36. Estudo da Bíblia (Esboço: Apocalipse)

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Aqui vamos apresentar a você o que pensamos ser a melhor maneira de compreender o livro do Apocalipse de João. Temos recebido este ensinamento por décadas e testificado que o mesmo vem do Espírito do Senhor. Realmente, o livro de Apocalipse é desvendado com as explicações aqui contidas.

Antes de entramos no esboço do livro de Apocalipse, você precisa compreender o estilo literário denominado Paralelismo Hebraico, que é largamente utilizado em toda a Bíblia.

Estrutura Literária do Apocalipse:

Os livros poéticos do Antigo Testamento, juntamente com a maioria dos livros proféticos (inclusive o Apocalipse) e muitas passagens dos outros livros, fazem uso extensivo do Paralelismo Hebraico. Este artifício literário é construído a partir do uso de duas linhas que as relacionam entre si de alguma forma especial. A segunda linha pode ser sinônimo da primeira, caso em que é chamado “paralelismo sinônimo” (p. ex., Sl 1:5; 2:3; 59;1; Is 44:22). Quando a segunda linha é o oposto da primeira, a parelha de versos é chamada de “paralelismo antitético” (p. ex., Sl 1:6; 20:8). A segunda linha também pode ser o clímax da primeira, ou uma ilustração da mesma, ou completá-la de uma forma que seja mais sentida do que entendida. Este paralelismo é algumas vezes chamado de “sintético” (Sl 1:2; 9:8; 27:1; 55:6).

Tendo este paralelismo de duas linhas como ferramenta, os escritores do Antigo Testamento desenvolveram três estilos literários básicos para relacionar estas partes separadas do paralelismo. Estes estilos são chamados de Paralelismo Padrão, Paralelismo Invertido Paralelismo em Degrau. Estes três artifícios literários ocorrem todos em Isaías 55:6-11. Neste caso o paralelismo pode ser visto claramente, mesmo em uma tradução portuguesa como a ARA. Vamos destacar cada um deles.

Paralelismo Padrão

(Ex.: Isaías 55:6,7)

  Buscai o Senhor enquanto se pode achar,

A   invocai-o enquanto está perto.

B  Deixe o perverso o seu caminho,

B  o iníquo os seus pensamentos;

C   Converta-se ao Senhor, que se compadecerá dele

C   e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar.

Aqui o autor começa com três parelhas de paralelismo padrão. Em cada caso o tema exposto na primeira linha é repetido na segunda. Note que a segunda linha é sinônimo da primeira, você pode constatar isso observando as palavras em itálico: buscai /invocai-o; caminho / pensamentos; converter-se / voltar-se.

Paralelismo Invertido

 (Ex.: Isaías 55:8,9)

A  Porque os meus pensamentos não são os 
vossos pensamentos,

      B  nem os vossos caminhos os meus caminhos
diz o Senhor.

             C  Porque, assim como os céus são mais altos 
do que a terra

      B  assim sao os meus caminhos mais altos do que 
os vossos caminhos,

A e  os  meus  pensamentos mais altos do que os 
vossos pensamentos.

Ainda estamos lidando com pares de linhas, mas o autor as colocou em ordem diferente (como pode-se ver facilmente observando-se os itálicos). O tema de “meus pensamentos/vossos pensamentos” ocorre no começo e é repetido no fim (A). O tema de “meus caminhos/vossos caminhos” ocorre na segunda e quarta linhas (B). A ilustração/parábola dos céus e da terra ocorre no centro (C).

Observe ainda a repetição deliberada da palavra “altos”. A repetição dessa palavra enfatiza o tema central do poema: Iavé é Deus e habita nos altos céus, logo, seus pensamentos e caminhos são mais altos (elevados ou nobres) que os pensamentos e caminhos dos homens, daí a necessidade de sua conversão ao Senhor.

Note que continua a ser usado o paralelismo, mas neste caso é paralelismo invertido.

