04. Lição 2 - O Derramanento de Uma Unção Foi Predita

"MOISÉS RESPONDEU: QUEM DERA TODO O POVO DO SENHOR FOSSE PROFETA..." 
(NÚMEROS 11:29). "TODOS PODEIS PROFETIZAR..." (1 CORÍNTIOS 14:31).

ESCOLA PARA PROFETAS

Lição 2
O Derramamento de Uma Unção Profética
Nos Últimos Dias Foi Predita

Foi profetizado no Antigo Testamento que o Senhor derramaria, em nossa geração, antes do Dia do Senhor, uma unção específica para os filhos profetizarem.

“E acontecerá, depois, que derramarei O meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos velhos sonharão, e vossos jovens terão visões; até sobre os servos e sobre as servas derramareiO meu Espírito naqueles dias. Mostrarei prodígios no céu e na terra: sangue, fogo e colunas de fumaça. O sol se converterá em trevas, e a lua, em sangue, antes que venha o grande e terrível Dia do SENHOR. E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do SENHOR será salvo; porque, no monte Sião” (símbolo do nível do Reino) “e em Jerusalém, estarão os que forem salvos, como o SENHOR prometeu; e, entre os sobreviventes, aqueles que o SENHOR chamar. Eis que, naqueles dias e naquele tempo, em quemudarei a sorte de Judá e de Jerusalém...” (Joel 2:28 a 3:1).

Pedro, no dia de Pentecostes, cita esta passagem de Joel, que declara que os homens profetizariam nestes dias:

“Então, se levantou Pedro, com os onze; e, erguendo a voz, advertiu-os nestes termos: Varões judeus e todos os habitantes de Jerusalém, tomai conhecimento disto e atentai nas minhas palavras. Estes homens não estão embriagados, como vindes pensando, sendo esta a terceira hora do dia.  Mas o que ocorre é o que foi dito por intermédio do profeta Joel: E acontecerá nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei DO meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos jovens terão visões, e sonharão vossos velhos; até sobre os meus servos e sobre as minhas servas derramarei DO meu Espírito naqueles dias, e profetizarão.  Mostrarei prodígios em cima no céu e sinais embaixo na terra: sangue, fogo e vapor de fumaça. O sol se converterá em trevas, e a lua, em sangue, antes que venha o grande e glorioso Dia do Senhor. E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”. (Atos 2:14-21).

Note que, na profecia de Joel, é enfatizado um derramamento completo do Espírito sobre todos os filhos de Deus. Joel emprega o artigo (O) meu Espírito, referindo-se a um derramamento completo. Porém, o Espírito Santo, através de Pedro, utilizou a preposição (DO), vs. 17, referindo-se a parte, ou uma porção do Espírito. Sendo assim, no dia de Pentecostes, em Atos, não houve o derramamento completo do Espírito, mas uma pequena porção. Assim como no calendário agrícola de Israel havia dois períodos de chuva, a Temporã e a Serôdia - a Temporã acontecia no período do plantio - entendemos que a Chuva do Espírito que houve em Atos foi o cumprimento da primeira chuva, quando a Igreja estava nascendo e sendo semeada na terra. As profecias, tanto do Antigo como do Novo Testamento, apontam para um aguaceiro, a chuva Serôdia, acontecendo nestes dias que precedem a Parusia do Senhor, o tempo da colheita; Zacarias 10:1Oséias 6:1-3. “Sede, pois, irmãos, pacientes até a vinda do Senhor. Eis que o lavrador espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência, até que receba a chuva temporã e serôdia”. (Tiago 5:7).

Alegrai-vos, pois, filhos de Sião, regozijai-vos no Senhor vosso Deus, porque ele vos dará em justa medida (em justiça)  a chuva; fará descer, como outrora, a chuva temporã e a serôdia. As eiras se encherão de trigo, e os lagares transbordarão de vinho e de óleo. Joel 2:23-24. Considere esse quadro: é a imagem de uma estação intermediária. Normalmente a colheita já se teria completado, mas neste caso não há colheita. Para poder haver colheita precisa haver chuva: a chuva temporã e a serôdia. A chuva temporã também é chamada de chuva mestra (no hebraico) porque é uma chuva suave que ensina as sementes a crescerem. A chuva de primavera vem com muita suavidade e induz as sementes a brotarem com muita rapidez. Por outro lado, a chuva serôdia é a chuva que antecede a colheita. Ela amadurece o fruto. Nas vinhas, a chuva serôdia é essencial para levar as uvas a um estado de doce amadurecimento e suculência.

