08 - Seção VIII - Cultos na Igreja do Novo Testamento

LIÇÃO XVIII PREPARAÇÃO PESSOAL PARA OS CULTOS

Introdução:

Note que os pontos seguintes referem-se principalmente às profundas atitudes espirituais com que devemos ir aos cultos da igreja.

1. Prepare-se pessoalmente para o culto.

Você precisa preparar-se mentalmente e de coração, para o culto que se realizará. Esta meditação, e a formação de uma atitude receptiva, deve começar várias horas antes do culto. A expectativa aviva a fé e a adoração. S. 84:2,10; Sl 27:4; Sl 122:1.

II.  Vá para o culto com oração e reverência.

Evite perturbações emocionais ou emoções negativas antes de ir para o culto. Pensamentos negativos devem ser rejeitados. Elimine toda a incredulidade, amargura ou indiferença. Ao entrar no santuário, evite conversas frívolas. Deixe as amenidades sociais para depois do culto. Oração e louvor silenciosos são muito melhores. Sl 95:1-7.

III. Seja rápido em suas reações durante o culto.

A mente e o espírito coletivos se movem muito vagarosamente. Muitas vezes leva meia hora ou mais, para que o povo, como um todo, entre na adoração e o culto flua normalmente. Muito tempo é economizado quando os crentes mais espirituais preparam os seus corações para se moverem rapidamente, elevando a temperatura espiritual do culto. Com efeito, são ovelhas-guias, pois a sua reação cordial ao culto encoraja uma reação mais rápida no resto dos crentes. Hb 10:22-25.

IV. Procure a "nota chave" do culto.

Observe a profundidade do que está para vir, ou do que o Senhor está colocando diante dos crentes. As manifestações do Espírito Santo (profecias, etc.) não nos são dadas para que nós apenas nos regosijemos nelas, mas são-nos dadas para falar ao seu coração e trazer a mensagem do Senhor para você. I Co 12:7.

V. Fixe os olhos no Senhor.

Não podemos olhar uns para os outros, nem mesmo para nós mesmos. Só quando fixamos os olhos no Senhor, podemos realmente operar como um só Corpo em Cristo. Por esta razão, devemos entrar na adoração e no cântico ao Senhor, antes de profetizarmos ou ministrarmos os dons do Espírito Santo. Hb 12:2, 3: Olhando para Jesus...

VI Permaneça em oração, com fé, procurando abnegadamente o bem estar dos outros.

Você precisa ter fé pelo culto, Preocupe-se em que Deus satisfaça as necessidades dos presentes, e não apenas as suas necessidades. Esta é a razão por que parece que Paulo restringe o papel das línguas nos cultos, ao passo que encoraja a todos para profetizarem. I Co 14:1,2. A regra é "Edifique os outros".

VII. Esforce-se para operar fielmente nos dons espirituais que você tem.

Precisamos ser despenseiros fiéis do que temos - mesmo que estejamos longe de alcançar o nosso alvo. Todos nós precisamos ter os nossos "Himalaias" espirituais, mas não podemos esquecer que, para alcancá-los, só podemos dar um passo de cada vez. O objetivo final da perfeição é bom, mas nesse ínterim não deixe de operar na adoração e no ministério que você já tem.

VIII. Evite o demasiado perfeccionismo.

Precisamos evitar auto-condenação, medo, tolices que acontecem por vivermos baseados em nossos nervos. Muitos crentes ficam demasiadamente preocupados com os resultados, ao ponto de "coar mosquitos". É bom para a perspectiva do todo que você não enfatize as cousas menos importantes, fora de proporção. Quando cometemos erros de pecado, devemos ser lestos em nos arrependermos. E então, quando reconhecemos um espírito reto restaurado, não podemos repisar os erros. Esqueça-os e avance. Auto-condenação, destrói a fé agressiva e sensível que é tão necessária para operar em Deus, num culto.

LIÇÃO XVIII CÂNTICO NOS CULTOS

Leituras bíblicas: Ef 5:18-21; Cl 3:12-17; I Co 14:15-26; I Sm 16:14-23; II Re 3:11;27; At 16:19-34; Tg 5:13; I Cr caps. 13,15,16; I Cr 6:31-48; Ne 12:27-30; 45-47; Ez 3:10-11; Sl 149; Ex 15:1-21.

