Lição 06 - Como Seu Reino Prevalecerá

Nós estamos num tempo de grande conflito espiritual, mas sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o Seu propósito (Romanos 8:28). Isto nos coloca numa posição sem igual, dando-nos a certeza de que qualquer coisa que seja conspirada contra nós será impedida na bênção geral do Senhor. Nós estamos na expectativa de ver o grande impulso das eras: ver o evangelismo do Reino alcançar o mundo todo. Deus tem nos preparado para isto durante muitos anos. “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo...” (Mateus 24:14)

A violência da fé persistente, à qual o Espírito Santo tem nos guiado durante anos, não é uma violência física. Nossa violência é aquela da qual Cristo falou em Mateus 11:12 “... o reino dos céus é tomado por esforço, e os que se esforçam se apoderam dele”.Eu tenho confiança diante Deus de que nenhum de nós jamais será culpado de lançar mão de violência física. Nós não saímos com espada ou lança, mas saímos em nome do Senhor, crendo que os reinos deste mundo, em sua arrogância e rejeição a Cristo, serão trazidos a se curvarem perante o Senhor (Filipenses 2:10). Nossas armas não são carnais - isto tem sido repetidamente enfatizado -, mas são poderosas em Deus para a demolição de fortalezas, capazes até de levar cativo todo pensamento e imaginação do coração humano à obediência de Cristo (2 Coríntios 10:4, 5). Este é o nosso chamado em Deus. É muito importante que esta violência não seja mal interpretada como sendo física. Mesmo que a violência possa vir fisicamente contra nós, não devemos nos vingar neste nível. Este é o ensinamento do nosso Senhor Jesus Cristo.

A caça aos espíritos elementares por meio de revelação e a declaração de julgamento sobre eles têm aberto muitos campos de bênção e ministração. Através da revelação temos começado a amarrar os principados e potestades. Se vamos ver esta nação se voltar para Deus, será numa base espiritual. Mais uma vez lembre-se de nossa posição: violentos serão o nosso clamor e orações a Deus para que esta nação seja preservada em Deus, para que sua bandeira drapeje no Reino. Nós vamos orar e crer por isto.

Poucos cristãos têm fé suficiente para crer que Deus pode preservar este país. Por toda parte existe uma nuvem de desespero e incredulidade sobre as pessoas enquanto esperam por calamidades ou então que o julgamento de Deus caia. Mas nós estamos buscando que Deus traga uma libertação. Nós cremos nisto com todo o nosso coração; e é isto que queremos dizer com “violência”. Ela também é expressada no primeiro mandamento: “Amarás, pois, o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força”. (Deuteronômio 6:5). Tudo em nós está envolvido em amar a Deus e a servi-Lo. Nossa aproximação para com Deus é muito intensa. Nós temos usado a palavra “violência” para descrevê-la, mas talvez os termos “intensidade” e “integridade de coração” expressassem isto mais exatamente.

Como devemos nos relacionar com o Governo?

Nós precisamos estar conscientes do relacionamento entre o Reino de Deus e os reinos deste mundo pois, como povo de Deus, somos apanhados entre os dois. Qual deve ser a nossa atitude para com os órgãos do governo, federais ou locais, e para com o Reino de Deus? Haverá conflito entre sermos cidadãos de nosso país e cidadãos do Reino de Deus? Se lermos as Escrituras cuidadosamente, veremos que existe uma diferença, pois os reinos deste mundo têm de se tornar o Reino de nosso Senhor e do Seu Cristo (Apocalipse 11:15). Em todo reino da terra existe uma arrogância que possui as mentes das pessoas. Como cidadãos do Reino de Deus, nós continuaremos submissos às autoridades governamentais, pagando nossos impostos e vivendo conforme as leis do país, pois não somos revolucionários no sentido de sermos fisicamente violentos. Mas enquanto estivermos fazendo tudo isso também nos lembraremos de que estamos buscando primeiramente o Reino de Deus e a Sua justiça (Mateus 6:33). Nós sabemos onde está a nossa lealdade.

Em sua primeira epístola, Pedro escreveu acerca do Reino: “Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; vós, sim, que, antes, não éreis povo, mas, agora, sois povo de Deus, que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia” (1 Pedro 2:9, 10).

