EQUIPE APOSTÓLICA

Sala de Conferência (Equipe Apostólica)

 

Pauta para a conferência dos fundamentais as 21:30 horas do dia 

 

Alinhamentos para a Ordem Divina

Palavra ministrada por:     John Robert Stevens

 

Não há nada mais precioso do que a Ordem Divina que Deus está restaurando. Mais cedo ou mais tarde, todo movimento atinge algum tipo de beco sem saída, porque ao abordar o problema da ordem, eles acomodam-se em um estilo denominacional de democracia, onde a voz da maioria é a voz de Deus, numa hierarquia ou num senso distorcido de sucessão apostólica (que lançou as bases antipapas e anticristos em um período da história Católica). Todas estas coisas tornaram-se um problema, porque mais cedo ou mais tarde no abalo que Deus traz a cada movimento, alguém coloca a mão na arca, alguém tenta sustentar a coisa e criar uma ordem, mas só consegue criar caos.

Uma definição de Babilônia é: Babilônia é o que Deus tem feito até o momento atual, mas que agora rejeita o que Ele está fazendo. Eles podem ter aceitado o que Ele fez ontem, mas hoje isso pode tornar-se a fonte de confusão. Em cada caso, ela começa a criar algum tipo de ordem e transforma-se em um movimento ou instituição, quando Deus queria que fosse algo flexível que pudesse continuar a crescer e a mover-se em revelação.

Nenhum de nós neste Caminhar pode evitar o fato de que ele será sacudido e peneirado de tempos em tempos. Nós seremos sacudidos e isto está na ordem divina das coisas. A pureza deste Caminhar dependerá de Deus constantemente atear-nos fogo e nos prender à ordem divina que Ele nos dá. Se não seguirmos este padrão, sempre que tivermos medo que os irmãos estejam prontos a dispersar-se, nós imediatamente faremos como o rei Saul fez no Antigo Testamento. Ele disse: “O povo todo estava me abandonando, por isso forcei as coisas” (1 Samuel 13:12), e assumiu a função de sacerdote quando na verdade Deus o tinha feito rei. Então Deus tirou-lhe até o reinado; dessa época em diante ele não foi mais nada.

Precisamos aceitar a Ordem Divina, o chamado de Deus e até mesmo as peneiradas neste dia. Deus está insistindo que este seja o mover de um remanescente, em vez de ser como a maioria dos movimentos que crescem rapidamente. O fato em si de sermos um remanescente será a nossa proteção. Os números nunca irão diluir a pureza da visão que Deus dá. Os testes de Deus irão sempre limitar os números a um remanescente com uma visão e um entendimento puro da Ordem Divina que está para surgir. Esta é a meditação que o Espírito trouxe ao meu coração.

Você tem visto ultimamente que Deus, mais do que nunca tem falado ao seu coração, sobre a natureza da verdadeira submissão? Por que isto? Porque Ele está pronto a liberar a maior manifestação de autoridade que já vimos no Corpo de Cristo em qualquer outra época, seja na época apostólica ou na atual. A autoridade que precisa ser liberada na Equipe Apostólica  neste momento exige preparação, porque ela será um ministério duplo. Não será apenas o ministério que sairá na graça de Deus, mas o ministério que desencadeará julgamentos mundiais que virão e serão a característica desta conjuntura de eras. Sabemos disto porque as profecias assim têm indicado.

Nenhuma destas coisas virá sem um instrumental divino. A mão de Deus sempre escolhe instrumento pelos quais Ele manifesta alguma coisa. Este remanescente é não apenas o instrumento de graça e restauração, como também de julgamento. Por isto ele precisa ser profundamente perceptivo. É por esta razão que a escola de profetas é tão essencial. Nós não devemos nos mover em autoridade antes de termos nos movido em maior revelação. Deus fica trazendo este ponto de submissão e revelação a nossos corações por apenas uma razão: A libertação de autoridade será tão tremenda que precisa estar dentro da ordem que Deus revelou. De outra forma poderíamos ser autodestrutivos. Se o caminhar sair fora de ordem, é isto que deverá acontecer. Se chegarmos algum dia ao ponto de estarmos claramente fora da Ordem Divina, pode virar as costas para mim, mas veja se consegue me alcançar porque já estarei longe também.

