01. Diáconos Dinâmicos

“Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra” (Atos 1:8).

Receber poder (da palavra grega dunamis). Dinâmico, dinamite e dínamo são palavras do português derivadas de dunamis. Portanto, recebereis dinamite, ao descer sobre vós o Espírito Santo.

A dinâmica, ou dinamite, da Igreja primitiva, consistia no modo como o ministério de um diácono surgia dentre aqueles que estavam cheios do Espírito Santo, a ponto de transbordar. Atualmente, o diácono a ser restaurado na igreja, não será como aqueles geralmente encontrados no conselho de diáconos de uma igreja denominacional, onde homens de negócios são colocados no conselho e ocupados com algumas coisinhas. Muitas vezes este conselho de diáconos é o seguimento menos espiritual da igreja, o qual governa a casa de Deus como um negócio; e mesmo que se descubra a vontade de Deus, esta geralmente obterá votos contra.

Os diáconos dos tempos neotestamentários eram o elemento explosivo do ministério do Corpo. Eles tinham autoridade, contudo, era mais que isso: os presbíteros tinham autoridade, os apóstolos tinham autoridade, mas, na verdade, os apóstolos, nos primórdios da Igreja, não fizeram tantas coisas espetaculares quanto os diáconos. É muito significativo o que Paulo disse quando se endereçou à igreja de Filipos (isto remonta bem ao início da era apostólica): “Paulo e Timóteo, servos de Cristo Jesus, a todos os santos em Cristo Jesus, inclusive bispos e diáconos, que vivem em Filipos...” (Filipenses 1:1). A palavra bispo significa supervisor. A igreja precisa afastar o conceito que tem de bispo, e ver que bispo significa estritamente supervisor.

Foi esta a função que Deus me deu no início desta igreja. Antes que houvesse qualquer palavra sobre uma autoridade apostólica, o senhor me disse: “Você é o presbítero supervisor”. Por que não dizer simplesmente “pastor”? Nós ainda usamos o termo pastor, mas esta também é uma designação da velha ordem; no Novo Testamento não se faz tanta menção de pastores quanto de presbíteros. Embora o pastor seja o ministério mais comum na igreja atual, ele é mencionado apenas uma ou duas vezes no Novo Testamento. (Leia sobre pastores no nosso manual: “A Igreja do Novo Testamento”). Nós não ouvimos falar muito de apóstolos e profetas, porém, nos tempos neotestamentários, os ministérios mais comuns eram os de apóstolos, profetas, presbíteros e diáconos.

O pastor da época neotestamentária, não era pastor de uma única igreja; era pastor de igrejas e tinha um ministério tão viajante quanto estacionário. Embora consideremos o apóstolo um ministério viajante, ele não era necessariamente assim. Por exemplo, por longos períodos de tempo, Paulo permaneceu em um lugar e, muitas vezes, tantos anos quanto um pastor comum atual passa, pensando que é um ministério permanente na igreja.

Atualmente o ministério de um evangelista é pouco entendido; é um ministério quase à parte da igreja. As organizações se esforçam tentando ligar as corporações evangelísticas às igrejas. Elas precisam do sustento das igrejas para fazer grandes campanhas evangelísticas, embora estas campanhas sejam financeiramente, e em outros aspectos, independentes da igreja que fica solicitando a sua cooperação. Na época neotestamentária, o evangelista era um ministério dentro da igreja; era também o que chamaríamos de pioneiro, no sentido que ele fazia as estradas sobre as quais os apóstolos freqüentemente viajavam.

Em Atos, capítulos seis, sete e oito, temos a história de Estêvão que provocou a grande perseguição. Embora Cristo tivesse mencionado em Suas profecias, não foi por uma palavra apostólica que se soube que Deus iria abandonar o templo, mas pelo profeta Estêvão, também evangelista e um dos sete primeiros diáconos, o qual se levantou e profetizou que Deus se afastaria, pois Ele tinha tornado o templo obsoleto. Isto fez com que os judeus o apedrejassem até morrer. Isto, vindo de um dos diáconos, não parece um ministério passivo e fraco, parece?

