01. Compositores Milagrosos

Quero trazer algumas notas, algo que eu sei que é bastante visionário e um pouco difícil para que as pessoas compreendam. Eu ouvi os cânticos, a nossa música, e eu sei o que estamos fazendo. Quero dizer que estamos recusando a morte na nossa música; estamos recusando a nos relacionar na música com um tipo de sentimentalismo religioso. Mas, por outro lado, à medida que nós avançamos, nem sempre sabemos o que fazer com relação à nossa música.

Eu estive em Fresno (EUA) a semana passada e, tivemos provavelmente, uma das maiores visões e revelações do que Deus tem nos dado com relação à música, com relação à música do futuro; é algo que vocês precisam entender.

Nós não temos a música que nós costumávamos ter, e alguns vão dizer: “Que maravilhoso, que bom!”, e outros vão dizer: “Que terrível”. A música que nós temos hoje não será a música do futuro, e para isso também algumas pessoas irão dizer: “Maravilhoso!”, enquanto outras dirão: “Terrível!”.

Nós estamos passando por um processo de desarraigar as coisas, e mais cedo ou mais tarde, uma coisa da qual você pode estar certo é que essa música e essa revelação irão atingir áreas em que as suas reações à música, ou as suas reações aos tipos favoritos de música serão ameaçadas, desafiadas. Porque, nós não estamos mais em um vácuo, mas em um período em que o Senhor toma o todo e começa a separar todas as coisas que já foram.

Deixe-me explicar isto a vocês para que compreendam:

No início do livro de Daniel, no cap.2, vemos a revelação ao rei Nabucodonosor com relação à grande estátua (Dn. 2:31-35); aquela estátua era feita de ouro, prata, bronze e ferro, representando sempre as culturas da civilização ocidental.

Nós recebemos bastante influência da civilização ocidental, e então, nos dias de hoje ainda falamos sobre a Babilônia, e usamos palavras do grego como, por exemplo,parusia; falamos sobre a Grécia, Roma, e todas as coisas civilizações que vieram, as culturas européias que vieram de Roma.

Os dez dedos da estátua são, na verdade, as dez nações que se originaram e começaram a se expandir em todo o mundo. Muitos profetas profetizaram sobre esta visão, mas o que realmente importa nela é que havia uma pedra que foi cortada da montanha sem o auxílio de mãos e feriu a grande estátua nos pés (vss. 34 e 35). Então você diz: “Está certo, isso significa que o Reino de Deus virá; porque a pedra começou a se expandir e atingiu o mundo todo”. Está certo, é o Reino de Deus. Mas nós queremos o Reino de Deus, e O abraçamos de todo o nosso coração; mas há algo que vocês precisam compreender com relação a isto:

Primeiro, o Reino tem que atingir os dedos, e então, a imagem toda irá cair ao chão, será esmiuçada e levada pelo vento; e isto significa que tudo o que você já ouviu falar das culturas que nós herdamos, estão destinadas a serem esmiuçadas e a desaparecerem. O Reino de Deus não será uma versão da civilização grega ou romana, ou babilônica, não será. Será algo único em si mesmo, algo tremendamente poderoso.

Nós não sabemos o que a música é ainda, porque acho que estamos sob algum tipo de opressão que tem limitado a expressão da música. Às vezes, uma nova revelação vem, e nós rompemos para um novo nível nos nossos conceitos e apreciação da música. Mas haverá um dia, como Jó fala: nos primeiros dias da criação, os cânticos de Deus eram entoados na manhã e a Terra era cheia da música, dos cânticos de adoração ao Senhor. Havia vibrações e ondas que até mesmo os astrônomos estão curiosos a respeito, estão interessados.

Eu sei que nesse momento, essa música está em desarmonia (Rm 8:20-23), mas em algum tempo no passado, havia uma harmonia tremenda de vibração e de música que cobria, ou que preenchia todo o universo. Estas músicas, estas canções, estiveram presentes em alguns momentos na história do mundo, sob uma grande unção. Homens de Deus atingiram um nível muito alto de unção, como nos cânticos que foram cantados em Israel, e os cânticos de Davi.

Davi podia cantar de uma maneira tão ungida com sua pequena harpa, que ele desencadeava forças espirituais, que eram capazes de mudar toda a atmosfera espiritual. E, o rei Saul, atormentado por loucura e por espíritos demoníacos, sentia-se aliviado, os espíritos demoníacos fugiam, se afastavam dele, e ele sempre chamava a Davi para tocar, para que os espíritos fossem afastados dele. (1 Sm 16:14-23).