Nós fomos trazidos para o Reino de Deus. Nós não estávamos em lugar algum; nós não éramos ninguém. Mas, agora, somos o Reino de Cristo, um sacerdócio santo. Deus tem nos tornado uma nação, um povo para Sua própria posse. Então como devemos viver? Será que vamos existir nesta terra como se fôssemos algum elemento estranho?

Naturalmente o mundo tem dificuldade em nos aceitar, assim como um órgão transplantado frequentemente não é aceito pelo corpo humano. Filipenses 3:20 diz que a nossa cidadania está nos céus. No entanto, a tradução de Moffat deste versículo diz que somos a “colônia celestial”. Nós não somos um produto nativo desta terra; somos um objeto estranho em meio a este mundo. Assim sendo, é difícil para o sistema do mundo nos aceitar. Cristo nos instruiu quanto a estarmos no mundo mas não sermos parte dele (João 15:19). Por sermos uma criação de Deus, nós não nos encaixamos mais na raça decaída. Deus está nos retirando dela através da obra criativa que Ele está trazendo.

Instruções de como nos comportar neste mundo

Isto não significa que devemos ignorar aquilo que está acontecendo ao nosso redor. 1 Pedro 2:11-25 nos dá instruções sólidas acerca de nosso comportamento neste mundo: “Amados, exorto-vos, como peregrinos e forasteiros que sois, a vos absterdes das paixões carnais, que fazem guerra contra a alma... Por sermos parte do Reino de Deus neste mundo, somos chamados de “peregrinos e forasteiros”. Isto então significa que devemos renunciar à nossa cidadania natural? Absolutamente não! Pedro continua:“... mantendo exemplar o vosso procedimento no meio dos gentios, para que, naquilo que falam contra vós outros como de malfeitores, observando-vos em vossas boas obras, glorifiquem a Deus no dia da visitação. Sujeitai-vos a toda instituição humana por causa do Senhor, quer seja ao rei, como soberano, quer às autoridades, como enviadas por ele, tanto para castigo dos malfeitores como para louvor dos que praticam o bem. Porque assim é a vontade de Deus, que, pela prática do bem, façais emudecer a ignorância dos insensatos; como livres que sois, não usando, todavia, a liberdade por pretexto da malícia, mas vivendo como servos de Deus. Tratai todos com honra, amai os irmãos, temei a Deus, honrai o rei. Servos, sede submissos, com todo o temor ao vosso senhor, não somente se for bom e cordato, mas também ao perverso...” (Eu me pergunto quantos empregados não gostariam que este versículo fosse retirado da Bíblia!) “...porque isto é grato, que alguém suporte tristezas, sofrendo injustamente, por motivo de sua consciência para com Deus. Pois que glória há, se, pecando e sendo esbofeteados por isso, o suportais com paciência? Se, entretanto, quando praticais o bem, sois igualmente afligidos e o suportais com paciência, isto é grato a Deus. Porquanto para isto mesmo fostes chamados, pois que também Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos exemplo para seguirdes os seus passos, o qual não cometeu pecado, nem dolo algum se achou em sua boca; pois ele, quando ultrajado, não revidava com ultraje; quando maltratado, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga retamente, carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; por suas chagas, fostes sarados. Porque estáveis desgarrados como ovelhas; agora, porém, vos convertestes ao Pastor e Bispo da vossa alma.

Pedro deixou bem claro que, enquanto somos cidadãos do Reino de Deus, também coexistimos com este mundo presente. Até que todos os reinos deste mundo estejam totalmente submissos a Cristo temos de coexistir com eles. Isto significa que mesmo quando pensamos que algo é injusto ou até mesmo insensato, devemos cumprir aquilo que é colocado diante de nós, pois esta é a exigência das Escrituras. Mas, se pudermos mudar o que está errado, vamos começar a mudá-lo.