Pelo profeta Joel o Senhor prometeu enviar tanto a chuva que inicia como a que termina. Deus está derramando Seu Espírito, trazendo pessoas a Si; e ao mesmo tempo está trazendo Seu povo à perfeição e maturidade espiritual. Que símbolo lindo! As chuvas temporã e serôdia indicam que o Espírito Santo está sendo derramado simultaneamente com dois propósitos: fazer as sementes germinarem e amadurecer o fruto. O derramamento do Espírito neste dia trará pecadores ao Reino de Deus e também tirará cristãos da sua imaturidade.

Note que pela citação de Joel e de Pedro no dia de Pentecostes, a ênfase está em todo o povo de Deus profetizar, pelo Espírito Santo. Agora entendemos o desejo do coração de Moisés, quando ele expressou: “Oxalá todo o povo do Senhor fosse profeta, que o Senhor lhe desse o Seu Espírito!”Números 11:27-29. Em 1 Coríntios 14:31, Paulo mostra o mesmo sentimento, estimulando aos santos e lembrando que: “... todos podereis profetizar, um após o outro...”. A principal característica do Espírito de Deus sobre nós é a capacidade que Ele nos dá para, com ousadia, proclamar a Palavra de Deus. “... porque o testemunho de Jesus é o espírito de profecia”. (Apocalipse 19:10b). O Testemunho de Cristo é a Proclamação Profética do Seu Senhorio, do Seu Reino e da exaltação do Seu NOME. O livro de Apocalipse declara a vitória de Cristo, do Cordeiro de Deus sobre todas as coisas. Declara Sua soberania. Oxalá todos nós sejamos canais deste espírito de profecia. A maior proclamação para esta hora é: Venha o Teu Reino, seja feita a Sua vontade aqui na terra, como ela é feita no céu.

As Palavras Proféticas e Criativas, que estão saindo de nossos corações e bocas, estão criando os prodígios, a liberação do grande Dia do Senhor (terrível para o mundo, glorioso para nós), a mudança da sorte em Sião (da Igreja e do Reino de Deus), destronando principados, potestades e nefilins, e o Reino está sendo criado por um povo que declara, EM Deus: Haja!

Em 1 Coríntios capítulo 14, Paulo orienta como deve ser utilizado o dom de profetizar. Nos capítulos 12 a 14, a profecia é mencionada 22 vezes. Esta ênfase indica duas coisas: A importância do dom de profecia e a urgência da necessidade de sua regulamentação. Ferramentas poderosas são muito úteis, mas sempre exigem manuseio cuidadoso. Por isso, Paulo traz a orientação apostólica de como deve ser o manuseio desta “ferramenta” do Espírito. Em outras lições, falaremos mais detalhadamente sobre estes assuntos. Mas gostaríamos de lembrar, de início, algumas orientações básicas:

1)      O dom de profecia é mais proveitoso do que o falar em línguas:

“Segui o amor e procurai, com zelo, os dons espirituais, mas principalmente que profetizeis. Pois quem fala em outra língua não fala a homens, senão a Deus, visto que ninguém o entende, e em espírito fala mistérios. Mas o que profetiza fala aos homens, edificando, exortando e consolando. O que fala em outra língua a si mesmo se edifica, mas o que profetiza edifica a igreja. Eu quisera que vós todos falásseis em outras línguas; muito mais, porém, que profetizásseis; pois quem profetiza é superior ao que fala em outras línguas, salvo se as interpretar, para que a igreja receba edificação”. (versículos 1 a 5).

Uma igreja neotestamentária deve enfatizar o dom de profecia nos cultos, mais do que o dom de línguas. O dom de línguas só é proveitoso quando há interpretação e é de difícil manuseio em um culto. O dom de línguas deve ser usado mais para edificação pessoal.

2)      Todos podem e devem profetizar (declarar a Palavra do Senhor). Mas toda a manifestação dos dons deve ser feita com ordem.