I. É-nos ordenado que louvemos e cantemos pelo Espírito de Deus. Ef 5:18-21.

II. É-nos ordenado que façamos isto de todo o coração. Cl 3:12-17.

III. Quando cantamos no Espírito há poder nos cultos.

A - Davi cantou, e o espírito mau saiu de Saul. I Sm 16:14-23.

B -  O cântico estimulou e encorajou o profeta em seu ministério. II Re 3:11-27.

C -  Enquanto os Apóstolos cantavam, Deus abriu as portas da prisão. At 16:19-34.

D -  O cântico foi poderosa arma de Deus para dar vitória na batalha II Cr 20.

E -. Davi escolheu cantores para cantar e adorar diante da presença do Senhor continuamente. I Cr 6:31-48; I Cr caps. 13,15,16. At 15:13-19. Este tabernáculo de Davi está sendo restaurado hoje.

F -  almos nos vêm para louvarmos a Deus pela Sua libertação. Ex 15:1-21.

IV. Quando cantamos no Espírito, estamos operando em profecia.

A -  Distinga cântico no Espírito de cântico natural. I Co 14:15,26.

B -  Distinga também adoração e cântico no Espírito de salmos, hinos e cânticos espirituais. Cl 3:12,17.

C -  Há os que profetizam com harpas (música). I Cr 25:1-31. (Note especialmente os v. 1-7). Este ministério profético da música foi restaurado nos dias de Esdras e Neemias. Ne 12:27-30, 45-47; Ez 3:10-11; Quando os edificadores lançaram os alicerces do templo do Senhor, apresentaram-se os sacerdotes, paramentados e com trombetas, e os levitas, filhos de Asafe, com címbalos para louvarem ao Senhor, segundo as determinações de Davi, rei de Israel. Cantavam alternadamente, louvando e rendendo graças ao Senhor, com estas palavras: Ele é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre sobre Israel. E todo o povo jubilou com altas vozes, louvando ao Senhor por se terem lançado os alicerces da Sua casa. Há diferença entre cantar a Palavra do Senhor e cantar palavras de homens.

LIÇÃO XIX ORAÇÃO E LOUVOR NOS CULTOS

Leituras bíblicas:

Oração: Lc 11:1-28; lc 18:1-14; Mt 6:5-18; Is 56:7; Rm 8:26-27; I Ts 5:17; Ef 6:18; Jr 29:13

Louvor: Sl 95:1,2; Sl 100:4; I Ts 5:18; Fl 4,6; Cl 3:16,17.

I. Oração em nossos cultos

A -  Porque orar? Mt 7:7; 26:41; Lc 18:1; 21:36.

B -  Quando orar?

1. Sempre. Lc 18:1; Ts 5:17; Ef 6:18.

2. Quando em aflição: Sl 118:5.

3. Quando abatido: Tg 5:13.

C -  Como orar?

1. Em nome de Jesus: Jo 16:24.

2. Crendo e perdoando: Mc 11:24-26.

3. No espírito: Ef 6:18.

4. Com a ajuda do Espírito Santo: Rm 8:26,27.

5. Com humildade e confissão de pecados: II Cr 7:14.

6. De todo o coração: Jr 29:13.

D -  A sua oração será respondida? Jo 15:7; I Jo 3:22; 5:14-15; Lc 11:9; Tg 5:16; Mc 11:24; Hb 11:6.

E -  Nossas orações são como o incenso, para Deus: Ap 8:3,4.

F -  Exemplos de oração na igreja primitiva: At 1:14; 4:24-31; 12:5,12.

II. Louvor em nossos cultos.

A -  Precisamos entrar nos Seus átrios com louvor e ações de graças. Sl 100:4.

B -  Louvor e ação de graças são ligados, e nós somos exortados a dar graças e louvores à Deus por todas as cousas. I Ts 5:16-18; Fl 4:4,6; Cl 3:16,17.

1. Damos graças pelas cousas que já nos aconteceram? Não apenas pelas cousas boas, mas por todas as cousas? Rm 8:28.

2. Damos graças pelas cousas que nos estão acontecendo?

3. Temos fé para nos regosijarmos e agradecermos a Deus pelo que nos acontecerá? O povo de Deus deu graças antes de caírem os muros de Jericó. Lázaro - Jo 11:41-43; II Ts 2:13, 14; Rm 4:17-5:5. Abraão - regosijo na fé.