Paralelismo em Degrau

(Ex.: Isaías 55:10,11)

Este caso pode ser visto melhor quando escrito como segue:

A  Porque, assim como descem a chuva e a neve dos céus,

      e para lá não tornam, sem que primeiro reguem a terra

          C   e a fecundem e a façam brotar

                D   para dar semente ao semeador e pão
ao que come,

A   assim será a palavra que sair da minha boca;

      B   não voltará para mim vazia,

           C   mas fará o que me compraz,

                 D   e prosperará naquilo para que a designei.

As quatro linhas da segunda estrofe combinam com as quatro linhas da primeira estrofe em um padrão ABCD/ABCD, fazendo um desenho em forma de degrau, desta forma este artifício poético pode ser chamado de paralelismo em degrau. Observando-se os verbos, podemos perceber que a primeira linha de cada estrofe fala de algo saindo e a segunda fala de algo não voltando. As duas últimas linhas apresentam os resultados.

Estes três artifícios estilísticos podem ser usados em várias combinações, mas os blocos básicos dessa edificação literária são os três tipos de paralelismo esboçados acima. Uma grande variedade de padrões encontra-se freqüentemente no PARALELISMO INVERTIDO. Desta forma este artifício requer especial atenção.

PARALELISMO INVERTIDO de Isaías 55:8,9, examinado anteriormente, é  um caso claro. Neste caso estamos tratando de parelhas de versos, e os pares de linhas se relacionam uma à outra de forma invertida. Na literatura bíblica a inversão de temas algumas vezes vai muito além de simples paralelismo. Conjuntos de parelhas de versos, parágrafos, capítulos e até um livro todo pode ser considerado como tendo sido composto com base em uma série de temas que são declarados e depois repetidos de forma invertida. Assim sendo, somos obrigados a ir além do paralelismo invertido, e falar do Princípio de Inversão. Por exemplo, na ilustração das três parelhas de versos de paralelismo padrão apresentada acima (Is 55:6,7), Isaías usou o princípio de inversão. Ele começa na primeira parelha de versos com uma conclamação para buscar o Senhor. A segunda parelha diz ao ímpio o que precisa ser abandonado (caminho epensamentos). Na terceira parelha voltamos ao tema da primeira (converter-pensamentos e voltar-caminhos).

Uma observação. Quando um autor bíblico usa intencionalmente a inversão de linhas paralelas, freqüentemente coloca o auge no centro que se relaciona com o começo e o fim. Em seguida há um ponto de retorno pouco depois do centro. Às vezes há a inversão dupla.

ESBOÇO PARA ESTUDO

A estrutura literária do livro de Apocalipse enquadra-se perfeitamente no Paralelismo Hebraico. Ainda existe um detalhe a respeito deste Livro que deve ser observado de início, que é o fato de ter sido ordenado a João: “Não seles as palavras da profecia deste livro, porque o tempo está próximo” (22:10). Ainda observe a seguinte passagem: “Escreve, pois, as coisas que viste, e as que são, e as que hão de acontecer depois destas” (1:19). No Livro de Apocalipse, João escreveu profecias acerca do que já estava acontecendo em seus dias (as coisas que são - PRESENTE), e coisas que ainda iriam acontecer depois destas - FUTURO.

Então, perguntamos: Qual o princípio ou método de interpretação do Livro de Apocalipse? Como este Livro está estruturado? Sem dúvida, deve haver algum princípio de interpretação do mesmo e, certamente, este está “escondido” nas Escrituras.

A seguir mostraremos dois princípios para se compreender como foi estruturado o Livro de Apocalipse, inclusive, iremos identificar a sua estrutura literária.

Primeiramente, leia Gênesis 41:25-32. Nesta passagem é dito que Faraó teve um sonho dúplice ou que foi duplicado, “porque a coisa é estabelecida por Deus, e Deus se apressa a fazê-la” (vs. 32).Deus deu dois sonhos a Faraó, e estes sonhos se referiam ao mesmo acontecimento, eram “apenas um” (cf. vss. 25,26).

Parte do Livro de Apocalipse foi escrito da mesma maneira, sendo composto de umaversão dúplice das mesmas visões. (Observe as duas páginas seguintes). 