“Tratando-se de profetas, falem apenas dois ou três, e os outros julguem. Se, porém, vier revelação a outrem que esteja assentado, cale-se o primeiro. Porque todos podereis profetizar, um após outro, para todos aprenderem e serem consolados. Os espíritos dos profetas estão sujeitos aos próprios profetas; porque Deus não é de confusão, e sim de paz. (versículos29 a 33).

3)      Não direcione a profecia para Deus, mas para as pessoas:

“Segui o amor e procurai, com zelo, os dons espirituais, mas principalmente que profetizeis. Pois quem fala em outra língua não fala a homens, senão a Deus, visto que ninguém o entende, e em espírito fala mistérios. Mas o que profetiza fala aos homens, edificando, exortando e consolando. O que fala em outra língua a si mesmo se edifica, mas o que profetiza edifica a igreja. Eu quisera que vós todos falásseis em outras línguas; muito mais, porém, que profetizásseis; pois quem profetiza é superior ao que fala em outras línguas, salvo se as interpretar, para que a igreja receba edificação.” (1 Coríntios 14:1-5).

A orientação apostólica acima se aplica a qualquer nível de profecia e declaração da Palavra de Deus. Ao falarmos em línguas, seja orando, adorando ou conversando (com Ele), estamos nos dirigindo ao Senhor. Nunca devemos usar o dom de línguas para “dar recado às pessoas em nome de Deus”, como era feito na Velha Ordem. Este é um uso indevido do dom de línguas, não há base bíblica para esta prática. Ainda, fica bem claro que quem profetiza deve direcionar sua fala aos homens, às pessoas. Fale aos “ossos”: “Ossos, ouçam!” Declare a Palavra aos povos e nações. Declare a Palavra ao seu próprio coração, profetize às suas células, órgãos, alma e coração. Profetize aos irmãos, na ora do culto. Neste aspecto, a profecia será o dom mais eficaz paraEDIFICAR, EXORTAR e CONSOLAR (comentaremos mais adiante a este respeito).

Estude as profecias que você tem declarado. Estude os cultos. Há irmãos, ou nós mesmos, que, costumeiramente profetizam: “Senhor, eu declaro a sua unção neste culto.” Ao profetizar, não se dirija ao Senhor, não olhe para o alto; direcione sua profecia às pessoas, olhe para elas e declare: “A unção do Espírito vem sobre nós, nesta hora”. Sua profecia deve animar as pessoas, criar fé, entusiasmo, criar Deus no culto, criar seu irmão.

         Outros expressam: “Eu profetizo, Senhor, que você vai liberar a fé em nossos corações”. Não! Você não precisa profetizar a Ele, mas veicular a Palavra dEle para as pessoas. Em vez disso, fale: “Irmãos, eu profetizo que a fé de Deus é gerada em nossos corações”. Você estará atraindo a atenção da congregação, abrindo-lhes o coração para receber a Palavra Criativa de Deus. Todos dirão: Amém! Os profetas do Antigo Testamento profetizavam: “Ouvi, pois, oh Israel”.

Outros dizem: “Senhor, eu profetizo, venha sobre nós!” Não! Profecia não é oração, como também não é intercessão. Este não é o uso correto da Profecia.

          A passagem bíblica sobre “As Duas Trombetas de Prata”, em Números 10, enfatiza que o Senhor está trabalhando em nossas vidas (as trombetas são de pratabatida), para que venhamos a soar os sons corretamente. Este texto também descreve as finalidades para as quais as trombetas (a Proclamação da Palavra) devem ser soadas - e devem ser soadas para a congregação. Os sonidos das trombetas dirigiam momentos importantes da vida de Israel, seja na marcação dos dias, meses e anos, na batalha, nas Festas Fixas e em muitas outras ocasiões. Se as trombetas fossem tocadas incorretamente, muitos prejuízos poderiam sobrevir. Já pensou se, numa guerra, o toque da trombeta fosse para atacar e o trombeteiro tocasse para recuar? Quantas vidas poderiam ser perdidas? As trombetas devem tocar sons bem distintos, é o que Paulo orienta a respeito da profecia: “É assim que instrumentos inanimados, como a flauta ou a cítara, quando emitem sons, se não os derem bem distintos, como se reconhecerá o que se toca na flauta ou cítara? Pois também se a trombeta der som incerto, quem se preparará para a batalha?” (1 Coríntios 14:7, 8).