Nós ouvimos muito sobre os instrumentos musicais que Davi, Salomão e ou outros criaram naquela época; algumas vezes eles tiveram que criar novos instrumentos, e era uma coisa tremenda (1Cr 23:5; 2Cr 7:6). Havia músicos, como os filhos de Asafe, e através das gerações, todo povo procurava pelos descendentes desses músicos, por causa das músicas que eles eram capazes de cantar. Aquelas canções permaneceram porque eram muito ungidas. E, mesmo quando os filhos de Israel foram levados cativos à babilônia, nós lemos que eles tomavam suas harpas e cantavam ao Senhor. Essas pessoas eram tão ungidas, tão movidas de unção e de poder, que as pessoas perguntavam: como eles podiam cantar cânticos de Sião na Babilônia? Como podiam fazer isso? Eles podiam. Mas chegou um tempo em que a música se foi, e por causa da desobediência deles, eles perderam aquela música (Sl 137).

Há momentos no Antigo Testamento em que você pode ver a força tremenda quando um profeta é chamado para profetizar, e eles diziam: “Traga um menestrel, um harpista, alguém que possa cantar esses cânticos” (2 Rs 3:11-15). E aqueles homens cantavam a música, e traziam uma revelação profética que era incomparável naquele dia. Mesmo nos dias em que a revelação não podia estar presente por causa da desobediência do povo, mesmo naqueles dias, os filhos de Deus podiam cantar aqueles cânticos ungidos.

Nós podemos falar sobre esse assunto por um longo tempo, mas essa é a visão que o Senhor colocou no meu coração. E, por isso que estou dizendo que estamos buscando a adoração. Nós estamos buscando um rompimento. É por isso que nós vamos criar um pequeno estúdio de gravação aqui no prédio, porque nós estamos dedicados e preocupados em encontrar os sons. Eu não me importo se isso demore anos, mas nós vamos encontrar os sons. Deus irá nos guiar, e nós iremos romper nisso. E isso é um sonho, uma visão que virá à luz. Não se sinta desencorajado por causa de alguns problemas no meio do caminho. Nós sabemos que vamos romper em algo; em qualquer um desses dias, de acordo com os profetas do Antigo Testamento, e através da palavra que tem vindo na revelação, aquela música será cantada novamente.

Quem sabe me dizer o que era a canção de Moisés? No livro de Apocalipse diz que o cântico de Moisés será cantado novamente (Ap.15:2-4). Que libertação tremenda veio enquanto eles cantavam às margens do mar vermelho (Êx.15:1-21). Miriã e as mulheres, com seus tamborins. Deve ter sido uma coisa fantástica o que eles foram capazes de fazer com aquele cântico.

No Novo Testamento, nós encontramos, também, exemplos disso. Por que no Novo Testamento as pessoas estavam tão dedicadas e preocupadas em cantarem e encontrarem esses cânticos em adoração ao Senhor? Os nossos cânticos, nas nossas reuniões, estão tão longe do que eles tinham no Novo Testamento, que seria surpreendente que nós tivéssemos nas nossas reuniões o efeito que aquele povo tinha na Igreja do Novo Testamento. Nós podemos nos levantar e exortar livremente, mas Paulo podia permanecer com uma firmeza e ele não falava uma só palavra sem aquela tremenda unção. E ele dizia que não desejava que a fé do povo estivesse baseada na sabedoria do homem, mas somente naquilo que havia se tornado uma revelação e uma realidade para os seus corações. Ele queria que a fé do povo permanecesse através da demonstração do poder do Espírito, e isso também é verdade com relação aos cânticos.

A palavra diz: “Enchei-vos do espírito, falando entre vós com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando ao Senhor nos seus corações, entoando cânticos ao Senhor” (Ef 5:18b-19). Está certo, talvez não tenhamos isso ainda, mas vamos avançar, vamos continuar nos movendo. Nós vamos ter isso!