4. Ação de graças, louvor, adoração, são expressões da fé em Deus. Oraçãosem ação de graças pode ser apenas queixume do medo. Fl 4:6-8.

5. Louvamos a Deus e adoramos sem sermos capazes de compreender "porque" as cousas são como são, em nossas vidas.

a)  Paulo e Silas na prisão. At 16:16-34.

b)  Fé em Deus, e não fé na nossa exata interpretação da doutrina. Hb 6:1,2.

c)  Uma ilustração é a sinagoga no primeiro século, quando os crentes precisavam mudar radicalmente a sua observância do sábado, da circuncisão, etc., com a aceitação do Cristo que a sua lei havia profetizado. 

d)  Fé em doutrinas pode ser uma pedra de tropeço, mas fé em Deus pode salvar.

e)   Precisamos crer que Ele existe, e que é recompensador dos que o buscam diligentemente. Hb 11:6.

f)    Fé em Deus tem precedência sobre a nossa fé em doutrinas, desde que:

- A nossa compreensão seja limitada.

- Muitos fatores são incluídos, dos quais somos quase sempre ignorantes.
C - Nossos cultos devem ser cheios com sacrifícios de louvor e de ações de graças. Sl 95:2-5; Cl 3:15,16; Hb 13:15; I Pe 2:9; At 2:46-47.

LIÇÃO XX ADORAÇÃO NOS CULTOS

Leituras bíblicas: Sl 95; Jo 4: 19-24; Cl 3:15, 16; Ml 3:16 - 4:2.

I. Devemos adorar ao Senhor. Sl 95:6,7.

A - O que é adoração? No hebraico, "adoração" significa " encurvar-se" e adoração

contemplativa de Deus. Adorar é mais do que ler a Bíblia e meditar nela. Adorar é mais do que ouvir um sermão. Adorar é mais do que cantar e orar. A oração refere-se às nossas necessidades. O louvor refere-se às nossas bênçãos. A adoração refere-se ao amor e ao serviço do próprio Deus.

B - Eis alguns exemplos bíblicos de adoração. Ex 33:10; 34:5-8; Js 5:13,14; IICr 7:3.

C - O que nos ensinou Jesus a respeito de adoração; Jo 4:19-24.

1. Devemos adorar somente a Deus. Mt 4:10.

2. O Pai procura verdadeiros adoradores. Jo 4:23. O livro do Apocalipse fala quatorze vezes da adoração que encherá toda a eternidade.

3. O lugar onde adorarmos não é importante. Jo 4:19-21.

4. Precisamos adorar em espírito e em verdade. Jo 4:24.

D -  A adoração verdadeira agrada a Deus. Jo 4:23. O adorador também recebe satisfação   espiritual. Sl 16:11. O adorador é humilhado e fortalecido.

II. Devemos reverenciar e temer ao Senhor. Sl 95:8-11; Ml 3:16-4:2.

A - O temor do Senhor faz parte da nossa adoração. Sl 89:7; Sl 4:2.

B - O temor do Senhor é necessário. Hb 12:28; II Co 7:1; Ex 20:20.

C - Note o que a reverência e o temor do Senhor proporcionam a você:

1. Agradam a Deus: Sl 147:11.

2. Proporcionam misericórdia de Deus: Sl 103:11, 13,17.

3. Bênção: Sl 112:1; 115:13.

4. Os desejos do coração: Sl 145:19.

5. Vida prolongada: Pr 10:27.

6. Pureza: Pr 16:6.

7. Satisfação: Pr 19:23.

8. Confiança: Pr 14:26.

9. Elimina outros temores: Is 8:12,13.

III. No Novo Testamento, os crentes constituem o sacerdócio real, Afim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus.

I Pe 2:5,9; Hb 13:5.

A - No Velho Testamento, os sacerdotes eram só da tribo de Levi, mas Deus deseja que todos sejamos sacerdotes de Deus. Ap 1:6, 5:10; 20:6. A princípio Deus planejara que  todo o Israel fosse um reino de sacerdotes para Ele. Ex 19:6. Embora isto tenha sido      rejeitado quanto ao sacerdócio levítico, Isaías profetiza que o Israel espiritual será um reino de sacerdotes para o Senhor. Is 61:6. Esta é a promessa que Pedro está aplicando aos crentes.

B - Precisamos dar ao Senhor uma oferta e um sacrifício de "ação de graças e louvor". Hb  Hb 13:15,16; Sl 119:108; Sl 107:22.

