o suficiente para fazê-lo aceitar o fracasso. Eles se recusam a aceitar qualquer fracasso no seu relacionamento, porque sabem que Deus os uniu e que eles têm um casamento aos Seus olhos. A partir daí, tudo se torna uma questão de fé, determinação e consagração: “Nós iremos nos amar e caminhar juntos. Nós seremos, um para o outro, exatamente tudo que precisamos ser”.

Claro que essa dedicação abre a porta imediatamente para a mudança. Ela também pode abrir a porta para discussões, quando eles começam a “lavar a roupa suja”, em vez de escondê-la debaixo da cama. Quando olharem para as queixas mútuas, cada um descobrira o que está aborrecendo e irritando o outro. Esta exposição, no entanto, não deve fazer com que algum dos cônjuges não se sinta amado. Em lugar disso, cada um irá sentir a determinação do outro de ser um companheiro perfeito, de amar e cuidar do outro, pretendendo nunca se desviar desse caminho de entrega. Nenhum problema será enorme o suficiente para levarem a se afastarem um do outro, uma vez feita essa entrega total - primeiro para Deus, para caminhar realmente com Ele, e depois um para o outro. Se eles não tiverem a primeira entrega, não poderão ter a segunda. As duas seguem juntas. Uma vez feita essa entrega, eles poderão levantar perguntas atrás de perguntas, mas sempre irão dizer: “Estes problemas não são grandes o bastante para me afastar de minha dedicação à minha mulher (ou a meu marido)”. Isso é amor!

Lembre-se que disseram do Senhor: “Tendo amado os Seus que estavam no mundo, amou-os até o fim”. (João 13:1).Que bênção deve ter sido os discípulos saberem que fosse lá o que tivessem feito, o Senhor estava dedicado a amá-los. Esse amor nunca falhou.

Antes de um atleta competir num acontecimento atlético - seja box, futebol ou qualquer que for a área de competição - ele pode estar tão estimulado num sentido de que os “nós” no seu estômago o deixam quase doente. Ele precisa ficar solto e relaxado, mas pronto a entesar-se numa fração de segundo, para ser o vencedor. Ai, então, ele fará o melhor dos esforços. Isto ilustra exatamente o que devemos sentir. O nosso descanso em Deus deve ser tão grade que a sua paz guarda o nosso coração e entendimento em Cristo Jesus (Filipenses 4:7). Mas, no momento de aplicação e ação, somos capazes de exibir com fé o melhor dos esforços.

Isto também é necessário no relacionamento matrimonial. Marido e mulher precisam ver que juntos são parceiros de um time. Eles precisam cooperar como um. Não pode haver nenhuma outra consideração nas suas mentes. Se um casal não fez essa entrega mutua e total, quando se casou, deve fazê-la agora: “Eu me entrego totalmente, com tudo que há em mim, a caminhar com você, a ser UM com você”. Quando cada um diz isso ao outro, é mais do que uma questão de cada um dar a si mesmo. Nessa entrega total, cada um também abre a própria vida para que o outro seja parte dela. Eles não excluem um ao outro em nada.

Este procedimento envolve uma seqüência de vários passos. Primeiramente eles determinam a amar-se e evitar ter qualquer muro entre si. Eles isolam as irritações ou problemas e dificuldades; no entanto, um a um, eles rodeiam esses problemas durante sete dias e os derrubam. Um a um, cada um irá ajudar o outro a descobrir a solução para as coisas que o aborrecem. Não que nós esperemos que eles sempre concordem totalmente. Eles têm uma diferença básica que, para começar, já são duas rasteiras neles – o fato de serem de sexos opostos. Os modos de pensar de cada um, as reações às coisas, as fontes de segurança, as áreas de agressividade são completamente além da compreensão do outro. Por exemplo, um homem não pode nunca conhecer realmente o instinto de aninhamento de uma mulher, a sua necessidade de um lar. Ela necessita um ninho; ela necessita segurança (Cantares 2:3, 4).