Há alguns homens, como o apóstolo Paulo, que devem ter experimentado esse cântico. Eu não sei se Paulo era um bom cantor, se tinha boa voz ou não, e na verdade, acho que isso não é o que importa, mas a questão é, na verdade, uma unção. E para falar a verdade, eu me pergunto: quantos dos artistas da atualidade no mundo são bons cantores? Talvez eu não entenda muito de música, mas eles não parecem tão bons para mim. Precisa haver algo mais. O mundo ainda não percebeu, mas ele está cheio, hoje, com algo que está perdido. Até o próprio mundo está perdendo a sua cultura. E, todas as vezes que nós pregamos uma palavra do Reino, o mundo se torna mais cheio de desalento. Há um grande vácuo.

Eu creio que nós somos a última geração, porque a palavra está vindo à luz mesmo que nós não estejamos profetizando exatamente isso. É o Reino, é a pedra que está esmiuçando e transformando a estátua em pó.

No mundo, hoje, há uma grande falta de talento e habilidade para produzir alguma coisa boa, criativa realmente. E é interessante que isso aconteça, porque nós nunca fomos capazes de produzir eletronicamente melhores reproduções de sons do que somos capazes nesses dias. A cada ano que passa, há descobertas fenomenais na área dos sons e do que se pode fazer tecnologicamente com os sons. Certo?

Então, o que nós temos visto? Temos visto alguns homens gravando músicas, que estão fora da realidade, estão dopados, parece que estão no espaço; e eles é que produzem a música. Vocês estão me ouvindo? Esses homens que são apenas uma fração do mundo é que estão produzindo a música para o resto do mundo. Mas essa é a música que é o pó que será esmagado, e eu creio que não resta nada no mundo. Eles estão com uma falta de talento, e esperando algo mais positivo vir. Vocês sabiam disso?

Pegue tudo o que foi escrito nessas últimas gerações e você vai ver. É coisa que só serve para jogar fora. Sabe o que estou dizendo? Não sou muito bom em música, mas Deus tem algo mais para nós, algo real, algo que Ele quer trazer à luz; e nós temos que orar para que isso venha à luz. Nós temos que jejuar para que isso aconteça.

Nós podemos entrar em uma posição em que tomamos a nosso amargura e as idéias pré-concebidas nos nossos corações e trazer isso para as reuniões, e começarmos a dizer: eu não gosto dessa música country, nem de rock, e não gostam desse ou daquele outro tipo de música. Acho que temos que ser muito cuidadosos com relação a isso. Porque em algum lugar, de alguma forma, mesmo no meio desses tipos de música, todos estão tentando fazer o que podem para se estender e clamar a Deus, e ver no meio disso tudo, Deus trazer uma revelação, e um novo fluir criativo, será maravilhoso.

Eu tenho sempre insistido com vocês. Eu quero encorajar vocês. Não fiquem presos a alguma coisa que irá passar. Abra o seu coração para alguma coisa grande que virá à luz. Você pode dizer: “Ah, música é música, é tudo igual; os músicos são todos iguais.” Mas, deixe-me dizer algo: E com relação a Paulo e Silas na prisão? Quando à meia-noite eles estavam cantando cânticos de adoração ao Senhor, era algo que transcendia a dor dos açoites que eles receberam durante o dia, algo que ultrapassava e transcendia tudo, todo o sofrimento (At 16:25, 26). Eu não sei se foram os anjos, se eram tons angelicais, eu não sei o que aconteceu, mas sei que um terremoto começou a balançar tudo, aquelas celas, e os homens foram livres, e o carcereiro se converteu, e uma Igreja se iniciou. E então vimos vir à luz aquelas epístolas doces na Bíblia, que são as epístolas aos Filipenses. Vemos a generosidade daquele povo, o amor, a capacidade que eles tinham de estarem sempre em sintonia com a companhia apostólica. Tudo que é real para nós hoje, podemos encontrar no livro de Filipenses, na descrição do ministério de Timóteo, no gozo, no regozijo, e na capacidade de transcender todas as circunstâncias, e romper numa plenitude, numa coisa completa, na riqueza tanto financeira quanto espiritual, de todas as maneiras, tudo estava ali. E Deus, sempre com a promessa de que Ele supriria todas as necessidades de acordo com a Sua riqueza, e de acordo com a Sua glória. E foi assim que a Igreja nasceu; porque eles começaram a cantar. E esse cântico vai vir à luz novamente.

