03. Quando Jesus Nasceu?

Quando Jesus Nasceu?

O Espírito de Deus é sábio. Usando os profetas e apóstolos como agentes, Ele escreveu um livro soberbo, maravilhoso: a Bíblia. É um livro vivo, que tem a capacidade de alimentar tanto bebês como adultos. O recém-convertido lê a Bíblia, e encontra nela o leite genuíno, que lhe pode propiciar o crescimento que ele precisa. O adulto em Cristo, o cristão amadurecido e sazonado, lê a Bíblia, e a cada dia que passa continua a encontrar nela as forças para a jornada da fé, a luz para iluminar o seu horizonte de esperança, a vida para fortalecer o seu amor ao próximo e a Deus.

Várias pessoas têm tentado encontrar erros na Bíblia. Quantas vezes um aparente erro esconde uma verdade maravilhosa, uma verdadeira revelação. Antes da invenção da bomba atômica os cientistas (até os cristãos) liam II Pedro 3.12 e diziam ser impossível acontecer o que Pedro descreve como acontecimento durante a vinda "do dia de Deus": os céus incendiados serão desfeitos e os elementos abrasados se derreterão (ou: se fundirão - ARC). Quando o homem descobriu a ficção atômica, as reservas que a "falsamente chamada ciência" fazia em relação à Palavra de Deus caíram por terra, e os cientistas foram obrigados a admitir que Pedro, um simples pescador "iletrado e indouto", havia tido a revelação de algo que veio a acontecer apenas em 1945.

As aparentes incoerências encontradas na Bíblia - disto pode estar certo o leitor - sempre escondem revelações de algo que ali está escondido, esperando homens de fé para as trazerem à luz. Bill Britton as chama de "benditas pedras de tropeço", que fazem tropeçar apenas os céticos e incrédulos, mas abrem a porta para que os verdadeiros crentes recebam novas revelações. Quando Natanael, ao ouvir de Filipe: Achamos aquele de quem Moisés escreveu na lei, e a quem se referiram os profetas: Jesus, o Nazareno, filho de José (João 1.45), exclamou: De Nazaré pode sair alguma cousa boa? A essa altura, Jesus poderia ter esclarecido a perplexidade de Natanael, contando-lhe que embora ele fosse apelidado de Nazareno, por ter passado a infância em Nazaré, e de Galileu, por estar exercendo o Seu ministério na Galiléia, Ele na verdade havia nascido em Belém. Esta informação levaria Natanael a crer imediatamente, pois ele conhecia a profecia de Miquéias 5.2, que predizia que o Messias haveria de proceder de Belém. Todavia, Jesus não queria que a fé de Natanael se baseasse numa informação, mas numa revelação. Não queria que ela fosse intelectual, mas espiritual; não baseada na alma, porém no espírito. Por este motivo simplesmente disse: Antes de Filipe te chamar, eu te vi, quando estavas debaixo da figueira. (v. 48). Não nos é revelado o que ele estava fazendo debaixo da figueira, mas podemos conjecturar que ele estava buscando de Deus uma revelação acerca de quem era o Messias. Essa frase de Jesus foi para ele uma revelação tão grande, que ele não se conteve, exclamando: Mestre, tu és o Filho de Deus, tu és Rei de Israel! (v. 49).

Quantas vezes, quando interpelado, Jesus não respondeu exatamente aquilo que lhe fora perguntado, mas a sua resposta, pelo contrário, continha exatamente a essência daquilo que o seu interlocutor desejava saber, mas não ousava expressar. Assim aconteceu com Nicodemos, com o jovem rico, e com tantos outros.