1 Pedro 2:18 apresenta uma linha de ensino que temos de observar cuidadosamente. Escravos recebem ordens para serem submissos aos seus senhores, com todo respeito, mesmo que estes sejam perversos. Uma forma de escravidão foi abolida com a Guerra Civil americana. Os negros não são mais arrancados das matas, trazidos para a América e vendidos como escravos. Hoje em dia os homens encontram outras maneiras de escravizar uns aos outros - por meio do presente sistema econômico, por exemplo. Reconhecendo isto, será que devemos nos rebelar contra o sistema, na esperança de tornarmos o mundo todo livre? É verdade que Cristo quer todos livres, mas Ele não institui reformas por meio da guerra.

A Guerra Civil nos Estados Unidos não foi conforme as Escrituras, e provavelmente foi um dos maiores desastres que já aconteceram na história da América. O mal da escravidão não deveria ter sido vencido através do derramamento de sangue. Deveria ter sido abolido através de meios espirituais - e poderia. Poderia ter sido! Foi a ganância que fez com que homens lutassem uns contra os outros por questões falsamente projetadas como grandes e poderosas, dignas de quase fazer com que uma nação fosse partida em pedaços. Não era isso que Deus queria. Qual é a admoestação bíblica para os escravos? “Lute para ser livre; se você puder obter liberdade, use-a. Se não puder, então sirva a Deus no estado em que se encontra” (1 Coríntios 7:20-22). Cristo não tentou trazer uma reforma social através da violência física. Mas é difícil as pessoas entenderem isso.

Considere a posição das mulheres hoje. Em países considerados cristãos, as mulheres têm muito mais liberdade que em outros países, e estão tentando obter ainda mais. Mas muitas mulheres querem se mover em dominação, não em libertação; elas querem é dominar. Nos Estados Unidos as mulheres já possuem mais imóveis que os homens. Em outras partes do mundo a mulher não tem os direitos que ela goza numa nação com uma herança cristã. Em algumas partes do mundo a mulher é comprada e vendida como se fosse uma vaca; ela é oprimida e considerada sem valor enquanto o homem continua em sua arrogância dominante.

Onde Cristo tem governado, ou onde a Igreja cristã tem tido uma certa influência, tem havido um sal na terra, um instrumento de mudança. Nenhuma grande revolução foi necessária para começar tais mudanças. O reino dos céus vem como o fermento escondido em três medidas de trigo, e logo toda massa é levedada (Mateus 13:33).

Tudo que temos a fazer como cidadãos do Reino é adorar e profetizar

Tudo que temos a fazer como cidadãos do Reino é adorar e profetizar; é nos movermos no que Deus tem para nós, falando uma Palavra viva e vendo-a ser enviada - pois este é o fator que irá mudar as estruturas da sociedade. Nós não precisamos usar de violência física para mudar a sociedade; nós a mudaremos por meio de uma Palavra de Deus.

Mesmo que todas as pessoas endemoninhadas fossem colocadas numa fila e executadas, Satanás não seria derrotado. Os demônios imediatamente entrariam numa manada de porcos ou em outras formas de vida e o problema ainda existiria (Lucas 8:26-33). Nós não vencemos o mal combatendo-o da mesma forma como ele vem contra nós. Como sinceramente desejamos ver Deus Se mover nesta terra, nós nos submetemos totalmente a Ele. Nós temos de alcançar a posição na qual amamos até mesmo os nossos inimigos. Outros podem vir contra nós, mas Deus nos deu uma promessa de que, no fim dos tempos, nenhuma arma forjada contra nós prosperaria (Isaías 54.17). Deus quebrará as espadas de nossos acusadores e nos conduzirá para um nível no qual jamais andamos.

É muito difícil a natureza humana não reagir de modo vingativo contra a perseguição. Quando a natureza humana entra numa situação dessa, não se consegue nada espiritualmente. Deus não pode trazer Sua vitória enquanto a pessoa em questão não se render a Ele no nível do seu espírito para que Ele possa torná-la um instrumento Seu. Nenhum dos exércitos antigos conseguia enfrentar Elias ou Eliseu. Numa determinada ocasião, quando 50 homens vieram para prender o profeta de Deus, ele disse: “Se eu sou homem de Deus, que caia fogo do céu e consuma a todos vocês” (2 Reis 1:10-12). Em outras palavras ele estava dizendo: “Deus, me defenda. Enfrente Você estes inimigos.” Elias estava totalmente dependente de Deus para sua defesa - e Ele o defendeu.