Após o apedrejamento de Estêvão, Filipe foi para Samaria. Provavelmente eles estavam querendo pegar todos os diáconos, pois estes eram homens que estavam lutando e ministrando, e, neste sentido, eles eram evangelistas. Faziam parte dos ministérios do Espírito que estavam saindo para alcançar a cidade e o campo. Conseqüentemente, as coisas mais espetaculares do Novo Testamento, foram realizadas pelos diáconos mais do que pelos apóstolos.

Os presbíteros e apóstolos estavam mais preocupados em fortalecer o Corpo. Não há menção de um apóstolo viajando no Espírito como Filipe fez naqueles capítulos. Enquanto Filipe batizava o etíope, o Espírito levou-o a um outro lugar, bem longe, e ele continuou pregando. Nós ainda não vimos nada como os estarrecedores e dinâmicos ministérios que a Igreja primitiva tinha. Filipe curou todos os enfermos na cidade de Samaria e todos na cidade encheram-se de alegria. Os diáconos viraram cidades de cabeça para baixo. Os apóstolos também fizeram isto, mas nesta mensagem estamos focalizando o ministério do diácono, para que possamos ver como Deus pretendia que fosse e para que comecemos a trazer à luz o que é necessário agora. Nós temos os presbíteros para ministrarem e cuidarem das necessidades no pastoreio do rebanho. O que precisamos agora é de diáconos, velhos e moços, sem limites de idade, que surjam com este elemento dinâmico, explosivo e creiam: “Vamos fazer isto e fazer aquilo”!

Alguns dos ministérios sob a supervisão dos presbíteros deveriam ser colocados nas mãos dos diáconos. A tarefa de alcançar e ministrar aos outros deveria ser executada, em toda sua força dinâmica, por homens com as qualificações dos diáconos neotestamentários. Até agora, neste caminhar, os presbíteros têm funcionado como presbíteros-diáconos, pois isto tem sido parte do seu ministério. O conceito que temos de presbítero tem abrangido mais do que o necessário, o que deveria ser diferente.

Lembro-me do tempo em que eu era apóstolo, profeta, evangelista, pastor, mestre, presbítero, diácono e zelador, pois não havia mais ninguém que fosse qualquer outra coisa. Mas, à medida que se caminha a centralização da unção ao ministrar deve ser diversificada e distribuída entre tantos ministérios quanto possível. A chave de uma verdadeira igreja neotestamentária, é que todos estejam em ação, todos estejam envolvidos na execução da vontade de Deus na terra, falando e proclamando a Palavra de Deus. É isto que deveríamos estar fazendo com todo o nosso coração.

O sexto capítulo de Atos mostra-nos como deveríamos começar a orar para incendiar os diáconos e futuros diáconos. Estabelecer diáconos era uma coisa que a igreja do Novo Testamento fazia diferentemente de qualquer coisa. Os presbíteros eram escolhidos porque na sua experiência espiritual deveriam ministrar ao Corpo de Cristo. Alguns deles devem ter sido anciãos em Israel antes de entrarem para a igreja. Havia unção e sabedoria repousando sobre eles porque havia muitos anciãos no Antigo Testamento, e este ainda continua a ser um ofício importante. Já em relação ao diácono é diferente. No Antigo Testamento não havia o ministério de servir do diácono. O diácono era uma inovação que Deus criou com um propósito específico. Os diáconos entravam no ofício de modo diferente de como os presbíteros eram escolhidos.

“Então os doze convocaram a comunidade dos discípulos e disseram: Não é razoável que nós abandonemos a palavra de Deus para servir às mesas. Mas, irmãos, escolhei dentre vós sete homens de boa reputação” (Atos 6:2, 3a). Não aconteceu uma eleição; foi pedido à congregação que selecionasse dentre si sete homens de boa reputação, “...cheios do Espírito e de sabedoria, aos quais encarregaremos deste serviço...” (Atos 6:3b). Em outras palavras, foi pedido que procurassem entre os discípulos sete que fossem cheios do Espírito Santo e cheios de sabedoria. “...E, quanto a nós, nos consagraremos à oração e ao O ministério da palavra. Este parecer agradou a toda a comunidade; e elegeram Estêvão,homem cheio de fé e do Espírito Santo” ( Atos 6:4, 5a). Observe as qualificações: “cheios de fé”, “cheios do Espírito Santo” e “cheios de sabedoria”. Eles não foram escolhidos segundo qualificações que não fossem as dos seus espíritos.