O Espírito de Deus é sábio. Só a Bíblia é capaz de apresentar-nos a verdadeira interpretação das suas próprias palavras. A nossa interpretação sempre será limitada, e portanto falha, pois estará baseada na revelação limitada que temos dos mistérios de Deus. É por este motivo que precisamos estar abertos para a revelação da Palavra que o Senhor abrirá amanhã, e jamais devemos nos fechar para aquilo que Ele vier a revelar, com o risco de estacionarmos na revelação, e estagnarmos em nosso caminhar com Deus. Precisamos estar constantemente abertos para aquilo que Deus está revelando hoje em Sua Palavra. 0 maná de ontem vai cheirar mal e criar bichos (Êxodo 16.12-35). Só o maná de hoje é bom para ser consumido hoje. Comereis o velho da colheita anterior, e, para dar lugar ao novo, tirareis fora o velho (Levítico 26.10).

Jesus-disse: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também (João 5.17). Ele continua a Se revelar (Hebreus 1.1). A revelação de Deus é progressiva. Textos que você leu dezenas de vezes, de repente adquirem nova luz, novo significado tomam-se compreensíveis de maneira nova. Acendeu-se, por assim dizer, a revelação divina. Aquele texto foi iluminado pelo Espírito.

Outras vezes, alusões feitas de maneira despretensiosa, quase descuidada, contém revelações importantes. Quando encontrar no texto que estiver lendo uma informação que aparentemente não tem relação com o resto do assunto, arme as suas antenas: ali pode estar uma revelação importante.

Foi isto que aconteceu quando eu lia o Evangelho de Lucas. Antes de prosseguir, é bom mencionar que Lucas era médico, e portanto, pessoa acostumada a tratar de minúcias, homem que devido a sua própria profissão se acostumara a ser meticuloso, explícito, detalhista. Ele escreveu dois livros da Bíblia: o Evangelho que leva o seu nome, e os Atos dos Apóstolos. Para verificar essa sua qualidade de escritor minucioso, basta comparar os textos constantes do seu Evangelho, também citados pelos outros Evangelhos Sinópticos, a saber, Mateus e Marcos. Imediatamente se constata que as parábolas e os episódios citados por Lucas contém mais riquezas de detalhes, descrevem com maiores minúcias os fatos ocorridos e os personagens envolvidos e o ambiente em que aconteceram.

Pois bem: ao ler o primeiro capítulo do Evangelho de Lucas, cheguei ao versículo 5:

Nos dias de Herodes, rei da Judéia, houve um sacerdote chamado Zacarias, do turno de Abias. Sua mulher era das filhas de Arão, e se chamava Isabel. Anote esta expressão: DO TURNO DE ABIAS.

Você já conhece o resto da história: Isabel era estéril (v. 7), e já era idosa, sem esperança de procriar. Ora, a esterilidade, para a mulher judia, era uma espécie de estigma, de maldição; uma vergonha da qual ela fazia tudo para se livrar. Certamente porque cada mulher judia alimentava a esperança de dar à luz o Messias, todas elas queriam ter esse privilégio, e por isso nenhuma delas se conformava com a possibilidade de não ter essa oportunidade. Vários são os casos de mulheres estéreis na Bíblia, e o relato bíblico conta que esforços elas fizeram para gerar pelo menos um filho. Veja, por exemplo, o relato das vicissitudes por que passaram Sara, Rebeca, Raquel, Ana e tantas outras mulheres.

Voltando ao relato feito por Lucas em seu Evangelho, se continuarmos a leitura do capítulo primeiro, logo leremos, nos versículos 8 e 9:

Ora, acontecendo que, exercendo ele diante de Deus o sacerdócio na ordem do seu turno, coube-lhe por sorte, segundo o costume sacerdotal, entrar no santuário do Senhor para queimar incenso.

O Espírito Santo insiste: NA ORDEM DO SEU TURNO. Anote esta expressão.

E ali, conforme os versículos seguintes, Zacarias teve uma visão de um anjo, que lhe disse que ele teria um filho. Pelo fato de não ter crido, ele ficou mudo; essa mudez constituiu um sinal de que aquela visão realmente fora de Deus.

Lucas continua:

Sucedeu que, terminados os dias do seu ministério, voltou para casa. Passados esses dias (dias do seu ministério), Isabel, sua mulher, concebeu.