Contudo, pode haver ocasiões nas quais Deus não Se levante para defender determinados servos Seus. Se formos escolhidos para Seus mártires, iremos nos regozijar com o privilégio. Mas se for a vontade de Deus que prevaleçamos pelo Espírito, então vamos crer. É exatamente isto o que Ele tem nos falado: que vamos prevalecer no Espírito. Nós nos submetemos às instituições que Deus levantou, pois sabemos que este é o modo como Ele opera, e é o que Ele nos diz em Sua Palavra.

1 Timóteo 2:1-8 expressa este mesmo pensamento: “Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças, em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranquila e mansa, com toda piedade e respeito. Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade. Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem, o qual a si mesmo se deu em resgate por todos: testemunho que se deve prestar em tempos oportunos. Para isto fui designado pregador e apóstolo (afirmo a verdade, não minto), mestre dos gentios na fé e na verdade. Quero, portanto, que os varões orem em todo lugar, levantando mãos santas, sem ira e sem animosidade”.

Nossa relação com o mundo é para vermos o Reino surgir em glória

Nós temos aprendido a nos relacionar uns com os outros, e temos aprendido a nos relacionar com o Senhor. Mas como vamos nos relacionar com o mundo? Com hostilidade em nossos espíritos? Ou com uma dedicação inflexível para ver o Reino de Deus surgir por todos os meios e canais pelos quais Deus quer que ele surja? Isto deveria ser fácil de entender. Nós oramos para que o Senhor nos dê essa vida linda descrita em 1 Timóteo 2:2.

Na época em que a epístola aos romanos foi escrita, não havia maior hostilidade contra a Igreja cristã do que a que estava vindo do governo romano. Grandes perseguições vieram dos imperadores romanos, às vezes muito injustamente. Quando Nero queimou Roma como primeiro passo para seu projeto de reconstrução, ele culpou os cristãos de terem incendiado a cidade. Milhares de cristãos foram mortos para cobrar o mal que o próprio Nero havia feito.

Muitas coisas injustas serão ditas contra qualquer um que escolha andar do modo como Deus está ensinando aos filhos do Reino. O que você deve fazer como resultado desta perseguição? Mantenha seu coração aberto para Deus e obedeça-O exatamente da maneira que Ele disser. E que tal recusar pagar imposto de renda, ou entrar em greve? Esqueça esse tipo de pensamento. Continue pagando seu imposto de renda, dando a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus (Mateus 22:21). O problema é que o “César” de hoje está tomando muito mais do que deveria. Mas, ainda assim, é privilégio seu votar por proposições legais designadas a restringir aqueles sobre você que fazem exigências injustas e não produzem os serviços pelos quais você está sendo taxado.Esta é uma boa forma de protestar contra a maneira ineficiente com que os impostos têm sido gastos.

Se você quer fazer uma aplicação honesta dos seus direitos, você terá de considerar não somente aqueles que estão sobre você no governo, mas também você mesmo como parte da nossa democracia (pareça ela estar funcionando ou não). O povo também faz parte da força governamental, e deve haver tanta dignidade e respeito pelo seu voto quanto deve haver pelas decisões das autoridades de governo. Todos nós queremos ver as coisas se cumprindo do modo que sabemos ser justa perante Deus. Será que isto significa que vamos entrar para a política? Qualquer cidadão pode entrar numa certa medida de política por causa da sua responsabilidade, como cidadão, de defender o que é certo, pois precisa haver lei e ordem. Pode haver muita corrupção e crime, mas continue se estendendo para o que é justo.

Note o que Paulo nos diz em Romanos 13:1-10 com relação a obedecer ao governo:“Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação. Porque os magistrados não são para temor, quando se faz o bem, e sim quando se faz o mal. Queres tu não temer a autoridade? Faze o bem e terás louvor dela, visto que a autoridade é ministro de Deus para teu bem. Entretanto, se fizeres o mal, teme; porque não é sem motivo que ela traz a espada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal. É necessário que lhe estejais sujeitos, não somente por causa do temor da punição, mas também por dever de consciência. Por esse motivo, também pagais tributos, porque são ministros de Deus, atendendo, constantemente, a este serviço.”