Deus está falando a todos nós sobre esta submissão. Não é fácil chegar-se até ela, mas Deus está realizando-a. Vamos olhar nas Escrituras todo o processo de revelação, autoridade, submissão e confirmação:

“Indo Jesus para as bandas da Cesaréia de Filipe, perguntou a seus discípulos: Quem diz o povo ser o filho do homem? E eles responderam: Uns dizem: João Batista; outros: Elias; e outros: Jeremias ou algum dos profetas. Mas vós, continuou ele, quem dizeis que eu sou? Respondendo Simão Pedro, disse: Tu és o Cristo, o filho do Deus vivo. Então Jesus lhe afirmou: Bem aventurado és, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue que to revelaram, mas meu Pai que está nos céus: Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta rocha edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Dar-te-ei as chaves do reino dos céus; o que ligares na terra, terá sido ligado nos céus; e o que desligares na terra, terá sido desligado nos céus.” Mateus 16:13-19.

Repare no tempo: terá sido desligado, terá sido ligado. Por quê? A autoridade é exercitada na direção da revelação do que Deus já está pretendendo fazer ou do que Ele já providenciou. A autoridade não sai por iniciativa própria; é uma autoridade dirigida.

Então advertiu os discípulos de que a ninguém dissessem ser Ele o Cristo.” Mateus 16:20. Este é um capítulo muito maravilhoso porque mostra que a revelação precisa preceder a autoridade. A ministração neste Caminhar desde o início teve em si algo que poderia facilmente torná-lo um outro movimentozinho inconsequente sem nunca fazer a perfeita vontade do Senhor. 

Bem aventurado és, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue que to revelaram, mas meu Pai que está nos céus.” Mateus 16:17. Jesus tinha perguntado: “Quem os homens dizem que Eu sou?” e Pedro respondeu por revelação. Nós não devemos ter pressa de ministrar as pessoas que não estejam no Caminhar, coisas que elas deveriam receber por revelação. Precisa ter certeza de que não somos culpados de lhes dar um catecismo. Se pudéssemos estabelecer um padrão de ministério, seria : quando puderem ser convencidas a entrar neste Caminhar, elas também poderão ser convencidas a sair. Se elas entrarem nele porque foi uma revelação do Pai, as portas do inferno não prevalecerão contra ela (Mateus 16:18). Foi uma promessa: “Não foi carne e sangue que to revelaram, mas meu Pai que está nos céus. Tu és Pedro, Cefas uma pedra. Sobre esta rocha edificarei a minha igreja.” Isto foi tão torcido. Não é a rocha de Pedro. Pedro provou isso repetidamente. Ele era uma pedra, uma pedra que podia ser apanhada e atirada. Jesus falava de uma rocha, a rocha da revelação do Pai ao coração de Pedro sobre a qual a Igreja está construída de forma que as portas do inferno não prevalecerão contra ela.

Este Caminhar precisa ser edificado sobre revelação. Todos que entram nele precisam ter revelação. Preocupe-se em ministrar ao povo, não as técnicas básicas deste Caminhar, mas sim que o Espírito de Deus começa a revelar-lhes. Eu preferiria ver as pessoas fazerem alguns erros e até fantasiarem um pouco, mas começarem a romper em revelação, do que vê-las entrar dizendo: “Meu vizinho me disse que isto é Ordem Divina, por isso estou vindo para me submeter.” Esta é uma submissão muito superficial e perigosa porque se insistirem nela, elas limitarão seu crescimento. Elas nunca irão crescer até que comecem a crescer em revelação.