O outro princípio, para compreender parte do que está escrito no Livro de Apocalipse, se encontra em Josué 6:1-5,15. Nesta passagem observamos que “no sétimo dia, devia-se dar sete voltas ao redor da muralha”, ou seja, sete no sétimo. Em Apocalipse observamos que, semelhantemente, quando da abertura do “sétimo selo, pelo Cordeiro,foi liberado os sete últimos julgamentos “pelo soar de sete trombetas”, tocadas por sete anjos.

Ainda observamos uma série de sete cenas consecutivas, onde há atuação de um anjo em cada cena. Na sétima cena, porém, observamos a atuação de sete anjos, que têm “os sete últimos flagelos”.

Baseando-se nestes dois princípios, do Livros de Gênesis e de Josué, concluímos que os acontecimentos liberados pelo soar das sete trombetas são continuação dos acontecimentos provenientes da abertura dos sete selos, (sete no sétimo), ou a segunda parte da narrativa (FUTURO). Ainda observamos que no Livro de Apocalipse há um deliberado uso do princípio literário de PARALELISMO EM DEGRAU, ou uma dupla narração de um mesmo fato (visão duplicada) - visões são narradas e depois repetidas de forma paralela.

Uma observação importante: na primeira narrativa (PRESENTE), quando lê-se as passagens paralelas, nota-se que não há repetição de idéias ou palavras, isso porque os fatos relacionados a estas passagens são complementares (paralelismo sintético). Já na segunda narrativa (FUTURO), o leitor poderá claramente observar a repetição de idéias e palavras, isso porque os fatos relacionados às passagens paralelas sãosinônimos (paralelismo sinônimo).

Veremos ainda que o Livro de Apocalipse é dividido como segue:

 

   1. História da Igreja: A Igreja é o personagem central da História. Tudo o que acontece no mundo tem como personagem principal, a Igreja. Daí a atenção que é dada à Igreja nesta primeira parte do relato de Apocalipse. Nesta parte observamos como a Igreja influencia a História da Humanidade.

   2. Os sete selos e as sete cenas com anjos (sete atuações de anjos), paralelamente, constituem a narrativa da primeira parte da visão e referem-se àHistória da Humanidade no PRESENTE (“as coisas que são”).

   3. Depois da abertura dos sete selos, segue-se a narrativa da segunda parte da visão (“as coisas que hão de ser”), com os “sete últimos flagelos” (15:1). Os textos referente às sete trombetas e os sete últimos flagelos falam daHistória da Humanidade no FUTURO, e devem ser lidos paralelamente.

 

Sendo assim, veja como fica o esboço do Livro de Apocalipse:

(1:1-3)     - Introdução Geral.

(1:4-20)    - Introdução às cartas e cenas introdutórias.

(2:1-3:22) - Mensagem do Senhor às sete igrejas. 
Cada igreja tipifica  uma  etapa (dispensação) 
da  História da Igreja.

Éfeso - A Igreja Apostólica  (séc I)

            Esmirna - A Igreja Perseguida  (séc II-III)

                            Pérgamo - A Igreja sob favor imperial  (312 a 500 d.C.)

                                             Tiatira - A Igreja da Idade  das Trevas 
(500 a 1500 d.C.)            

                            Sardes  - A Igreja da Reforma e da Renascença  

                                             (1517 d.C. ao século XVIII)

             Filadélfia - A Igreja das missões  (séc XIX até início do séc XX)

Laodicéia  - A Igreja do tempo do fim (meados do século XX ...)

 

(4:1-5:14) - Preparação do “palco” para apresentação do 
drama  que se segue:

História da Humanidade.

Versão UM  (6:1 a 11:19)                         Versão DOIS (14:6 a 16:21) 

PRESENTE

 (6:1 a 7:17)             Paralelo a             (14:6-20)     

               SELOS em paralelo aos ANJOS

(6:1,2)          1º selo                       1º anjo   (14:6,7)
(6:3,4)          2º selo                       2º anjo   (14:8)
(6:5,6)          3º selo                       3º anjo   (14:9-13)
(6:7,8)          4º selo                       4º anjo   (14:14-16)
(6:9-11)        5º selo                       5º anjo   (14:17)
(6:12-7:17)    6 º selo                       6º anjo   (14:18-20)

“Quando o Cordeiro abriu o sétimo selo, houve silêncio no céu cerca de meia hora”(vs. 8:1) - Preparação para entrar em outra cena. Aqui deve-se ler a passagem de12:1-14:5.