Se você, leitor, está seguindo cuidadosamente o nosso raciocínio, saiba que esta simples menção, ao "turno de Abias", feita de maneira casual, sub-reptícia, quase imperceptível, nos levará à tremenda revelação da data exata em que nasceu nosso Senhor Jesus Cristo! Portanto, atenção!

A conclusão a que chegamos até agora é a seguinte: João Batista, o profeta, o precursor de Jesus, foi concebido imediatamente após o período em que ocorria o "turno de Abias", quando Zacarias voltou para casa e para sua esposa, depois de ministrar no templo.

Lucas 1.26-38 relata que um anjo visitou Maria, e ela achou-se gravida pelo Espírito Santo (Mateus 1.18). No final daquela visita, o anjo lhe disse:

E Isabel, tua parenta, igualmente concebeu um filho na sua velhice, sendo este já osexto mês para aquela que diziam ser estéril. (Lucas 1.36; leia também o versículo 26).

Veja bem: agora chegamos à conclusão de que Jesus foi concebido seis meses depois de João Batista, ou seja, seis meses após o período ou "o turno de Abias".

Que é esse turno de Abias? Em que época do ano ocorre? Para o sabermos, precisamos voltar ao Antigo Testamento.

OS TURNOS DOS SACERDOTES

Uma das mais belas instituições do Antigo Testamento foi o tabernáculo de Davi. Quando a Arca da Aliança foi levada para Jerusalém, depois de ter sido capturada pelos filisteus (I Samuel 4; I Crônicas 15), Davi mandou fazer uma tenda ou tabernáculo especialmente para contê-la. I Crônicas 16.1 diz: Introduziram, pois, a arca de Deus, e a puseram no meio da tenda que lhe armara Davi. Anteriormente a Arca havia estado no Santo dos Santos, no tabernáculo de Moisés. Agora se diz que ela ficou "no meio" do tabernáculo de Davi. Em outras palavras, poderíamos dizer que o tabernáculo de Davi consistia tão somente de Santo dos Santos! Esse tabernáculo tornou-se tão importante, que ao passo que Deus diz no Salmo 78.67-69 ter rejeitado o tabernáculo de Moisés, o tabernáculo de Davi é mencionado como glorioso em Amós 9.11, mencionando-se ali especificamente uma promessa de que, depois de ter espalhado os filhos de Israel "entre todas as nações" (v. 9), ele será restaurado:

Naquele dia levantarei o tabernáculo caído de Davi, repararei as suas brechas; e, levantando-o das suas ruínas restaurá-lo-ei como fora nos dias da antigüidade.

Como foi esse tabernáculo nos dias da antiguidade? Surpreendentemente, descobrimos que só no tabernáculo de Davi a música e os cânticos oram usados para louvar e glorificar ao Deus de Israel. Por incrível que pareça, não existe nenhuma menção de música ou louvor no tabernáculo de Moisés, a não ser as duas trombetas de Números 10. Contudo no tabernáculo de Davi, como se menciona em I Crônicas 16, os levitas deviam ministrar diante da arca do Senhor, e . . . celebrar, louvar e exaltar o Senhor Deus de Israel, usando para isso vários instrumentos, inclusive alaúdes e harpas, címbalos e trombetas.

Aliás, de maneira bem específica, I Crônicas 16.7 diz:

Naquele dia foi que Davi encarregou pela primeira vez a Asafe e a seus irmãos de celebrarem com hinos o Senhor.

Tão importante tornou-se o ministério do louvor (Hebreus 13-15) no tabernáculo de Davi, que este decidiu organizar os sacerdotes em grupos diferentes: alguns para ministrarem como sacerdotes propriamente ditos, outros como cantores e finalmente outros como porteiros.

I Crônicas 24 apresenta a relação dos turnos em que foram organizados os sacerdotes para ministrarem na casa do Senhor. Eles começaram a ministrar no tabernáculo de Davi, posteriormente passaram a ministrar da mesma forma no templo de Salomão, e conforme verificamos em Lucas 1.5 e seguintes, esses turnos de sacerdotes continuaram a ser obedecidos na ordem devida até a destruição do templo de Jerusalém por Herodes, incendiado no ano 70 A.D.