Nós não estamos procurando habilidades nos ministérios, que servem só porque têm jeito para isso; estamos procurando pessoas que sejam cheias do Espírito Santo. Eventualmente, neste caminhar, você não será capaz de realizar nada relacionado a este trabalho no Senhor, a não ser que caminhe cheio do Espírito Santo. Nós poderíamos fazer disto quase uma obrigação: antes que qualquer pessoa procurasse trabalho relacionado à Palavra Viva, deveria passar por um período em que apenas esperasse em Deus e se recarregasse do Espírito até que estivesse transbordando. Eu duvido que mãos não consagradas, ou corações que não estejam totalmente cheios de bênçãos sejam capazes de suportar o assalto do inimigo. O que prevalecerá será a plenitude do Espírito Santo. Era disto que os primeiros diáconos precisavam, devido às contendas que já estavam surgindo.

Qualquer um poderia servir um prato de sopa às viúvas. Garçom não é uma profissão que exija habilidades especiais. Mas porque é que eles estavam procurando determinadas qualificações? Porque estava surgindo murmuração na casa de Deus. Havia contenda entre eles: os cristãos de origem grega discutiam com os de origem judaica que davam um jeito de conseguir uma porção maior para suas viúvas. Os gregos diziam: “Vocês estão negligenciando nossas viúvas!” Estavam começando a surgir atritos na igreja do Novo Testamento. Ela era tão abençoada por Deus, com o Pentecostes tão recente, e ainda assim a coisa entrou.

O diabo vem lutando contra esta igreja desde o dia em que ela nasceu, cheia do Espírito Santo. O diabo vem lutando contra ela desde o dia em que foi imaginada. O que é que precisamos ter para frustrá-lo? Como é que nós prevaleceremos sobre todas as coisas que vêm internamente e em nossos próprios espíritos? Temos de estar cheios do Espírito Santo, cheios de Deus, da sabedoria do senhor, do Seu Espírito, cheios de fé. É por isso que a Igreja do Novo Testamento estava buscando o preparo espiritual daqueles homens.

Então encontraram aqueles que apresentaram aos apóstolos: entre eles, Filipe e Estêvão. “Apresentaram-nos perante os apóstolos, e estes, orando, lhes impuseram as mãos”(Atos 6:6). Foi com a imposição de mãos e a impartição. Foi pelo comissionamento apostólico, que os diáconos da Igreja do Novo Testamento surgiram. Contudo, o povo tinha a responsabilidade de achar, em seu próprio meio, homens que tivessem estas excelentes qualificações de serem cheios do Espírito a ponto de transbordar. Este era o ministério mais dinâmico, poderosíssimo.

Atos 6:7-14 nos fala de Estêvão em suas contendas, e de seus acusadores que disseram: “...porque o temos ouvido dizer que esse Jesus, o nazareno, destruirá este lugar e mudará os costumes que Moisés nos deu (versículo 14). Estêvão estava certo. Naquela mesma geração o templo foi destruído e muitos dos costumes desapareceram para sempre. Daquele tempo em diante os sacrifícios acabaram, os antigos costumes do sistema mosaico de sacrifícios nunca mais se repetiram. Estêvão profetizou e foi apedrejado por isso. Estes homens estavam cheios - tão cheios que transbordavam. Estavam num transbordamento permanente.

Observe o que aconteceu por ocasião da morte de Estêvão: “Ouvindo eles isto, enfureciam-se nos seus corações e rilhavam os dentes contra ele” (Atos 7:54). Por quê? “Mas, Estêvão, cheio do Espírito santo, fitou os olhos no céu e viu a glória de Deus, e Jesus, que estava à sua direita, e disse: Eis que vejo os céus abertos e o Filho do homem em pé à destra de Deus. Eles, porém, clamando em voz alta, taparam os ouvidos e unânimes arremeteram contra ele. E, lançando-o fora da cidade, o apedrejaram. As testemunhas deixaram suas vestes aos pés de um jovem, chamado Saulo. E apedrejavam a Estêvão que invocava e dizia: Senhor Jesus recebe o meu espírito! Então, ajoelhando-se, clamou em alta voz: Senhor, não lhes imputes este pecado. Com estas palavras adormeceu” (Atos 7:55-60). Como era maravilhoso o modo como eles viviam e maravilhoso o modo como morriam, cheios do Espírito Santo o tempo todo.