Se você não acredita em mim, abra no livro de Apocalipse. Você vê os cânticos em Apocalipse, das criaturas celestiais e dos redimidos do Senhor, cantando um cântico que rompe, um cântico criativo, que é poderoso. Eu quero ver isso acontecer, eu tenho urgência em ver isso acontecer, e eu quero escrever um livro sobre isso. Quero escrever um livro, para que quando vocês começarem a estudar esse livro, vocês comecem a buscar o Senhor, e perguntar a Ele: o que virá na música do Reino? Pode ter certeza de que é algo que nós não temos ainda, e mesmo que nós tenhamos já alguma coisa, uma expressão completa e inteira virá à luz.

Nós já caminhamos muito, nós nos movemos. Não estamos mais na Babilônia, e onde estamos? Eu não sei, mas nós vamos nos estender para adorar ao Senhor. Amém? Se estender para adorar ao Senhor. Vamos clamar, vamos fazer isso. Vamos conclamar o povo para uma unidade, para termos uma fé nessa palavra apostólica, para que nós nos reunamos e estejamos juntos para buscarmos a face do Senhor, até que possamos romper. Vamos avançar, vamos continuar, e nós vamos encontrar as respostas.

Parar em qualquer ponto particular do caminho para avaliar a si mesmo, pode significar a morte para você. Você pode dirigir à noite de Fresno para cá, onde há caminhões na rodovia, ônibus, e tudo mais, e supõe que você diga: “Onde eu estou?” Então você está dirigindo, e de repente você para no meio da rodovia para pegar o mapa e olhar. Você nunca chegaria a lugar nenhum. É uma coisa perigosa parar. Você crê nisso? Isso está certo? É uma coisa perigosa parar. Ah, mas eu tenho que avaliar onde estou! Não faça isso. Só pare para perguntar: eu estou me movendo? Ah, mas eu quero parar e olhar as circunstâncias. Isso não é bom. Você deve se mover tão rapidamente, que as circunstâncias nem serão percebidas. Você não irá prestar atenção às circunstâncias.

Você pode chegar a algum lugar em que comece a se sentir oprimido e perseguido, comece a se tornar amargurado, e você se torna crítico. Mas eu nunca vi uma pessoa amargurada receber um revelação em toda minha vida, eu nunca vi. Elas podem raciocinar bastante, e nenhuma conclusão de todo esse raciocínio irá levar essa pessoa a Deus. E o que acontecerá é que essa pessoa ficará muito consciente da posição dela em Deus, e dificilmente ela irá se convencer de que ela tem um pouco de Deus. Porque a razão, o raciocinar não faz você romper. A revelação é que faz você romper. E a amargura bloqueia a revelação; ela pára os fluidos de revelação. O criticismo faz parar a revelação. Chegue a uma posição em que você para e diz diante de Deus: “Deus, eu me recuso a ser amargurado; eu serei uma pessoa de um coração quebrantado diante de Ti.”

Na América nós tivemos alguns tempos de um certo tipo de música criativa, algo distintivamente americano, num certo sentido; coisas diferentes acontecendo, como o jazz, que foi uma criação americana. E, quando você começa a examinar as raízes desses tipos de músicas, como o jazz por exemplo, percebe alguma coisa. Eu assisti uma vez um documentário a respeito, que me impressionou. Foi realizada uma pesquisa com relação à fundação, e à maneira como surgiram esses tipos de música, e os primeiros toques, o espírito contido nele. Em New Orleans foi a cidade onde realmente começou a surgir, e eu comecei a ouvir essa música, e sabe que comecei a perceber alguma coisa nisso. Eu podia ouvir o espírito quebrantado dos negros clamando, cantando a Deus. Mais tarde, acho que nos anos 50 ou 60, eles deixaram aquele clamor e começaram um protesto. Mas, agora estamos vendo esse clamor vir novamente.

Eu quero dizer a vocês o que irá acontecer. Seja branco, seja negro, haverá um coração quebrantado diante de Deus. Um espírito prostrado diante de Deus, que o adora e vai ser algo mais do que um som majestoso. Será algo do espírito, algo que diz em seu coração: eu vou amar a Deus, eu vou adorá-Lo, e Ele virá à luz nessa geração para ser o Rei, e nós estaremos diante dele cantando com espírito quebrantadoHaverá essa humildade, não haverá nenhum tipo de exaltação pessoal. Esse som virá juntamente com a libertação do Senhor para nós, a libertação dos perigos da Babilônia, até que nos assentemos no trono com Ele, e haverá esse espírito quebrantado até que isso aconteça. Esse espírito quebrantado virá na adoração ao Senhor. Estão me ouvindo? Há algo vindo à luz.