Paulo orou: “Sejam iluminados os olhos do vosso coração, para saberdes qual é a esperança do seu chamamento.” Efésios 1:18a. Que coisa maravilhosa Ele tem! A oração do apóstolo no livro de Efésios, relaciona-se a abertura do entendimento da revelação do povo. Esta é a coisa básica pela qual um profeta deve interessar-se. Não devemos nos preocupar com os entediantes cultos de ministração aonde alguém vem dizendo: “Estou com uma dor.” Então ele está com dor. Nós podemos nos atolar tentando ajudar as pessoas quando seria uma boa coisa pedir-lhes: “Por que você não pergunta ao Senhor sobre isso? Descubra por si mesma o que é.”

Eu ainda tenho que valorizar muito um alinhamento sobre os sinais, embora eles sejam uma parte tão básica do Caminhar. De vez em quando eu falo em generalidades sobre os sinais de orientação e direção que nos vêm, os sinais específicos , como usá-los, mas acho que cabe a você descobrir do Senhor o que eles significam. Deus está lhe dando sinais; eu então lhe pergunto sobre eles. Tente você mesmo descobrir. Uma vez ou outra, quando alguém precisa de uma confirmação, eu digo: “Você está sentindo tal e tal sinal que significa isto.” Mas deixe que eles procurem o significado; deixe-os buscar a Deus nestas coisas.

Nós não podemos tirar a iniciativa do povo de buscar a vontade de Deus antes de tudo, diretamente do Senhor. Se eles a buscarem antes de tudo, do homem, o foco ficará demasiadamente no homem. Se eles a buscarem do Senhor em primeiro lugar, Ele se tornará o canal pelo qual as suas orações serão respondidas. Precisamos deixar isto claro diante do povo. Se o povo começa a focalizar em mim, eu oro a Deus que não seja culpa minha, mas bem que poderia ser culpa dos ministérios. O povo precisa ser ensinado a receber uma palavra e uma ministração. Os ministérios precisam aprender a recebê-las por si mesmos e então ensinar ao povo como também recebê-las.

Em Atos 13, os profetas e mestres reuniram-se em Antioquia... “Separai-me agora Barnabé e Saulo para a obra que eu os tenho chamado.” Atos 13:2. Barnabé e Saulo carregavam isto nos corações. Foi por uma visão ou por uma palavra? Eles tinham se consultado? Os ministérios estavam orando e ministrando ao Senhor (isto que é o importante: eles estavam ministrando ao Senhor), e então o Senhor tornou estes profetas e mestres os canais pelos quais as palavras vieram e as confirmações aconteceram. Isto é Ordem Divina, padrão divino. Com toda certeza isto eliminará o foco sobre o homem. Ninguém em Antioquia estava dizendo: “Não é extraordinário como todos estes diferentes homens tiveram uma palavra maravilhosa do Senhor?” Não está escrito que “jejuando e orando, impuseram as mãos sobre eles e o Espírito Santo os despediu?” (Atos 13:3). Deus foi glorificado. Foi o Espírito de Deus que os despediu. Todos os outros foram um canal.

Você acha que Barnabé e Saulo foram submissos? Sim, eles foram submissos. A questão de submissão é muito grande neste exato momento. Mas esta questão da Ordem Divina é que é a verdadeira questão. É a questão pela qual Deus está se movendo agora. Há uma Ordem Divina de coisas. Deus está dizendo: “Olhe aqui, reveja tudo novamente. Acerte o prumo de tudo: Deus está nisto?”

“Bem, Deus estava nisto; houve profecia a respeito.”

“É, mas será que está de acordo com a Ordem Divina; será que é o que Deus quer? Será que está obedecendo aos verdadeiros padrões do Reino?” À medida que Deus vai colocando o dedo em várias áreas, nós vamos eliminando-as. Eu estou eliminando coisas da minha própria vida. Que seja tirado tudo que não pertença ao Reino!