“Pagai a todos o que lhes é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem respeito, respeito; a quem honra, honra. A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto o amor com que vos ameis uns aos outros; pois quem ama o próximo tem cumprido a lei. Pois isto: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não cobiçarás, e, se há qualquer outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. O amor não pratica o mal contra o próximo; de sorte que o cumprimento da lei é o amor”.

As mudanças virão e o Reino prevalecerá

Abra seu coração para esta passagem, pois ela descreve como seremos parte de dois governos: do Reino de Deus e de um reino deste mundo. No momento presente a pedra (o Reino de Deus) cortada da montanha, sem mãos, está batendo nos pés dos governos do mundo, e, eventualmente, os esmiuçará até o pó (Daniel 2:45). Não pense que o mundo vai continuar como está por muito mais tempo. Mudanças acontecerão, mas deixe que tais mudanças venham pela fé, não porque há uma deterioração, uma desintegração, uma degradação no sistema do mundo que Satanás domina. Deixe que as mudanças venham porque o povo que ama a Deus e ao Seu Reino está constantemente exercendo a força da sua fé para cumprir a vontade de Deus na terra.

Ao tomar posse de tudo, Deus irá usá-lo como um instrumento humano em Suas mãos para trazer a Sua vontade na terra. Você não pode viver para Deus e ficar sem se envolver. Você não pode ficar num canto esperando até que Deus tenha terminado. Quando você se levanta e ora: “Venha o Teu reino; seja feita a Tua vontade assim na terra como no céu”, você está orando a oração que Jesus lhe ensinou (Mateus 6:9-13), e está crendo que todo joelho se curvará, e que toda língua confessará que Jesus é o Senhor, para a glória de Deus Pai (Filipenses 2:10, 11).

Se você sente um pouco de medo ou apreensão por aquilo que irá acontecer nestes dias à nossa frente, entregue isto a Deus e ore: “Senhor, ensine-me a como andar com Você, dia a dia, com todo o meu coração, e a não me perturbar por causa daqueles que fazem o mal.”

Senhor, nós O buscamos. Nós não queremos ser um povo temeroso, nem acomodado. Depois de termos recebido tanto de Você, não queremos voltar atrás. Nós queremos aplicar a Palavra que Você tem nos dado do modo como Você diz que devemos aplicá-la. Nós sabemos que não podemos usar meios carnais para trazer um resultado espiritual, pois nossas armas não são carnais; elas são poderosas em Deus (2 Coríntios 10:4). Nós nos estendemos até Você, Senhor, crendo que Você derrubará toda altivez que se levanta contra o Seu conhecimento (2 Coríntios 10:5). Nós cremos na glória final de Deus na terra. Nós cremos na glória final de Deus na terra. Nós cremos que o Reino de Deus irá surgir na terra. Nós cremos na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo como Rei dos reis e Senhor dos senhores (Apocalipse 17:14). Nós cremos que Ele irá governar e reinar, pois este é o Seu direito. Nós cremos que a simples expressão das nossas orações e da nossa fé irá colocar o Seu divino poder em ação e trazer a Sua vontade em toda a terra. Nós nos entregamos a Você, Senhor. Nós nos recusamos a caminhar por qualquer outra palavra que não seja a Sua Palavra. Nós nos submetemos totalmente a Você. Nós nos entregamos tão completamente que, qualquer coisa que Você diga para fazermos, nós a faremos, e em Seu nome. Nós tomamos sobre nós a armadura de Deus para podermos resistir aos poderes das trevas e, tendo feito tudo, prevalecermos (Efésios 6:13). Nós não temos medo, pois sabemos que Cristo está vindo para governar, para ser glorificado em Seus santos (2 Tessalonicenses 1:10).

Palavra Vivente
Reino Net

 

voltar para Ensinos do Reino

left show tsN fwR normalcase|left tsN fwR uppercase bsd b01s|left show fwR uppercase bsd b01s|bnull||image-wrap|news login uppercase b01 bsd|fsN fwR uppercase b01 bsd|fwR uppercase b01 bsd|login news fwR uppercase c05|tsN fwR uppercase b01 bsd|fwR uppercase bsd b01|content-inner||