C - Os sacrifícios que Deus aprecia são um espírito quebrantado e um coração contrito.       Sl 51:14-17.

D - Devemos oferecer nossos corpos com "sacrifício vivo" Rm 12:1,2.

E - O crente do Novo Testamento, como o adorador do Velho Testamento, deve adorar o    Senhor com os seus "bens" e a sua "renda" . Pr 3:9,10. Nós também não podemos vir a  Deus com as mãos vazias. Hb 13:16. Nossa contribuição e nossa participação nas responsabilidades da igreja, são sacrifícios agradáveis a Deus. Fl 4:10-19; II Co 9:6-8.    Devemos contribuir segundo propusemos em nossos corações. I Co 16:2: No primeiro   dia da semana cada um de vós  ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade, e vá juntando, para que não se façam  coletas quando eu for. Devemos separar, no primeiro dia da semana, conforme o Senhor nos permitir, a oferta   para a Sua causa.

LIÇÃO XXI PARTICIPAÇÃO NOS CULTOS

Introdução:

Nos tempos néo-testamentários, geralmente as igrejas reuniam-se em casas de crentes. Lemos repetidas vezes de igrejas que geralmente reuniam-se na casa de um dos crentes, v. g. Rm 16:3-5, 23; I Co 16:19; Cl 4:15; Fl 2. Uma parte importante dos seus cultos era a Festa do Amor e a Ceia do Senhor. Talvez a primeira referência a isto encontra-se em At 2:46-47, onde lemos a respeito dos cristãos partindo pão de casa em casa. Geralmente um apóstolo ou um ancião que o representasse, pronunciava a bênção e o agradecimento, e os discípulos partiam o pão, etc.. Em certo momento, durante a festa, eles saudavam uns aos outros com ósculo santo. Este beijo santo é mencionado em I Co 16:20 eem II Co 13:12. Parece que a Festa do Amor caiu em abusos, pois há referências que indicam isto no Novo Testamento: I Co 11:17-34; II Pe 2:13; Jd 12. Concílios eclesiásticos posteriores baniram a Festa do Amor, e condenaram-na devido aos problemas que se levantaram a respeito da sua observância. A Ceia do Senhor, instituída pelo Senhor, continuou a receber a ênfase dos "pais" da igreja primitiva. A igreja primitiva era uma unidade espiritual muito íntima. Era espiritual e mística, contudo mais informal e com laços humanos mais apertados do que vemos hoje. A sua participação, a sua hospitalidade, a sua ministração de uns para com os outros, sim, o seu amor profundo uns pelos outros, quando se reuniam para adorar a Deus juntamente - estas cousas faziam deles verdadeiros participantes. A maioria dos crentes, hoje em dia, nos cultos da igreja são meros espectadores e não participantes.

I.  Regras básicas para os nossos cultos.

A - Participação variegada é a regra. I Co 14:26.

B - Toda a participação deve ser ungida. I Co 2:1-5. O Apóstolo recusava-se a ministrar baseado na eloqüência humana. A unção carismática era essencial.

C - Toda a participação deve ser edificante. I Co 14:5-13, 18, 19, 23-28.

D - Todo o atrito, disputas e lutas deveriam ser evitadas. II Tm 2:14-16,23-24; Fl 2:3, 14-15.

E - Crentes, identifiquem-se com o corpo local de crentes, e tomem parte em tudo a que Deus está fazendo hoje.

II. Discuta as várias maneiras pelas quais podemos participar mais dos cultos.

III. Definição de ministério do corpo.

Leia I Co 12:12-31 e Ef 4:15,16. Destes versículos, pode você elaborar uma definição de ministério do corpo?

IV. Discuta as duas formas pelas quais o ministério do corpo opera nos cultos, de um membro para  outro.

A - O fluxo de amor e fé, de um membro para outro, nos cultos. II Ts 1:3.

B - O fluxo de louvor e adoração de cada adoradores para o Senhor, nos cultos. Ef 5:18-21; Cl 3:15-17.

LIÇÃO XXII PROFECIA NOS CULTOS

Veja mais informações em nossa ESCOLA PARA PROFETAS. 

Leituras bíblicas: I Co 12:10; I Co cap. 14; Jl 2:28-32.

Introdução:

Visto que o Espírito Santo está restaurando os dona do Espírito nos cultos (I Co 12:4-11), há necessidade de estudar de novo o encorajamento e as instruções quanto à profecia nos cultos.

