Lição 11 - O Nível Certo

Textos Bíblicos: Hebreus 12:5-11; Gálatas 5; 2 Coríntios 5:14-16; Apocalipse 3:14-22.

Por muitos anos a Palavra do Senhor vem enfatizando a importância de relacionamentos corretos. Temos aprendido que somos vulneráveis quando os nossos relacionamentos não são corretos. Esta verdade é importante para cada um de nós, pois tudo que funcionará adequadamente no Reino de Deus estará relacionado a ela.

Nós todos passamos por problemas e testes que Deus permite a fim de nos disciplinar (Hebreus 12:5-11). É possível aprendermos por caminhos mais fáceis, isto é, por algo menos drástico que a punição do Senhor, para chegarmos ao que Ele deseja? Não seria maravilhoso se fôssemos tão diligentes em andar com um espírito reto antes de receber os nossos castigos quanto o somos depois dEle tratar conosco? É importante considerar isto quando estudarmos os relacionamentos, pois quando eles não são corretos nós ficamos vulneráveis.

Um relacionamento correto alimentará você e se tornará uma fonte de alimento para os outros, mas um relacionamento errado nunca é adequado, porque alguém está sempre procurando um nível errado. Um ministério espiritual forte sempre encontrará muitas pessoas querendo se relacionar com ele; e ele deve ser cuidadoso, porque muitas vezes elas querem algum relacionamento especial em um nível humano. Elas aspiram aquilo; pensam que são bem sucedidas quando são algo especial para ele em um nível humano. Isto não deve ser permitido. Do mesmo modo, muitos ministros anseiam por um relacionamento especial com o ministério que o gerou, porque eles querem ser uma espécie de “filho favorito” ou “Timóteo particular” (1 Timóteo 1:1,2; 2 Timóteo 1:1,2). Tal relacionamento feri-los-á porque estão se apegando a algo que Deus terá de quebrar, e quando isto acontece, eles normalmente sofrem um sentimento de desilusão.

Se quisermos ser profetas e profetizas do Senhor nos movendo na Terra, então é muito importante que de nenhuma forma permitamos que as igrejas locais se tornem belas fraternidades sociais. É muito importante que aprendamos a nos relacionar uns com os outros num nível espiritual. Se falharmos em fazer isto e nos permitirmos relacionar num nível mais baixo, Deus dissipará isto de qualquer maneira (Isaías 40:24; Ageu 1:5-9).

Surgem dificuldades quando descemos ao nível de amizade familiar; então usualmente acontece algo que não é bom. É importante que compreendamos os relacionamentos que Deus quer que tenhamos, pois a abordagem dos relacionamentos do Reino – maneira de nos relacionarmos com o Pai Celestial e uns com os outros como irmãos e irmãs – será muito mais pura do que qualquer um de nós é capaz de prever. Mais cedo ou mais tarde nós teremos que mudar para o nível correto em nossos relacionamentos.

2 Coríntios 5:14 e 16 nos dá uma boa base bíblica para este ensinamento. São passagens que a maior parte de nós temos citado diversas vezes. Elas revelam porque temos um problema. “Pois o amor de Cristo nos constrange, porque julgamos assim: se um morreu por todos, logo todos morreram”. Versículo 14. Porque a transferência e a interação dentro do Corpo de fiéis são tão grandes, um relacionamento errado afetará a todos. Um pouco de fermento levedará toda a massa (1 Coríntios 5:6). Portanto o relacionamento na igreja não deve ser no nível da carne. Isto não se refere a algo imoral, nem a pessoas que tem amizades especiais em detrimento de outros. Isto se reduz ao fato de que nós nos relacionaremos no nível do espírito no Senhor, ou Deus mesmo tratará com os relacionamentos carnais.