Você pode enfrentar qualquer coisa se estiver assim tão transbordante de Deus. Agora, a chave é esta: Não faça deste caminhar uma série de doutrinas, não o torne apenas uma expressão de culto a Deus, em sua vida. Faça desta vida um transbordamento do Espírito. Podemos eletrizar o mundo com o dinamismo dos ministérios que surgirão, e com os nossos jovens movendo-se em Deus. Mas isto tem de nascer do fato que eles buscam a Deus, caminham com Ele, são dedicados e cheios do Espírito. Isto é fácil? Não. Quantas vezes, ao termos uma experiência no Espírito, em nossas mentes achamos que é fácil? Pensamos que talvez possamos falar em línguas, mas que não precisaremos buscar constantemente que o Espírito de Deus habite em nós em plenitude e transbordamento. A pergunta a ser feita não é: “Você já recebeu a plenitude do Espírito Santo?”, e sim: “Você está cheio do Espírito Santo”?

Estêvão estava assim cheio do Espírito Santo. Há uma diferença entre o conceito que temos e a idéia daqueles jovens em relação ao que estavam fazendo como diáconos. Eles foram comissionados, estavam ungidos e saíram zelosos e corajosamente. Muito da iniciativa que havia sobre eles, algumas pessoas neste caminhar não consideram como pertencentes a diáconos. Alguns de vocês que são diáconos não percebem o seu potencial. Parece que ficam esperando e pensando: “Eu vou fazer o que os presbíteros me disserem para fazer”. Isto talvez signifique limpar o pátio, fazer isto ou aquilo, manter certas coisas em andamento. Precisa haver uma delegação de autoridade, alguém a quem você responda na ordem divina do Corpo de Cristo, mas também precisa haver bastante iniciativa para fazer as coisas. Há homens aos quais se diz: “Vá e compre tal equipamento”; eles saem e o compram. São guiados pelo Senhor. Eles voltam dizendo: “Preciso de tanto” e então fazemos um cheque e lhes damos, sem pergunta alguma.

Não é o momento para se fazer uma pequena reunião do conselho para debater negócios. Estamos interessados no desenvolvimento da iniciativa, da fidelidade e da qualidade de despenseiros, de modo que as pessoas conferenciam, voltam dizendo: “É isto que decidimos que precisa ser feito” e então a coisa acontece, pois vão ao tesoureiro, apanham o dinheiro e fazem o negócio. Precisa haver uma iniciativa tal qual a dos diáconos daquele tempo. Eu acredito que os apóstolos pegavam o dinheiro depositado aos seus pés e diziam aos diáconos: “Alimentem os pobres”. Eles não se preocupavam com quantos seriam alimentados, mas com a eficácia de como isto era feito; e que fosse para a gloria de Deus, para que não houvesse mais contendas na casa de Deus. Os diáconos também saíam pregando, revirando as coisas, lutando, sendo apedrejados até a morte. É surpreendente o que fizeram. Eles tinham iniciativa e uma unção dinâmica.

Eu notei algo que é preciso que vocês vejam, pois é uma das primeiras portas abertas para o ministério da mulher. “Semelhantemente, quanto a diáconos, é necessário que sejam respeitáveis, de uma só palavra (em outras palavras, eles não podem ser vacilantes naquilo que dizem), não inclinados a muito vinho, não cobiçosos de sórdida ganância (isto quer dizer, ambiciosos por dinheiro),conservando o ministério da fé com consciência limpa. Também sejam estes primeiramente experimentados; e, se se mostrarem irrepreensíveis, exerçam o diaconato. Da mesma sorte quanto às mulheres” (I Timóteo 3:8-11a). As pessoas vêem nisto uma referência às esposas de diáconos. Eu não acho que seja isto. Penso que Paulo está falando das mulheres que são diaconisas; há muitas enunciadas no Novo Testamento. Paulo chegou a escrever a uma das igrejas, dizendo-lhes para darem todo o apoio a duas mulheres que estavam servindo (Filipenses 4:3). Havia uma autoridade designada para uma certa área onde elas estavam servindo, em algum ministério específico, e todos tinham de apóia-las e auxilia-las.