Todo marido e mulher devem fazer dessa passagem a sua dedicação um ao outro:“Aonde quer que fores, irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei eu, Onde quer que morreres, morrerei eu” (Rute 1:16-17). Aconteça o que acontecer, eles vão calar-se. Eles precisam reconhecer que há coisas em relação um ao outro que não irão compreender; assim sendo não devem tentar resolver cada detalhe como se estivesse observando-o sob um microscópio. No entanto, cada um deve fazer o máximo possível para enxergar-se na posição que o outro o enxerga e empenhar-se para fluírem juntos. Ambos precisam desejar ver suas duas vidas fluindo maravilhosamente juntas, apesar de um ser um pouquinho diferente do outro. Se houver uma quantidade significativa de diferenças nas suas reações e respostas, eles podem isolá-las pelo momento. Ao mesmo tempo eles estão dedicados a caminharem juntos sem muros entre si. Assim sendo, os outros problemas tenderão a endireitar-se. Na verdade, isso irá provavelmente resolver cinqüenta por cento dos seus problemas. Os problemas têm uma tendência a agigantar-se muito até haver uma dedicação maior que os problemas.

O que acontece quando uma jovem se casa? Suponha que ela tenha sido criada num lar confortável onde os pais cuidavam de todas as suas necessidades: roupas, carro despesas de colégio e faculdade. Ela experimentou poucas ou nenhuma dificuldade. De repente ela apaixonou-se e casa-se com idéias românticas de que não haverá nenhum problema a enfrentar. Na verdade seus problemas estão apenas começando. Quando morava na casa dos pais, papai fazia os pagamentos do carro e lhe dava uma mesada. Mamãe provavelmente cuidava de lavar suas roupas e preparava suas refeições. Agora, de repente, é ela quem prepara as refeições e cuida de lavar as roupas. É ela quem se preocupa com o pagamento das contas.

Essa menina tem que se ajustar a um novo estilo de vida. Seu pai pode ter sido um homem bem sucedido, enquanto que o seu marido está apenas começando com uma renda bem magra. Apesar dele não poder ser culpado por isso, podemos ver como isso pode criar um problema. Só uma coisa irá ajudar a reduzir esses problemas aos olhos dela – o fato de que ela ama o seu marido o bastante para entregar-se a viver com ele. Quando estiverem totalmente entregues um ao outro, nada irá agigantar-se a ponto de tornar-se grande demais para ser cuidado. Quando cada um puder dizer: “Senhor, estou cem por cento entregue a Ti”, então também poderão dizer um ao outro: “Estou cem por cento entregue a você”. Qualquer outra entrega só será distração. Como o Senhor os tornou um, a entrega deles a se ajudarem a fazer a vontade de Deus JUNTOS está diretamente ligada e é feita do mesmo tecido que a dedicação deles ao Senhor.

Marido e mulher devem eliminar o conflito que Satanás traz para dividí-los. O diabo vai tentar dizer ao marido: ”Se você quer caminhar com Deus, vai ter que deixá-la”. Ele também diz à mulher: ”Você não pode caminhar com Deus e continuar tendo esses problemas em casa; por isso alguém vai ter que ir embora”. Isso é mentira! Os problemas se reduzirão ao tamanho certo para serem tratados, quando há a entrega unida do casal a Deus, assim como a entrega de um ao outro for conscientizada. Nada pode romper essa combinação, porque é a unidade que Deus está procurando. Todas as soluções, toda a glória, todas as bênçãos provem da unidade, e não da divisão. Quando houver um impulsionamento e um alvo comum, eles poderão chegar à posição onde, em vez de discussão, há debate: ”Como é que vamos resolver este problema? O que é que vamos fazer depois?” Ele diz: “Eu estou com um problema; como é que NÓS vamos resolvê-lo?” Ela pergunta: “Como é que NÓS vamos resolver o meu problema?”Quando eles têm a entrega, eles debatem e atacam juntos os problemas, em vez de ficarem discutindo e acusando-se.

Quando o marido e a mulher são de passados e temperamentos diferentes, há uma tendência à discordância e à discussão. Deixe-me sugerir uma atitude que ajudará a produzir harmonia no relacionamento como esse. Eles devem fazer um acordo em que tenham a liberdade de chegar ao outro, quando vier alguma coisa que ofendam a outra pessoa. Que eles firmem o coração a não se defenderem, mas a se humilharem e a aceitarem a acusação dizendo: “Vamos nos ajoelhar, e agora você ore por mim, que o Senhor me perdoe e me ajude nesse problema”. O que fez a acusação sabe que terá que orar pelo outro. E o acusado sabe que não pode ficar na defensiva. Eles concordam em atacar juntos os problemas, recusando permitir que qualquer encontro seja uma discussão, matéria de acusação ou alto-justificação, dizendo: ”Ore por mim. Ajude-me a ver e a mudar”.