(12:1-6)       - A mulher e o dragão.

(12:7-12)     - Anjos pelejam no céu contra o dragão.

                     A vitória de Cristo e do seu povo.

(12:13-18)   - O dragão persegue a mulher.

(13:1-10)     - A besta que emerge do mar.

(13:11-18)   - A besta que emerge da terra.

(14:1-5)          - O cordeiro e seus remidos. 
Tendo  nas  frontes escrito o seu nome e o nome do Pai.

(8:1-6)       7º selo                      7 anjos  (15:1-8)

Então os sete anjos que tinham as sete trombetas prepararam-se para tocar” (vs.8:6). Na abertura do sétimo selo, os sete anjos preparam-se para tocar as sete trombetas.

... ninguém podia penetrar no santuário, enquanto não se cumprisse os sete flagelos dos sete anjos. Ouvi, vinda do santuário, uma grande voz, dizendo aos sete anjos: Ide, e derramai pela terra as sete taças da cólera de Deus” (15:8; 16:1). Aqui começa a atuação dos sete anjos que liberam os sete últimos flagelos, pelo soar desete trombetas.

Versão UM  (6:1 a 11:19)           Versão DOIS (14:6 a 16:21) 

Continuação...

FUTURO

(8:7 a 11:19)       Paralelo a             (16:1-21)    

          TROMBETAS em paralelo aos FLAGELOS

(8:7)            1ª trombeta            1º flagelo    (16:1,2)
(8:8,9)         2ª trombeta             2º flagelo   (16:3)
(8:10,11)      3ª trombeta             3º flagelo   (16:4-7)
(8:12,13)      4ª trombeta             4º flagelo   (16:8,9)
(9:1-12)       5ª trombeta             5º flagelo   (16:10,11)
(9:13-11:14)   6ª trombeta                 6º flagelo   (16:12-16)
(11:15-19)      7ª trombeta                 7º flagelo   (16:17-21)

Os dois últimos versículos desta narração dizem assim:

“Abriu-se, então o santuário de Deus, que se acha no céu, e foi vista a arca da aliança no seu santuário, e sobrevieram relâmpagos, vozes, trovões, terremotos egrande saraivada   (11:19). 

... também desabou do céu sobre os homens grande saraivada, com pedras que pesavam cerca de um talento; e, por causa do flagelo da chuva de pedras, os homens blasfemaram de Deus, porquanto o seu flagelo era sobremodo grande”(16:21).

Neste ponto deve-se ler os capítulos 17 a 22, que é uma passagem complementar aos acontecimentos vistos na 7ª trombeta. Nestes capítulos temos uma narrativa mais detalhada dos acontecimentos que envolvem o último Ai, e os que seguem a esse.

(17:1-18)  - Destruição da grande meretriz.
(18:1-24)  - Queda da Babilônia.
(19:1-10)  - Bodas do Cordeiro. Júbilo, Alegria no céu.
(19:11-21)- Prisão da besta e do falso profeta.
(20:1-6)   - Prisão de Satanás por mil anos.
- Primeira ressurreição.
- Os justos reinam por 1.000 anos (Milênio).
(20:7-10) - Libertação condicional de Satanás.
- Derrota definitiva sobre Satanás.
(20:11-15)Segunda Ressurreição.
                    - O juízo final.
(21:1-8)   - O novo céu e a nova terra. “Tudo está feito”.
(21:9-27) - A nova Jerusalém, que desce do céu.
(22:1-21) - Reinaremos pelos séculos dos séculos (vs. 5) ... 

Para identificarmos o sofisticado Paralelismo que foi utilizado na construção do Livro de Apocalipse, observe o esboço abaixo:

Introdução Geral (1:1-3)

Introdução às cartas aos anjos das sete igrejas e cenas  introdutórias (1:4-20)

História da Igreja (Sete igrejas da Ásia)

Éfeso (2:1-7) - A Igreja Apostólica. 
Esmirra (2:8-11) - A Igreja Perseguida. 
Pérgamo (2:12-17) - A Igreja sob favor imperial (apostasia).
Tiatira (2:18-29) - A Igreja da Idade das Trevas.
                         Sardes (3:1-6) - A Igreja da Reforma e da Renascença.
Começa a restauração da Igreja.