Na batalha espiritual, você também deve declarar a Palavra contra principados, potestades e espíritos nefilins. Entende? Na batalha espiritual, a espada da Palavra, nossa única arma ofensiva, deve ser direcionada aos inimigos de Deus (Efésios 6:17), nunca a Deus.

Mais do que a profecia, está proposto para os filhos a fé para falar uma Palavra Criativa, da parte de Deus.

“Então, Elias, o tesbita, dos moradores de  Gileade, disse a Acabe: Tão certo como vive o Senhor, Deus de Israel, perante cuja face estou, nem orvalho nem chuva haverá nestes anos, segundo a minha palavra. Veio-lhe a palavra do Senhor, dizendo: Retira-te daqui, vai para a banda do oriente e esconde-te junto à torrente; e ordenei aos corvos que ali mesmo te sustentem. Foi, pois, e fez segundo a palavra do Senhor; retirou se e habitou junto à torrente de Querite, fronteira ao Jordão. Os corvos lhe traziam pela manhã pão e carne, como também pão e carne ao anoitecer; e bebia da torrente.” (1 Reis 17:1-6).

Sempre que Deus traz julgamento, Ele o faz através de um profeta dentre o Seu remanescente. Deus traz julgamento de acordo com a palavra do Seu povo. Nós precisamos compreender que profecia não é apenas um veículo profético de Deus, mas é também um veículo criativo. Quando o Senhor deseja realizar algo, Ele ordena a um dos Seus profetas que profetize: “Profetize a Palavra do Senhor contra Tiro e Sidom. Profetize a Palavra do Senhor contra Babilônia. Levante a sua voz contra o Egito”. O que causou a queda destas grandes nações? Os profetas eram homens perspicazes que tinham sua sensibilidade mística ou um conhecimento psíquico que os capacitava apredizerem os acontecimentos? Era além disso. Eles tinham mais do que uma revelação do Senhor sobre o que estaria por vir; eles traziam os acontecimentos à existência através da Palavra Profética.

Ezequiel foi levado para o meio de um vale cheio de ossos e profetizou a palavra do Senhor. Os ossos se juntaram e a carne e os tecidos se puseram sobre eles. Em seguida, ele profetizou ao Espírito para que assoprasse sobre aqueles mortos. Os ossos ressurgiram, tornando-se um exército extraordinário diante do Senhor (Ezequiel 37:1-10). Esta foi mais do que uma palavra profética, ela foi CRIATIVA, pois aqueles ossos encontravam-se empalidecidos e secos.

Elias disse: “De acordo com a minha palavra. Não haverá chuva nem orvalho na terra até que Deus dê a palavra através de mim”. A nossa responsabilidade ao levantarmos e profetizarmos contra Babilônia não é de anunciar sua destruição, mas de sermos os causadores dela. Quando pelo Espírito do Senhor bradamos “Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes participantes dos seus  julgamentos”(Apocalipse 18:4), nós criamos a força que libertará os escravos da Babilônia e os capacitará a servir ao Deus vivo.

Elias, o tesbita, disse que não haveria chuva a não ser pela sua palavra. Deus disse: “Vá para a banda do oriente e esconde-te junto à torrente de Querite. Eu ordenei aos corvos que te alimentam ali”. Elias recebeu a mesma palavra do Senhor que nós recebemos. Quando Deus traz julgamento sobre a terra, nós não somos apenas os criadores deste julgamento; nós também somos livres dele por causa da proteção que o Senhor nos dá.

 

O Senhor está trazendo a unção das Escolas de Profetas,
semelhante às que foram criadas por Samuel.

(2 Reis 2: 1-2). “Quando estava o Senhor para tomar Elias ao céu por um redemoinho, Elias partiu de Gilgal em companhia de Eliseu. Disse Elias a Eliseu: Fica-te aqui, porque o Senhor me enviou a Betel. Respondeu Eliseu: Tão certo como vive o Senhor e vive a tua alma, não te deixarei. E, assim, desceram a Betel.” Você deve ter percebido que Betel, Gilgal, Jericó e Jordão, todas tinham o que nós chamamos de Escola de Profetas. A primeira delas teve início em Ramá, sob a direção de Samuel (1 Samuel 19:18-20). Deus está novamente trazendo à luz a Escola de Profetas com o espírito de Samuel.