1. O que é o dom de profecia?

Revestimento da graça para profetizar pelo Espírito. I Co 12:7-11. Definição de profecia:

A - Profecia é uma palavra divinamente inspirada e ungida.

B - Profecia é uma palavra sobrenatural dada por Deus a uma pessoa, em linguagem conhecida dela.

II. No Velho Testamento é profetizado que os homens haveriam de profetizar nestes dias.

At 2:14-21.

III. No Novp Testamento enfatiza o profetizar.

Leia I Coríntios, capítulos 11 a 14. A profecia é mencionada 22 vezes. Esta ênfase indica duas   cousas:

A - A importância do dom de profecia.

B - A urgência da necessidade da sua regulamentação. Ferramentas poderosas são de muito valor, mas sempre requerem manuseio cuidadoso.

IV.  O dom de profecia deve ser universalmente recebido pela igreja - porque ele é para todos:

At 2:14-18; I Co 14:1,5,24-25,31.

V. Escôpo e propósitos do dom de profecia:

A - Falar à igreja sobrenaturalmente. I Co 14:3a.

B - Edificar a igreja. I Co 14:4

C - Exortar a igreja. I Co 14:3b.

"Exortar" (grego) significa "chamar para perto", e é traduzido "encorajamento". Não significa repreender. Repreensão ou reprovação deve geralmente partir do ministério da Palavra de Deus. II Tm 3:16-4:2. Não repreenda um presbítero: trate-o com irmão.

D - Consolar a igreja. I Co 14:3b, 31.

E - Ensinar a Igreja. I Co 14:31.

Não confunda isto com o ofício de mestre, que indica "autoridade".

F - Convencer os incrédulos. I Co 14:21-25.

Isto pode-se aplicar também aos indoutos, pois o propósito das línguas, originalmente, era ser  um sinal para os incrédulos, mas são rejeitadas.

G - Mulheres e crianças também podem ter este dom. I Co 11:5; Jl 2:28.

H - Todos podem tê-lo. I Co 14:1, 24,31.

VI. Profecia é uma emanação da divina palavra-viva de Deus, e essa palavra é unificante, criativa,  vivificante, e comunicadora de fé.

Ez 37:1-14; Rm 10:6-8,17.

Portanto, devemo-nos expor à emanação profética tanto quanto possível. Você é que o que você  come: uma dieta divina cria uma divina manifestação em sua vida. É por isso que Paulo recomenda a profecia nos cultos, em I Co cap. 14.

VII. Instruções e encorajamento dados pela Bíblia à profecia, se Deus lhe deu o dom de profecia:

A - Não apague o Espírito. I Ts 5:19.

B - Não entristeça o Espírito. Ef 4:29-32.

C - Não despreze as profecias. I Ts 5:20.

D - Não negligencie o dom. I Tm 4:14.

E - Desperte o dom. II Tm 1:6.

F - Mordomia e fidelidade. I Co 4:1-2.

LIÇÃO XXIII A PALAVRA DE DEUS NOS CULTOS

Leituras bíblicas: II Tm 3:13-4:5; I Tm 4:13; Cl 3:16,17; Sl 1.

I. No Novo Testamento, as escrituras tinham lugar importante no culto.

Cl 3:16; I Tm 4:13; II Tm 3:13-4:5.

A - A igreja primitiva lia a Bíblia em conjunto.

B - Pregavam das escrituras. Exortavam das escrituras.

C - Cantavam das escrituras.

II. A leitura pública das escrituras era uma função importante, quer do Velho Testamento, quer do  novo.

Nos templos:

Ex 24:1-8; Dt 31:9-13; Js 8:30-35; II Re 23:1-3; Ne 8:5-12; Cl 4:16.

III. As escrituras são a Palavra de Deus inspirada, e nos são dadas para cumprir vários propósitos   divinos em nossas vidas. II Tm 3:13-4:5.

A - São capazes de nos fazerem sábios para a salvação. v. 15.

B - São úteis para doutrina, repreensão, correção, instrução na justiça. II Tm. 3:16.

C - Podem levar-nos à perfeição, preparando-nos completamente para toda a boa obra.

D - São o cerne do nosso ministério, e dos cânticos e adoração. Cl 3:16,17.

E - São a agência para a nossa purificação e santificação espiritual. Sl 119:9; Jo 15:3; 17:17; Ef 5:26.