Quando vocês estiverem dedicados a caminharem juntos e a resolver seus problemas juntos, no Senhor, em vez de fazer deles uma questão, sua abordagem será de unidade, não de divisão. Isto não é uma resposta para qualquer problema específico que vocês possam enfrentar. No entanto, contém a solução para todos os problemas. Nenhum problema pode chegar a ficar tão grande, a ponto de ser um fator mortal na sua vida, se vocês tiverem essa unidade. A derrota só pode acontecer, quando o problema, ou o inimigo, ou a arma que ele lhes lança é de amplitude suficiente para derrubá-los. Mas no minuto em que vocês fazem essa dedicação para dirigirem suas vidas juntas como um, vocês já reduziram as armas, e daí em diante podem resolver qualquer problema por si mesmos.

Orem e busquem juntos ao Senhor. Com muita honestidade digam um ao outro: “Eu me entrego ao Senhor e estou totalmente entregue a você – para viver e ser um com você”. Provavelmente haverá vezes quando essa promessa será desafiada. Mas se vocês estiverem realmente falando sério, ficarão surpresos de ver quanta força vocês têm, nesta unidade. Isto abre a porta para que vocês estejam prontos, quando chegar o tempo de entrarem no seu ministério. Quando há conflito nas suas entregas, é difícil tomar decisões, pois aí se fica sempre num vai e vem contínuo.

O que conta é a qualidade do que vocês fazem, muito mais do que a quantidade. Quando o marido sai para orar por muitas horas, enquanto a mulher fica em casa cuidado da casa e da família, ele pode não ser muito eficaz. Mas se ele fosse trabalhar COM ela, talvez vestindo as crianças, e depois os dois participarem juntos de um período curto de intercessão, totalmente entregues, eles seriam muito eficazes. Quando ambos estão totalmente dedicados um ao outro, ele se recusa a sair e “deixá-la no batente”, ela se recusa ficar para trás. Quando um ultrapassa o outro, cria-se uma brecha sempre crescente entre eles, e em pouco tempo essa brecha não pode mais ser transportada. Em vez de ele voltar ao lugar onde ela se encontra espiritualmente, ele deve estar numa dedicação para trazê-la para cima onde ele está, para que possam caminhar lado a lado.

Eles podem ocasionalmente perder um culto. Mas continuarão sendo eficazes se, quando vierem ao culto, participarem agressivamente como uma unidade, sentindo a sua unidade. Quando há unidade, a qualidade da fé é bem maior do que quando há falta de unidade. Nesse caso o princípio da ação cinergética entre os dois torna-se operante, e ambos rompem.

 

Marido e mulher não devem pensar no seu relacionamento como um jugo opressivo ao qual devem submeter-se sem saber o que fazer. Como eles têm um amor profundo um pelo outro, não há razão suficiente para um abandonar o outro. Ainda assim eles podem não saber o que fazer com respeito à sua situação, se sentem que estão incompativelmente ligados. Eles não devem ter essa atitude. Eles não devem esperar sempre ter um julgo comum; devem procurar ter uma vida comum. Eles não estão sob julgo um com o outro; eles vão ser um. Esta deve ser a resposta deles a tudo: “Nós vamos ser um!” Finalmente eles serão de tal forma um, que poderão quase que ler os pensamentos um do outro, e simplesmente ficar em concordância em relação a uma situação".

É por isto que todo casal deve lutar para caminhar inteiramente como um. Assim, quando oram por alguma coisa, ela acontece (Mateus 18:19). Ela não é anulada por confusão e profundos fatores subjacentes que mordiscam sua fé. Quando um casal fizer essa entrega, eles verão que seu caminhar juntos será dez vezes melhor. Isto não quer dizer que todos os seus problemas serão solucionados, mas eles sabem que eventualmente eles serão. No tempo devido eles serão capazes de vencê-los.

O alvo que Cristo teve por Sua Noiva, a Igreja, é o mesmo que um marido deve ter por sua mulher (Efésios 5:22-33). Qualquer submissão que a Igreja presta a Jesus Cristo e qualquer submissão que Cristo exige da Igreja, não é com o objetivo de reprimi-la, mas de levantar a Igreja ao ponto onde Ela se assentará no trono com Ele e reinará com Ele. Eles devem ser co-herdeiros, governando e reinando com Cristo (Romanos 8:17) é isso que Deus tinha em mente.