Qual deverá ser o resultado disto? O resultado deverá ser mais profetas, mais pessoas de verdadeira revelação. Elas não devem dirigir os empreendimentos que surgirem, mas é certo que elas devem ficar lá para que os irmãos venham e se submetam, dizendo: “Não, isto está errado,” então nós não iremos fazer aquilo daquela forma. Se disserem o que está certo, nós faremos. Qualquer coisa que se enquadre no reino, terá que se enquadrar na Sua justiça e no seu modo de fazer as coisas. Isto é o mínimo a que podemos nos submeter. Precisa haver revelação, submissão e autoridade. Precisa haver ordem completa. Se houver, nós caminharemos juntos nela. Será que estamos dispostos a submeter cada empreendimento, cada coisa que fazemos?

Eu preciso conhecer meu relacionamento com as três igrejas de Los Angeles, com demais igrejas e com as Escolas de Profetas. Eu sondei meu coração. Eu disse: “Senhor, vai ser necessário uma oração de verdade porque eu quero que se faça só a coisa certa.” É isso que eu tenho buscado ardentemente. Eu preciso buscar isto e receber uma palavra. Agora os irmãos estão recebendo confirmação quanto a uma certa direção. Eles tiveram uma confirmação do que eu deveria fazer: “Esta é a verdadeira questão”, disseram eles: “É por isto que sentimos o fardo. É isso que você deve ser.”

Eu vou ser dilacerado pela mesma coisa que vocês. Quando nós nos submetemos à Equipe Apostólica, não há ninguém que escape; nenhum de nós é lei para si mesmo. Nenhum de nós pode seguir sua própria orientação pessoal porque nós precisamos confiar no que Deus está levantando no Corpo, mesmo que seja acima da nossa própria revelação. Você pode dizer: “Eu não acredito nisso.” Você precisa acreditar, Paulo acreditava. O segundo capítulo de Gálatas diz como ele veio aos irmãos com a revelação. Ele diz: “Eu não o recebi, nem o aprendi de homem algum, mas depois de catorze anos eu vim e expus tudo diante daqueles que eram apóstolos antes, para de algum modo não correr em vão” (Gálatas 1:12 e 2:1, 2). Paulo submeteu: “Este é o evangelho que eu prego.” No segundo capítulo é apresentado tão claramente. Ele diz: “Nós recebemos a destra de comunhão e conhecíamos a vontade do Senhor. Eu seria o apóstolo da incircuncisão e Pedro e João os apóstolos da circuncisão. Eles vão seguir o caminho deles e fazer o que devem enquanto eu faço o que devo; nós reconhecemos os comissionamentos de uns sobre os outros. Eu me submeti  também a palavra que Deus me deu para eles, e deste ponto nós avançamos” (Gálatas 2:7, 8). Mesmo que você tenha uma revelação forte, é preciso submetê-la. Embora o ministério de Paulo fosse tão eficaz que ele trabalhava mais abundantemente do que todos, ele diz: “Todavia não eu, mas a graça de Deus comigo” (1 Coríntios 15:10). Ele era submisso aos outros ministérios de autoridade também.

Que o Senhor possa nos ajudar a compreender a natureza das coisas que Ele está nos ensinando. Estas não são apenas advertências, mas um alinhamento divino para que este Caminhar realize a vontade de Deus, se aderirmos cuidadosamente a ela. Nós a buscamos de todo nosso coração.