É fundamental que um profeta tenha treinamento básico. Eliseu foi treinado, pois lemos sobre as suas credenciais em 2 Reis 3: “Aqui está Eliseu, filho de Safate, que deitava água sobre as mãos de Elias” (2 Reis 3: 11). Ele simplesmente não se separava de Elias e cuidava dele, cozinhando e fazendo tudo que podia para ele. Entretanto, através deste relacionamento ele absorveu o que era ser um profeta, tornando-se um profeta poderoso.

As igrejas enviam seus jovens para os seminários, só para vê-los retornarem desprovidos do fogo e da visão que inicialmente eles tinham. Poucos retornam com o verdadeiro ministério que a princípio foram chamados para exercer. Eles atuam como uma linha de montagem de uma fábrica (sabem conduzir uma escola dominical, e foram ensinadas a eles certas doutrinas e organização) que os impedem de prosseguirem na verdade. Não deveria ser assim. Um Timóteo deve estar ligado a um Paulo. Um Eliseu deve se ajuntar a um Elias. Esta é a maneira deles aprenderem e se moverem. E é desta forma que a Escola de Profetas está surgindo de novo.

Os filhos dos profetas e as várias Escolas ficaram muito sob a orientação de Eliseu. Observe como estes profetas tinham percepção. “Então, os discípulos dos profetas que estavam em Betel saíram ao encontro de Eliseu e lhe disseram: Sabes que o Senhor, hoje, tomará o teu senhor elevando-o por sobre a tua cabeça? (Eles estavam tão sintonizados com a situação que foram capazes de predizer o que iria acontecer) Respondeu ele: Também eu o sei; calai-vos. Disse Elias a Eliseu: Fica-te aqui, porque o Senhor me enviou a Jericó. Porém ele disse: Tão certo como vive o Senhor e vive a tua alma, não te deixarei. E, assim, foram a Jericó. Então, os discípulos dos profetas que estavam em Jericó se chegaram a Eliseu e lhe disseram: Sabes que o Senhor, hoje, tomará o teu senhor, elevando-o por sobre a tua cabeça? Respondeu ele: também eu o sei; calai-vos. Disse-lhe, pois, Elias: Fica-te aqui, porque o Senhor me enviou ao Jordão. Mas ele disse: Tão certo como vive o Senhor e vive a tua alma, não te deixarei. E, assim, ambos foram juntos. Foram cinqüenta homens dos discípulos dos profetas e pararam a certa distância deles;...” (2 Reis 2:3-7). Estes profetas ficavam sintonizados no que Deus estivesse fazendo.

Nestes dias, os filhos dos profetas encherão a terra novamente. Algumas pessoas aspiram ver grandes igrejas com milhares de membros. Eu espero ver mil verdadeiros profetas movendo-se em toda a terra, amarrando principados e potestades, impedindo as ações de Satanás e liberando o povo do Senhor. As estrelas e os emblemas não precisam ser difamados ou derrubados. Deus levantou esta nação (Estados Unidos) como a maior fonte de missionários para o mundo. Embora haja materialismo excessivo, no entanto, há pessoas com uma visão. Deus tem nos dado uma visão e revelação deste Caminhar com Ele; e seja qual for o país em que estivermos nós precisamos carregar este fardo, para que sejamos ali o sal e vejamos aquela nação preservada (Mateus 5:13).

As profecias que indicam que uma nação cairá dentro de um certo período de tempo estão relacionadas com o arrependimento do povo. Jonas trouxe a profecia: “Em quarenta dias Nínive será destruída” (Jonas 3:4); mas o povo se arrependeu, e a cidade subsistiu por quase duzentos anos antes da sua destruição. Deus é imutável (Malaquias 3:6). Ele não muda. Não obstante; se as pessoas mudam, os Seus tratamentos com elas mudam. Senhor, dá-nos o poder para proclamarmos a Palavra para esta nação.

 

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