Abra a sua Bíblia em I Crônicas 24. É fácil verificar que nos versículos 7 a 18encontra-se uma relação de vinte e quatro turnos de sacerdotes, distribuídos entre as vinte e quatro famílias de sacerdotes descendentes de Arão (a família sacerdotal por eleição). Esses vinte e quatro turnos ou turmas se sucediam ministrando na casa do Senhor. É também fácil concluir que essa escala devia ser cumprida no decorrer do ano religioso ou litúrgico dos judeus. Assim sendo, obviamente cada turno de sacerdotes oficiaria durante quinze dias. É importante lermos os versículos 7 a 10:

Saiu a primeira sorte a Jeoiaribe, a segunda a Jedaias, a terceira a Harim, a quarta a Seorim, a quinta a Malquias, a sexta a Miamim, a sétima a Coz, a oitava a Abias.

Anote: o turno de Abias era o oitavo.

E quando começava a funcionar o primeiro turno? Esta interrogação é importante, pois como o leitor já deve ter desconfiado, da sua resposta vai depender a localização exata da época do nascimento de Jesus!

É importante notarmos a esta altura que estamos tratando com um Deus sábio e lógico, autor da matemática celeste e das ciências exatas, que determinou a órbita dos astros e dos elétrons com exatidão inimitável, e que não faz nada por acaso ou coincidência, nem é tomado de surpresa pelo desenrolar dos acontecimentos, pois é Onisciente.

Pois bem, se tivermos este conceito a respeito do Deus a quem adoramos, Iavé dos exércitos, El-Shaddai (Todo-poderoso), não podemos chegar a conclusão diferente desta: o primeiro turno de sacerdotes começava a servir na casa do Senhor no início do primeiro mês do ano religioso ou litúrgico dos judeus. Em Êxodo 12.1,2 encontramos a determinação desse início:

Disse o Senhor a Moisés e a Arão na terra do Egito: este mês vos será o principal dos meses; será o primeiro mês do ano. Leia também Êxodo 13.4 e Deuteronômio 16.1

No mês primeiro, aos catorze do mês, no crepúsculo da tarde, é a páscoa do Senhor(Levítico 23:5).

É fato bem sabido que a Páscoa é uma festa móvel, que cai em março ou abril. Ela é uma festa móvel exatamente porque a sua data não é marcada segundo o nosso calendário, mas segundo o calendário judaico, que se baseia no ano lunar, e não no ano solar, como o calendário gregoriano, que usamos. A conclusão a que chegamos é de que o primeiro mês do calendário religioso judaico (o mês de abibe - Êxodo 23.15) coincide mais ou menos com o nosso mês de março.

As pessoas que estão familiarizadas com os costumes modernos dos israelitas ficarão surpresas com esta constatação bíblica, pois na verdade os judeus dos nossos dias, em todo o mundo, comemoram o Ano Novo na data da Festa das Trombetas, isto é, em setembro ou outubro. Esta discrepância com a determinação bíblica se deve ao fato de que os israelitas, no decorrer dos séculos, por razões que não vêm ao caso neste estudo, mudaram o início do ano civil para o meio exato do ano religioso - a data da Festa das Trombetas, e por isto existem dois inícios do ano judaico: o secular começa na Festa das Trombetas, no primeiro dia do sétimo mês do ano religioso (Levítico 23.23-25), e o religioso começa catorze dias antes da Páscoa. Contudo, para nós, as modificações feitas pelos homens nada nos interessam. Interessa-nos a Palavra do Senhor, que é viva e imutável: Este mês (o mês de abibe, - o da Páscoa)... será o primeiro mês do ano (Êxodo 12.1,2).

... A palavra de nosso Deus permanece eternamente. Isaías 40.8.