Se um pastor é por natureza expansivo e amável, ele pode ser a causa de muitos tratamentos que as pessoas experimentam, porque não estão se relacionando com ele corretamente. Se ele vê isso acontecendo, deve desenvolver uma consciência acerca de relacionamentos que é contrária à sua própria natureza. Isto o levará a se relacionar com todos num novo plano, mesmo com os seus parentes mais próximos. Tudo deve mudar porque todo relacionamento tem que ser espiritual. Eu não posso expressar o quão profundamente sinto que o Reino de Deus na sua pureza e poder está intimamente ligado a um relacionamento correto, a um espírito reto, muito mais do que temos conhecimento. “Assim que, nós, daqui por diante, a ninguém conhecemos segundo a carne; e, se antes conhecemos a Cristo segundo a carne, já agora não o conhecemos deste modo”. (2 Coríntios 5:16). Como Paulo, devemos de agora em diante determinarmos-nos a não conhecer nenhum homem segundo a carne. Mas, o que acontece quando você vê um de seus irmãos vivendo e andando na carne? Se você também está vivendo na carne, o julgarás, desculpa-lo-á ou mesmo condenarás suas ações. Você se colocará no lugar de juiz; então em vez de ajudá-lo, se relacionará com ele na carne. O que nós queremos ter é pureza em nossos corações, para ter um espírito puro diante de Deus. Quando andamos na luz assim como Ele está na luz, temos comunhão uns com os outros e o sangue de Jesus nos purifica de todo pecado (1 João 1:7). Há um fluir constante de relacionamento correto, e então todos entram nele.

Bem-aventurados os puros de coração porque eles verão a Deus (Mateus 5:8). Mas eles verão a Deus em seus irmãos e suas irmãs; eles verão a Deus nos pequeninos. Onde quer que Deus esteja eles O verão. Por que são puros de coração, sua visão está sempre sintonizada em Deus. Como resultado eles não vêem a carne, mas o que é do Espírito.

À medida que o Senhor corrige as nossas atitudes para com o relacionamento, nós amadurecemos grandemente. Literalmente nos tornamos uma família e então todos os que chegam para o nosso meio sentem o espírito de família. Como nós alcançamos isto? Nós não operamos a partir da carne, mas a partir de um relacionamento correto com Deus. Quando o nosso relacionamento com Deus é correto, não podemos ver, nem avaliarmos-nos uns aos outros segundo a carne.

Paulo escreveu: “Mesmo que tenhamos conhecido a Cristo segundo a carne, contudo agora não O conhecemos deste modo” (2 Coríntios 5:16). Será que Paulo conheceu a Cristo segundo a carne? Não é provável. Presumimos que seu primeiro relacionamento com Cristo foi quando ele O viu na estrada de Damasco, na revelação da Sua glória (Atos 9:3-5). É duvidoso que Paulo tenha tido qualquer contato físico com Ele, no nível humano. Se assim fosse ele certamente o teria mencionado. Ele fala que é “um apóstolo nascido fora de época”, e que viu o Senhor após a ressurreição (1 Coríntios 15:8). Portanto, devemos admitir que ele próprio se envolveu num relacionamento humano, mas reconheceu fato de que há maneiras pelas quais podemos nos relacionar com Cristo, como se Ele fosse uma pessoa em carne. De fato, se você anda segundo a carne, duvido que possa ter uma atitude pura para com o Senhor. Duvido que você possa irromper no Senhor, porque só os puros de coração verão a Deus (Mateus 5:8).

Se você vê realmente o Senhor enquanto anda na carne, terá uma visão distorcida dEle. De alguma forma, você projetará para Ele as suas próprias limitações carnais. É por isto que o Senhor falou à Igreja de Laodicéia: “Unge teus olhos com colírio para que possa ver” (Apocalipse 17: 18). Eles estavam andando tanto na carne que nem podiam ver que eram coitados, miseráveis, pobres, cegos e nus. Não tinham consciência de que aquelas condições existiam. Por isso Ele disse: “purifiquem-se e obtenham o colírio para que possam ver suas necessidades” (Apocalipse 3:17,18).