Eu gostaria que nós parássemos agora nessa reunião. Eu sei que nós temos tanta coisa pra fazer, mas seria tão bom se nós pudéssemos dizer: eu quero ter isso, eu quero andar nisso. Eu quero ouvir esse cântico nos meus dias. Eu quero ouvir essa música. Quero ver os profetas de Deus vindo à luz. Amém! Eu quero ver esse rompimento vir no nome do Senhor, amém?

Oração: Senhor, nós clamamos em fé e cremos pelo próximo nível. Vamos ficar de pé. Senhor, nós nos movemos nessa visão que o Você está trazendo hoje. Nós nos apropriamos de fé; porque o Senhor trouxe a chave que destranca as portas, e nós entramos e começamos a nos mover, entramos em ação, e este é o dia da libertação. Os seus profetas estão clamando para que o Seu Reino venha; a natureza, a criação está clamando para que esses filhos venham à luz. Nós nos movemos em direção a isto em fé, e nós profetizamos, em nome do Senhor, a libertação que trará à luz o próximo passo. Nós nos movemos em direção a Ele no nome do Senhor. Amém!

“Olhei, e eis o Cordeiro em pé sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil tendo nas frontes escrito o seu nome e o nome de seu Pai. Ouvi uma voz do céu como voz de muitas águas, como voz de grande trovão; também a voz que ouvi era como de harpistas quando tangem as suas harpas. Entoavam novo cântico diante do trono, diante dos quatro seres viventes, e dos anciãos. E ninguém pôde aprender o cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil que foram comprados da terra. São estes os que não se macularem com mulheres, porque são castos. São eles os seguidores do Cordeiro por onde quer que vá. São os que foram redimidos dentre os homens, primícias para Deus e para o Cordeiro; e não se achou mentira na sua boca; não têm mácula.” (Ap.14:1-5). Senhor, traga isto à luz, Amém!

E esse cântico é algo que não poderá haver plágio; eles não poderão roubar essa música porque não poderão cantá-la, não poderão nem mesmo aprendê-la. É uma coisa do Espírito que traz à luz. Senhor, nós cremos por isso. É algo que ainda não temos, mas que terá que vir à luz. Nós clamamos por isso hoje. Não seria maravilhoso se vocês pudessem começar a ouvir isso quando entrassem na Casa do Senhor? Vocês querem isso?

A música não deve ser uma controvérsia, mas algo que nos leve a dar passos adiante, e eu tenho fé para entrar. Olha, nós estamos em uma transição, e eu tenho dito isto sempre a vocês, e quero perguntar: vocês têm fé para crer que nós vamos entrar? Eu não conheço um só movimento, em todo mundo, que as pessoas se submetam a transformações tão radicais quanto nós temos nos submetido; e isso é criativo, é algo que tem vindo realmente à realidade. Este é o verdadeiro espírito da ciência, é o verdadeiro espírito da profecia, é o verdadeiro espírito da revelação.

Que nós estejamos desejosos em deixar Deus criar, e avançar no caminho, e atingir o futuro. Isso não significa desprezar o passado, mas nós sabemos que os melhores livros ainda não foram escritos; mas eles podem vir à luz nessa geração. E, quando eles vierem à luz, nós ainda diremos: O melhor ainda virá. Os melhores cânticos ainda virão, os melhores sermões, a melhor compreensão, a melhor revelação, mais profunda, e o caminho da justiça brilhará mais e mais até o dia perfeito. Amém? Esse é o espírito, e que o Senhor nos abençoe.

Nós podemos selar esta palavra agora. O Senhor trouxe uma visão fantástica hoje.

E agora, o que vocês estão com vontade de fazer? Estão com vontade de abandonar o órgão? E as guitarras? Que tal deixarmos tudo isso? Eu não ficaria surpreso, se nós, de repente, tomássemos uma decisão assim. Eu não ficaria surpreso se nós deixássemos as baterias e os instrumentos, porque estamos entrando em algo novo, e um rompimento está vindo à luz; e nós estamos começando a quebrar os laços.