É isto o que estamos fazendo. Isto é ser submisso uns aos outros. Eu sou submisso a um irmão para trazer seu ministério à existência e ele é submisso a mim como ministério sobre ele. Assim, sou submisso a este ministério, sirvo e ajudo o ministério que há nele, como também faço com todos vocês. Se surge um diácono, eu sirvo esse ministério, me submeto a ele, e ele crerá, vendo que sou submisso a ele. Esse irmão também será submisso a mim. Eu me submeto à autoridade que Deus coloca em um homem ou uma mulher, encarregado(a) de alguma coisa, pois esta autoridade está ali. É isto o que Deus quer de nossas vidas.

Com relação às mulheres a quem Deus dá um ministério: “Da mesma sorte, quanto a mulheres, é necessário que sejam elas respeitáveis, não maldizentes, temperantes e fiéis em tudo. O diácono seja marido de uma só mulher” (I Timóteo 3:11, 12a). Você pode interpretar isto de várias maneiras. Poderia significar que homens solteiros teriam de se casar se fossem diáconos. Mas não penso que seja este o sentido aqui, este é o sentido que tinha na Igreja primitiva. Algumas pessoas dizem que um diácono não pode ser divorciado e casado novamente. Eu não creio nisto. Acho que teríamos de interpretá-lo como um diácono sendo marido de uma só mulher, agora, e de agora em diante.

Você não pode ditar leis para um homem segundo o que ele foi antes de entrar neste caminhar com Deus, pois se assim o fizer, estará excluindo a graça de Deus. Deus sempre coloca diante de nós a sua lei que é baseada em certos princípios. Ele opera na Igreja por meio de princípios irrevogáveis e não há jeito de contorná-los. Mas Ele está sempre estendendo misericórdia ao ofensor, dando-lhe uma nova chance, para perdoá-lo e purificá-lo. Nós não fazemos concessões em nenhum princípio relacionado a divórcio e um novo casamento. É absolutamente contra a vontade de Deus, mas, quando a pessoa já se encontra nesta situação, nós dizemos: “Está bem, Deus o abençoe, arrependa-se, busque o perdão do Senhor e tenha um novo começo”.

Eu não vejo como você possa encarar isto de outra forma. E quanto a um assassinato? Mesmo após você se arrepender, o homem continua morto. Mas Deus pode perdoá-lo e você pode começar novamente livre. Isto também é verdade em relação a qualquer relacionamento. Efésios 4:28 dizAquele que furtava, não furte mais... O que a Bíblia quer dizer é que faltas e pecados passados podem ser completamente apagados, retificados, como se nunca tivessem existido. Aí então você já obteve a graça de Deus e pode dizer: “Cada um permaneça na vocação em que foi chamado” (I Coríntios 7:20). Se você é casado, não procure divorcio. Se você é solteiro, não procure se casar. Seja qual for a situação em que você se encontrava quando Deus o chamou, Ele há de santificá-la, porque Ele pode apagar o passado e justificá-lo. Isto não leva à insensatez na casa de Deus, mas a um novo entendimento das coisas.

Após dar instruções referentes a diáconos como maridos de uma só mulher e governando bem seus filhos e a sua casa, Paulo escreveu: “Pois os que desempenharem bem o diaconato, alcançam para si mesmos justa preeminência e muita intrepidez na fé em Cristo Jesus. Escrevo-te estas coisas esperando ir ver-te em breve; para que, se eu tardar, fiques ciente de como se deve proceder na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade”  (I Timóteo 3;13-15).

Se você gostaria de ser um diácono ou diaconisa, ateie fogo em você, busque este dunamis, seja cheio do Espírito, vá atrás disso de todo o coração. Há maior necessidade de diáconos do que de presbíteros. Como é que conseguiremos alguns? É melhor esperarmos no Senhor, até achar algumas pessoas cheias do Espírito santo, cheias de sabedoria, cheias deste dunamis do Espírito e então transformaremos este mundo exatamente como o Senhor quer que ele seja transformado.

Amém!

 

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