Provavelmente nós todos somos suficientemente carnais para observar estes mesmos problemas uns nos outros. Quando vemos aquela velha carne em nosso irmão ou irmã, parece estranho que eles não vejam isto neles próprios, mas eles não vêem. A cegueira do caminhar carnal é a razão pela qual as pessoas não podem se relacionar com o Senhor adequadamente. Você não pode mesmo se relacionar com o seu próprio coração, muito menos com os outros, enquanto não chegar diante do Senhor desejando primeiro o Seu Reino e a Sua justiça (Mateus 6:33). Então tudo subirá ao nível certo. O que aconteceria se você sentisse que necessita de um amigo pessoal íntimo? Os maiores distúrbios numa igreja são causados por aqueles que gravitam juntos porque “eles tem de falar com alguém”. Fale com Deus! Se alguém está tendo um problema, pode dirigir-se aos presbíteros que Deus colocou sobre ele. É claro que alguns dirão que os presbíteros não os compreendem, mas eles não deviam ser tão rápidos em pensar desta maneira. Os presbíteros podem estar tendo problemas também; nós estamos todos crescendo juntos no Senhor. Onde Deus coloca autoridades não coloca necessariamente a perfeição, mas justamente porque Ele ainda não criou a perfeição não despreze aquela autoridade. Deus a colocou ali para o seu bem.

Muitas vezes, após um culto, você pode ver um grupo de pessoas se ajuntar do lado de fora. Elas ajudam-se umas às outras? De modo nenhum. Por outro lado, se um profeta escolhesse uma meia dúzia de pessoas como estas na igreja e lhes mandasse que não falassem umas com as outras, veria o nível espiritual daquele corpo subindo imediatamente. Há certa insistência nas pessoas: “Preciso de alguém que compreenda a minha natureza e simpatize comigo”. Conscientize-se de que só há uma forma de irromper para um caminhar com Deus: a natureza carnal tem de morrer (Romanos 8:13). Isto é o que o Reino realmente significa.

Algumas pessoas me dizem: “Desejo muito me relacionar com você”, entretanto não quero me relacionar com elas como homem. Só quero me relacionar como oráculo de Deus. Não quero ser nada no nível humano. Você precisa perceber a verdade que há por trás disto, porque pode ser que você sinta que precisa de um amigo íntimo, mas quanto mais você se esforça por uma satisfação pessoal a um nível humano, menos satisfeito ficará com o seu relacionamento, e mais cedo ou mais tarde ele se romperá. Temos visto acontecer isto repetidas vezes. Os laços e relacionamentos permanentes são os laços puros que estão surgindo no Espírito.

Quando uma pessoa se sente insegura, ela pode tentar um relacionamento à sua maneira. É uma reação de insegurança. Não tente comprar um relacionamento; isto não pode ser comprado. Quando alguém tenta me dar um presente eu analiso o que está por trás dele. Se estiver motivado pela carne e não estiver andando com Deus, eu recuso o presente. Isto já aconteceu várias vezes (Além do mais, geralmente o presente é algo que ele não pode sequer adquirir). Quando alguém tenta comprar um laço com você num nível carnal, ele pode se tornar num parasita espiritual que sugará vida de você. Você não precisa deste tipo de amizade, nem ele. Você pode se relacionar corretamente até com uma criancinha e haverá uma ministração mútua entre ambos, mas quando alguém que é imaturo e inseguro quer forçar um relacionamento pessoal, instintivamente você se descobrirá afastando-o de você. As pessoas não gostam de ser tratadas desta maneira, e geralmente se desapontam com isto. Isto não devia acontecer se elas pudessem entender que é somente uma manobra pela qual Deus lhes está ensinando a se relacionarem corretamente. Deus quer que nos relacionemos corretamente.