Eu não sei ainda o que isso vai significar, mas quero dizer uma coisa. Todas as vezes que um instrumento dirige a adoração, está errado. Porque a adoração deve iniciar basicamente do coração do homem (Jo 4:24). O homem se estendo a Deus em adoração. E a não ser que os instrumentos estejam apenas ajudando a sustentar esse clamor do coração do homem a Deus, então é apenas mais uma apresentação, uma apresentação de arte, uma performance. Essa é minha opinião, e eu creio que é a mente de Deus mesmo. A música terá que vir de você. Se é para ser uma verdadeira adoração, ela terá que surgir do seu coração, do seu espírito. Terá que ser um vir diante do Senhor se regozijando. Você crê nisso?

Eu sempre estou encorajando vocês, e estou dizendo: Nós temos baterias, instrumentos, mas eles servem para sustentar, ajudar, auxiliar na adoração, e não para dirigir. Eu sei que isso é uma coisa difícil de entender. Que, o instrumento é secundário ao espírito de adoração que deve haver no povo. Então, os instrumentos não produzem a adoração, eles apenas sustentam, auxiliam.

Vemos em II Cr 20, um outro quadro maravilhoso do que aconteceu no reino de Josafá, em Judá e Jerusalém. Haveria uma invasão contra o reinado de Josafá, e eles começaram, então, com as maiores forças que havia em Judá naquela época. Os cantores saíram adiante do exército adorando ao Senhor, e milagres aconteceram diante da vista deles. Quando se aproximaram do inimigo, todos estavam mortos diante deles. Não me diga que aquilo aconteceu simplesmente porque eles decidiram que iria acontecer. Não precisou ir uma banda na frente deles para animar o exército, fazer o povo estar pronto pra batalha, não!. O que aconteceu foi que aqueles cantores foram chamados porque havia um poder na música deles, havia algo da presença do Senhor diante deles, algo que trazia vitória após vitória. E esta foi uma das maiores vitórias militares que já vimos. Eram grandes exércitos contra Josafá: Amon, Moabe e aqueles do Monte Seir. Esses exércitos vieram para tomar as possessões de Judá e Jerusalém, mas Deus disse: isso não acontecerá.

Eu quero ver essa coisa vir à luz, e vou perseguir isso, vou me apropriar. Pode ser que nós tenhamos que dar mil passos e não progredir muito, mas nós sabemos onde estamos indo; e nós vamos permanecer até que consigamos. Você crê na restauração? Isso toma apenas um ou dois grandes rompimentos. E, você pode começar a controlar todos os campos - de música, negócios, artes e ciências - com um rompimento apenas em cada uma dessas áreas. Um rompimento significante pode fazer isso acontecer. Mas você diz: é difícil isso acontecer, porque está todo mundo tentando. Mas, você pode controlar toda indústria do conhecimento e da criação com apenas um rompimento só, mesmo que eles estejam sempre tentando desaparecer com essas criações e assassinar esse instinto criativo. Você pode surgir com um tipo de transporte que não seja caro e que não consuma petróleo; você pode também ameaçar ou desafiar a gravidade, as forças que estão operando neste País. Você pode fazer tudo isso. Ah, mas é difícil, é impossível, todos tentam fazer isso. Há algo abortivo, algo estéril nas ciências do mundo hoje.

Eu falei com um cientista, um pesquisador, não me lembro bem o nome, ele esteve aqui em Washington, e tem contato com todos os pesquisadores nessa área da ciência, e ele me disse que quando você trabalha para o governo, chega em algum ponto que a criatividade simplesmente pára, desaparece. Não há como explicar isso. Ninguém quer arriscar o pescoço e fazer alguma coisa realmente. Todos atingem um certo nível e param, estando sob o governo. Mas, se não estivessem sob o governo, mas sob uma iniciativa livre, aquele cientista disse que acreditaria que as coisas teriam acontecido de uma maneira muito mais rápida, haveriam mais descobertas. Mas, por que isso acontece? Porque mesmo na iniciativa privada às vezes essas pessoas têm que ir de encontro ao governo, as agências governamentais vêm e aqueles cientistas e as pessoas acabam se tornando reacionárias.

Mas, de alguma maneira nós vamos fazer. A palavra hoje é mais rica, a libertação é maior, temos mais fé, mas eu não me alegro nisso. Eu me alegro é em pensar que nós temos ainda um longo caminho, mas vamos continuar nos movendo. Vamos continuar avançando de todo o nosso coração.

Vamos adorar ao Senhor, vamos louvá-Lo. Dê o seu coração a Ele, se dê a Ele de todo coração.

Amém!

 Palavra Vivente

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