Vejamos agora, portanto, quando ministravam os diversos turnos de sacerdotes no tabernáculo de Davi, e posteriormente no templo de Salomão, e finalmente, na época de Zacarias, no templo de Herodes.

Ora, como já vimos anteriormente, João Batista foi gerado logo depois do período em que os sacerdotes do turno de Abias serviam no templo, isto é, no fim de junho ou começo de julho, em nosso calendário. Jesus, nosso Senhor, foi gerado pelo Espírito Santo seis meses depois, isto é, no fim de dezembro ou começo de janeiro. Contando-se os nove meses normais de gestação, segundo estes cálculos cronológicos, Maria veio a dar nosso Senhor à luz no fim de setembro ou começo de outubro do ano seguinte.

Calculando-se segundo o calendário judaico, João Batista foi gerado logo que Zacarias voltou para casa, depois de ter servido no templo de Herodes durante o turno de Abias, que servia na segunda metade do quarto mês, pois era o oitavo turno. Portanto, no começo do quinto mês. Quando Isabel sua mãe estava no sexto mês de gestação, o anjo do Senhor apareceu e Maria e lhe disse que aquela, apesar de idosa, estava grávida, e que aquele era o sexto mês da sua gravidez. Portanto, Jesus foi gerado durante o décimo mês judaico. Se acrescentarmos a esses dados os nove meses de uma gestação normal, chegaremos à conclusão de que Jesus veio a nascer no sétimo mês do calendário judaico - o mês de Etanim (I Reis 8.2) ou Tisri.

Tabela Cronológica Para Determinar a Época em Que Jesus Nasceu

Março / Abril

Ano Religioso Ano Civil Mês Hebraico Correlativo Ocidental
(2ª quinzena a 1ª quinzena)
TURNOS Datas Especiais
1  7 Nisã ou Abibe  Março / Abril  

Jeoiaribe - Jedaías

14 - Páscoa
15 a 21 - Pães Asmos
22 - Primícias
2 Zio ou Zive   Abril / Maio  Harim - Seorim  
3 Sibã ou Sivã  Maio / Junho   Malquias-Miamim 6 - Pentecostes 
(50 dias depois da Páscoa)
4 10  Tamuz  Junho / Julho

Coz - ABIAS
(João Batista foi Geraldo)

 
5 11  Abe  Julho / Agosto  Uva, Figos e Olivas  9 - Distribuição do Templo 
6 12  Elul   Agosto / Setembro  Vindima  
7 Tisri ou Etanim  Setembro / Outubro  Aradura  1 - Ano Novo e Trombetas 
10 - Expiação
15 a 21 - Tabernáculos
8 Bul ou Marchesvã   Outubro / Novembro Semeadura   
9  Casleu ou Chisleu Novembro / Dezembro    25 – Dedicação 
10 Tabete  Dezembro / Janeiro  Estação da Chuvas, Primavera
(Jesus foi gerado
 
11 Sabate ou Sebate  Janeiro / Fevereiro   Figos do Inverno  
12 Adar  Fevereiro / Março  Cardar linho, Florada das Amêndoas   
      Mês intercalado     

 

O sétimo mês judaico (que cai entre o fim de setembro e o fim de outubro, em nosso calendário) era marcado pela soleníssima Festa dos Tabernáculos, da qual falaremos mais adiante.

A conclusão surpreendente a que chegamos é de que Jesus não nasceu nem poderia ter nascido em dezembro, nem poderia usar para nascer uma data de festividade pagã, como a Saturnália romana ou o natalis invicti solis, mas usou uma festa judaica, a Festa dos Tabernáculos, como ocasião para vir ao mundo.

O que é a Festa dos Tabernáculos? Qual é o seu significado para nós? Clique no Link Abaixo.... 

JESUS NASCEU DURANTE A FESTA DOS TABERNÁCULOS
(Click no LINK para saber mais sobre a Festa dos Tabernáculos).

Extraído do Livro: Quando Jesus Nasceu?

Por: Adiel Almeida de Oliveira.
Pedido de Exemplares:  grafica@reinonet.com.br

 

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