Os que estão se relacionando ao nível do Espírito tem laços fantásticos uns com os outros. Quando um deles está necessitado, os outros o abençoam e cuidam dele, mas não num nível social. Por exemplo, dois irmãos podem andar juntos por anos com uma dedicação profunda ao que está surgindo no Reino e nunca serem amigos íntimos. Eles podem nuca visitar a casa um do outro nem mesmo sentar juntos para almoçar. Por ser um relacionamento assim tão puro, ele perdura; nunca há um atrito sério entre eles, porque o seu relacionamento nunca entra num nível errado. Os problemas surgem quando alguém se apega a você, porque pensa que necessita receber algo num nível carnal. Quando não consegue isto, então se retrai; e, pela retração ele corta a si mesmo de qualquer fluxo espiritual que poderia ter recebido.

Se fôssemos identificar as igrejas que tem tido problemas, chegaríamos à conclusão de que são aquelas que tiveram muitos acontecimentos sociais, tais como almoço para homens; e onde havia também pessoas indo às casas uns dos outros para se confraternizarem todo o tempo. É daí que os problemas surgem. Claro que muitas igrejas denominacionais não funcionam acima do nível da alma; conseqüentemente, isso é tudo o que eles tem para mantê-los juntos na igreja. Observe, porém, quantos problemas tem aquelas igrejas; e elas também não tem uma verdadeira adoração. Quão violentamente o Senhor extirpa os relacionamentos carnais!

Gálatas capítulo 5 nos ajuda a definir a carne. Descreve as obras da carne. Quando você as lê, define se são ligadas com um relacionamento correto (isto é, a nível espiritual), ou a um relacionamento errado (carnal). A palavra grega para “obras” é erga, da qual a palavra energia é derivada. Estas são as obras da carne – as energias, as ações produzidas pela carne. Observe que cada uma delas abrange um relacionamento.

“Ora, as obras da carne são conhecidas, e são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, cousas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já outrora vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais cousas praticam”. (Gálatas 5:19-21). Isto é que, afinal de contas, é o nosso caminhar com Deus – penetrar no Reino de Deus. Onde quer que a carne se manifeste num relacionamento de uma pessoa, ela não entra no Reino. A carne a exclui. O Reino não vem automaticamente.

Isto significa que retornaremos a uma porção requisitos legalistas? Pode parecer que sim, porque teremos que aprender que o nível de discipulado deve ser puro. Nós andaremos em pureza diante do Senhor. “Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus” (Mateus 5:8). Mateus 6:33 nos manda buscar primeiro o Reino de Deus e a Sua justiça. Estas duas coisas andam juntas: não entraremos no Reino sem pureza no nosso espírito para com Deus. E quando o nosso espírito está reto com Deus, estará reto também com os outros.

Qual é o fruto do Espírito? “... Amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas cousas não há lei”. (Gálatas 5: 22b, 23). O fruto do Espírito é o que o Espírito faz surgir em nossas vidas. À medida que saímos do nível de relacionamento e manifestação da carne e nos movemos inteiramente para o Espírito, veremos que outras mudanças ocorrerão em nossos relacionamentos.

“E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências. Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. Não nos deixemos possuir de vanglória (tentando nos afirmar) provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros”. (Gálatas 5:24-26). Quando você está na carne se sente ameaçado, e ameaça aos outros. Sua posição ou seu lugar está ameaçado. Você se sente como se todos estivessem tentando tomar o seu lugar e lhe colocar para fora. Isto é uma manifestação de imaturidade e insegurança carnal.

Se surge alguém que pode fazer a sua tarefa melhor que você, porque não deixá-lo fazer? Você não estará ameaçado; ao contrário, estará apto então, a se mover para o próximo nível. Você pode buscar a Deus com relação a coisas que são mais importantes do que as que você está fazendo agora. Recuse-se a ser ameaçado por qualquer coisa! Porque você se sentiria inseguro? Talvez a sua atitude seja a de que você deve se apegar a tudo que possa; mas está é a área na qual Deus está tratando o Seu Povo. Enquanto tudo não for realmente colocado no altar diante do Senhor, você estará ameaçado. Estará “ameaçando (provocando) uns aos outros”, e não devemos ser assim. Devemos edificar uns aos outros, não ameaçar e provocar uns aos outros. Trabalhamos para edificar o Corpo de Cristo com toda a força dos nossos corações. E onde temos sucesso olhamos aos que geramos com grande alegria no coração.