         Filadélfia (3:7-13) - A Igreja das missões.

                                    Expansão das igrejas protestantes da Europa.

Laodicéia (3:14-22) - A Igreja dos tempos modernos...

O padrão de paralelismo invertido é claro aqui. Observe que houve um declínio de glória e vida na Igreja até o “clímax”, a Igreja da Idade das Trevas. Em seguida a este período, segue-se um ponto de retorno com  a Igreja da Reforma. Pouco a pouco a glória e a vida  tem sido restaurada à Igreja, que não deixa de ter seus “porens”.


(4:1 a 5:14) - Preparação do “palco” para apresentação
do drama que se segue.

As passagens a seguir estão estrutura conforme o Paralelismo em Degrau.

História da Humanidade

 

Nota: SELOS em paralelo aos ANJOS

1º selo  (6:1,2) – Cavalo branco fala da expansão do Evangelho pela
Igreja primitiva.
2º selo (6:3,4) – Cavalo vermelho fala das cruzadas. 
As cruzadas enfraqueceram o Império 
Babilônico da Igreja Católica Romana (1Pe 5:13)
3º selo  (6:5,6) – Cavalo preto representa a Peste Negra
Balança na mão é símbolo de escassez de alimento.
A perseguição dos santos está se referindo
à inquisição (séc. XIII).
4º selo  (6:7,8) – Cavalo amarelo, morte, espada  e foice 
(1ª Guerra Mundial).
5º selo  (6:9-11) – “Também uma foice” (2ª Guerra Mundial)
6º selo  (6:12-7:17) –  Ver o 6º anjo.


12:1 a 14:5 (Confrontação da Igreja, filho varão com o G7 e 
demais sistemas mundiais 
– Comunidade Econômica Européia e Capitalismo).

                              7º selo  (8:1-6) Ao ser aberto o sétimo selo, 
saem 7 trombetas: sete últimos e terríveis flagelos.


Nota:
 TROMBETAS em paralelo aos FLAGELOS

           1ª trombeta  (8:7) – O que parece ser a AIDS.
2ª trombeta  (8:8,9) – Contaminação do mar.
3ª trombeta  (8:10,11)  - Idem, rios e fontes saudáveis.                 
4ª trombeta  (8:12,13) – Efeito estufa?
5ª trombeta  (9:1-12) – Gafanhotos = demônios
6ª trombeta  (9:13-11:14) – Guerra na região do
Eufrates (Irã e Iraque). 
A passagem paralela, 16:12-16, mostra
que vai haver Guerra entre o Oriente e
o Ocidente (temos estudo sobre isso).
Depois desta trombeta, cumprir-se o grande 
mistério de Deus:
O REINO (10:6, 7//11:15).
7ª trombeta  (11:15-19) – 1º anjo  (14:6,7)
2º anjo  (14:8)
3º anjo  (14:9-13)
4º anjo  (1:14-16)
5º anjo  (14:17)
6º anjo  (14:18-20) – Foice afiada, lagar pisado 
fora da cidade (de Jerusalém).
(Estado Nazista e perseguição dos judeus).
7  anjos  (15:1-8)

            1º flagelo  (16:1,2)
2º flagelo  (16:3)
3º flagelo  (16:4-7)
4º flagelo  (16:8,9)
5º flagelo  (16:10,11)
6º flagelo  (16:12-16) 
7º flagelo  (16:17-21)           

Caps. 17 a 22 – Queda da Babilônia religiosa e econômica, bodas do Cordeiro, Prisão de Satanás, Primeira Ressurreição, Milênio, Libertação Condicional de Satanás, Derrota definitiva de Satanás, o juízo Final, novo céu e nova terra (“tudo está feito”), a nova Jerusalém que desce do céu, reinaremos pelos séculos dos séculos  (22:5...).

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