F - São o cerne da fé e do poder espiritual. Jo 15:7.

G - São essenciais para o crescimento espiritual. II Pe 3:18.

H - São a nossa arma na luta contra Satanás. Ef 6:17.

I - São a base essencial para a nossa segurança e sucesso nesta vida. Sl 1; Js 1:8:

"Não cesses de falar deste livro da lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo a tudo quanto nele está escrito; então farás prosperar o teu  caminho e serás bem sucedido".

IV. Temos nós dado às escrituras esse lugar importante nos nossos cultos? Você negligencia as escrituras na sua vida pessoal diária?

LIÇÃO XXIV MINISTRAÇÃO PESSOAL NOS CULTOS

Leituras bíblicas: At 9:10-19; Mc 6:7-13; At 19:1-7; At 22:7-21; Is 58:6-12; I Tm 4:14; Lc 10:1-20; Tg 5;14-16; I Tm 1:18,19; Mt 10;18; Mt 28:18-20; II Tm 1:6,7.

I. O que é ministração pessoal?

Ministração pessoal é a experiência ou o recebimento de uma bênção ou de uma experiência escriturística, através da ajuda ou da ministração espiritual de um ou de mais ministérios do Corpo de Cristo. Exemplo disto é encontrado em At 9:10-19; At 22:7-21. Aqui Ananias ministra a Saulo de Tarso. Este, mais tarde chamado Paulo, recebe certeza de salvação, cura da  sua cegueira, batismo nas águas, o batismo com o Espírito Santo, e uma profecia pessoal a  respeito de experiências futuras. Em Rm 1:11 e 12, vemos o apóstolo Paulo falar que desejava ver os irmãos para repartir (impartir) dons espirituais.

Desta forma, o ministério pessoal é a outorga de uma experiência ou dom escriturístico a um      crente em particular. Por exemplo, se um crente está doente, e um presbítero o unge com óleo e ora por ele, e o doente é curado, (Tg 5:14), isso é o ministério pessoal de cura.

II. O Senhor dá aos seus servos ministério para que o dêem a outros?

Sim, de graça receberemos, de graça dai. Mt 10:1,7-8; Mc 6:7,12-13; Lc 9:1,2; Lc 10:1-9, 17-20; Ef 3:7; Cl 1;28,29.

III. Quais são as experiências ou dons que eu posso receber quando outros crentes ministram a mim?

A - Libertação e perdão de pecados. Jo 20:21-23; Mt 16:19; Mt 18:18-20; Is 58:6-12.

B - As ordenanças da igreja:

1.  Batismo nas águas. Mt 28:18-20; Mc 16:15,16.

2.   A Ceia do Senhor. I Co 11:23-26.

3.   Lava-pés. Jo 13:3-17.

C - Cura e libertação de opressão demoníaca. Mc 16;17-18; Tg 5;14-16.

D - Batismo do Espírito Santo. At 8:14-24; At 19:1-7.

E - Dons do Espírito Santo. I Tm 4:14; II Tm 1:6,7.

F - Profecia diretiva pessoal. I Tm 1:18,19; I tm 4:14.

G - Imposição de mãos.

A imposição de mãos pode ser o veículo da comunicação da maioria das experiências  relacionadas acima, mas é também o meio de ordenar e separar ministérios, tais como os presbíteros da igreja local, diáconos, missionários apostólicos, etc.. I Tm 5:17-22; At 6:5,6; At 13:1-4.

IV. Várias destas experiências podem ser dadas a um crente de uma só vez?

Sim. At 9:17-19; At 19:6; At 10:43-48.

V. Que advertências devem ser feitas aos que estão buscando ministério pessoal?

O crente deve buscar e aceitar ministério apenas daqueles ministérios que são capacitados pelo  Espírito Santo e comissionados pelo Senhor Jesus para comunicar esse ministério. Ordenação e  comissão dadas por uma denominação organizada, não significam que aquele ministério tenha   algo para comunicar. Este ministério é dado por Deus, e não pelo homem. Muita confusão e decepção tem resultado de mãos "vazias" serem impostas sobre os interessados. Sem dúvida uma pessoa não pode comunicar do que  não possue.

O crente deve buscar instruções e orientação dos ministérios capazes a guiá-lo pela sabedoria de Deus. I Tm 4:3; II Tm 4:3-5; II Pe 2:1-3; At 19:29,30.

 

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