Quando Paulo escreveu para alguns membros da Companhia Apostólica, ele os chamou de “minha de alegria e coroa” (Filipenses 4:1). Eu me sinto da mesma forma. Enquanto não puder ver surgirem aqueles profetas que podem ministrar a mim, não me sentirei como realmente tendo produzido o que Deus deseja. Estou sendo ameaçado por eles? Justamente agora estou sendo sustentado por aqueles a quem estou trazendo à luz no Espírito. Não estou sendo ameaçado por eles. Estou sobrevivendo por eles! Por causa deles, estou irrompendo em tudo o que o Senhor tem para mim. Nós somos cooperadores da fé uns dos outros (2 Coríntios 1:24).  

Cuidado para não tomar esta verdade num nível superficial. Não estamos mandando vocês deixarem de falar uns com os outros, pensando que assim fazendo estarão sendo “espirituais”. O que queremos é tão somente ver o fim dos relacionamentos carnais. Estamos aprendendo acerca de relacionamentos no Espírito, e não sobre isolamento no Espírito. O fruto do Espírito é o que deve crescer em sua vida; amor – o amor se relaciona com todos – alegria, paz, benignidade, paciência, bondade, fé, mansidão e temperança; todas estas coisas o levarão a se relacionar no Espírito (Gálatas 5:22,23). Elas criam um relacionamento no Espírito, e é isso que estamos buscando. Queremos este profundo relacionamento que o Senhor está trazendo para nós.

Nossos relacionamentos devem se desenvolver em três níveis: primeiro, nós nos relacionamos como irmãos e irmãs na família do Pai, em toda pureza. É aí que começamos. Isto se aplica também aos casados; eles tem de se relacionar antes de tudo como irmãos e irmãs na família do Pai. Esta é a base primária de um relacionamento matrimonial. Depois nos relacionamos como ministros. Então o casamento ou qualquer outro relacionamento a que Deus nos levar será saudável.

Um casamento não será saudável se um conjugue declara: “Nós colocamos o nosso relacionamento de marido e mulher em primeiro lugar”; e eles permitem que o seu relacionamento espiritual seja de menor importância. Os casamentos serão firmes e continuarão assim, se o casal estiver andando em pureza diante do Senhor, se realmente o seu relacionamento como irmão e irmã na família do Senhor estiver funcionando.

Quando duas pessoas começam a andar como irmão e irmã, o próximo passo será o relacionamento como ministros. Quando eles veem isto se desenvolver, e isto funciona, então Deus pode possivelmente levá-los a um relacionamento de casamento. O que acontece se o relacionamento não se realiza? Seria bom examinarmos o que acontece no mundo. Quando duas pessoas se amam mutuamente e se casam, cedo se defrontam com o problema básico de que não podem viver juntas. Talvez tenham excelente desempenho sexual; o relacionamento de macho e fêmea pode não ser mesmo o problema deles. Ao contrário, todas as outras situações irritantes criaram o problema. Eles discordam sobre dinheiro e vários outros assuntos, porque não estão se ajudando. O problema é a carne. Deus nos fez homem e mulher, mas disse: “os dois serão uma só carne” (Gênesis 1:27; 2:24).

Na medida em que entramos nos dias do Reino, devemos declarar a intenção e propósito de Deus como está descrito em Malaquias 2:15, 16: Deus quer um só espírito. Malaquias falou do quanto Deus odeia o divórcio, porque Ele está buscando um só espírito. Se pudermos obter aquela unidade de espírito – não somente em nossos casamentos mas em nosso caminhar juntos como um Corpo – então nossos relacionamentos cuidarão deles próprios.

Palavra Vivente
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