Seja qual for a área que o marido deva tomar liderança, ele não deve reprimir a família ou a mulher dizendo: ”Eu vou controlar você, e você precisa submeter-se!” Em lugar disso, ele precisa ficar continuamente buscando o lugar onde eles permanecerão lado a lado, em tanta unidade entre si, que um falará as coisas que Cristo está dizendo ao outro.

Vamos nos livrar dessa idéia de que espiritualmente há dois níveis de pessoas – macho e fêmea (Gálatas 3:26-28). Nós somos todos herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo. Se sofrermos com Ele, reinaremos com Ele (Romanos 8:17). O alvo é trazer a Igreja a essa autoridade. Mas a Igreja precisa estar em submissão humilde, tão dedicada quanto Cristo foi dedicado à Igreja. Ele amou a noiva e deu-Se por ela para que pudesse apresentá-la a si mesmo sem mácula nem ruga (Efésios 5:26-27). Ele dedicou-Se e entregou-Se desinteressadamente à Igreja por causa do que Ela seria. Nós precisamos ter essa mesma dedicação e entrega desinteressada a Cristo – para sermos o que Ele deseja que sejamos e para que Ele seja para nós o que deseja ser.

No casamento, marido e mulher devem ter uma dupla entrega – a Deus e um ao outro, da mesma forma como Cristo entregou-Se à Igreja; Ele deu-Se por Ela. Ele e a Igreja precisam terminar governando e reinando juntos. Tudo termina bem, porque a entrega e a dedicação estão certas.

Neste ínterim, nós vamos à Igreja e tratamos da vontade do Senhor. Nós perguntamos: ”Qual é a Palavra do Senhor? Como é que vamos cumpri-la? O que é que o Espírito está dizendo para fazermos?” Nós podemos não concordar sempre em tudo, mas não somos contenciosos (1 Coríntios 11:16). Enquanto conservamos nossos corações abertos, nós mudamos. Pouco a pouco somos moldados em um, na igreja. Sabemos que uma Igreja será eficaz, quando a Palavra tiver trazido uma unidade entre os seus membros. Da mesma forma, a unidade será criada entre marido e mulher e eles se moverão juntos e com eficácia, quando atenderem a esse conselho dado aqui. Este conselho fará com que eles fluam juntos, com que façam uma entrega para trabalharem juntos. É a Palavra que nos torna um. Esta Palavra dada aqui irá criar unidade nos relacionamentos matrimoniais. Para muitos ela criará mais unidade do que tem existido entre eles por muitos meses.

A vontade de Deus não é uma questão de tomar as decisões certas. A vontade de Deus é um estado de coração. Você não encontra a vontade de Deus indo a alguém que o aconselhe com grandes detalhes: “Este é o passo que você deve dar agora, em dezembro próximo você fará essa outra coisa”. Você não encontra a vontade de Deus tomando sempre as decisões certas com respeito às suas ações, mas sim, tendo um espírito reto. Parece que, então, as decisões certas vêm logo a seguir. É difícil cometer um erro de mais destaque, quando seu coração está realmente dedicado e entregue a fazer a vontade de Deus.

Um casamento não irá fracassar, se houver essa dupla entrega – ao Senhor e um ao outro. Embora ela, na verdade, não resolva nenhum problema especifico, é a resposta final para todo problema. Quando marido e mulher estão caminhando juntos, qualquer coisa pode ser solucionada sem discussões e sem que qualquer um dos dois tenha que se defender. Uma vez que eles confiem na sua entrega mútua como sendo total e absoluta, eles não irão mais ouvir com desconfiança o que o outro diz, pois não sentirão que há hostilidade ou que o outro está tentado fazer-lhe mal.

Na esfera do espírito você pode ser ferido, quando se acha vulnerável. Suas defesas são derrubadas quando você aceita a atitude de que o seu cônjuge está com antagonismo e pode feri-lo. Quando você sente que ele está atacando-o, que ele não se importa muito com seu bem-estar, então isso esta realmente acontecendo.

Estes aconselhamentos contêm a sabedoria de Deus. Ele solucionará os problemas em muitos casamentos onde não há nenhuma verdadeira hostilidade em relação a servir a Deus, mas apenas um conflito de interesses à direção que parece ter sido tomada.

Palavra Vivente

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