Eu sugiro que você ore sobre o que você já leu até agora. Consiga a fita desta mensagem. Será uma atitude sábia porque esta palavra vem em forma condensada. Leia as passagens referidas e comece a orar até que o Senhor as torne uma revelação ao seu coração. Quando for uma revelação ao seu coração, você não dirá: “Nós recebemos uma instrução importante; o que é muito bom; agora nós sabemos como isto vai ser uma revelação para você, até você sentir o espírito da palavra. Você ficará surpreso de ver a diferença entre o entendimento que vem à cabeça e a revelação que vem ao coração. Você pode entendê-lo com a mente e assim haver tanta diferença no modo de aplicá-lo que se perde a perfeita vontade do Senhor. Quando se toma uma verdade que foi avivada ao coração e se ora sobre ela até tornar-se uma revelação, aí sim é que você obedece com honestidade e correção. Muitas vezes você pode ouvir o ensinamento e tentar segui-lo e ver que não funciona. Mas quando você ora e busca ao Senhor, ele se torna uma revelação e você pode andar nela. Jesus ensinou que as chaves do Reino virão porque as pessoas têm esta revelação básica vinda do Pai, a revelação do Senhor Jesus.

Eu gostaria de apontar um outro verdadeiro perigo na ministração.

Eu já ressaltei o perigo das pessoas trazerem seus problemas sem qualquer revelação pessoal. Consequentemente o seu estado infantil é conservado e elas não crescem. Vamos um pouco mais além: Mesmo quando as pessoas buscarem ao Senhor, os ministérios de autoridade podem impedir e abafar o crescimento delas. Digamos que toda a preparação foi cuidadosamente seguida: um jovem buscou e orou ao Senhor, ele sente alguma coisa e a submete. Há confirmação e direção. Mesmo assim ele pode perder a vontade de Deus. Ele pode perder a vontade de Deus a não ser que os ministérios de autoridade comecem a ministrar em relação ao que realmente deverá acontecer na vida dele. Ele deve ter uma revelação do Senhor sobre a sua vida. Ele deve entrar no fluxo de Deus que revela a vontade do Senhor e estabelece seus passos. A primeira coisa é que ele precisa estar caminhando com o Senhor, ele precisa de uma revelação do Senhor. A mecânica é secundária, é o Senhor quem deve ser revelado e não os detalhes da vida. A não ser que seja uma verdadeira revelação do Senhor, a coisa se atola.

Nós poderíamos orar sobre todos que têm um chamado para ir a um país estrangeiro, dar um bom testemunho e mandá-los. Mas isto não significa que eles irão ser bem sucedidos. Eles irão ser bem sucedidos lá, somente quando o Senhor lhes for real, por isso é melhor os ajudarmos a romper agora. Eles vão estar seguindo ao Senhor. Nós não estamos tentando construir fortificações para que o povo possa ir e não desmoronar ou para que saiba o que fazer. Eles podem ser organizados, pode haver um bom grau de unidade, mas é mais do que isso. Precisa ser uma revelação do Senhor Jesus Cristo. As pessoas serão enviadas apenas quando o Senhor for suficiente para elas, quando puderem caminhar com Ele. As pessoas estarão prontas a ir quando tudo em seus corações estiver focalizado e concentrado no Senhor. Aí então, a mecânica de onde elas partiram torna-se secundária. Nós ainda podemos perder a vontade do Senhor no que se refere à ministração de pessoas, se nós não insistirmos num relacionamento delas com o Senhor.

O mesmo pode acontecer com o aconselhamento. Você poderia ministrar a um marido ou mulher sobre seus problemas, listando as preocupações de cada um. Depois poderia dizer a um deles: “Parece que o errado é você, foi você quem agiu pior.” Mas não é assim que se aconselha as pessoas. Você deve dizer: “Nenhum de vocês dois está servindo ao Senhor. Nenhum dos dois está caminhando com Deus. Espere aí, vamos acertar com Deus primeiro.” O aconselhamento sempre precisa colocar o foco no Senhor. De outra forma, você vai ficar tratando de probleminhas aqui ou ali, apagando fogo de palha e ministrando a pequenas opressões. Você pode estar livrando-os de toda dorzinha no pé e no fim ninguém anda na vontade de Deus.

Seja do tamanho que for seu ministério, ele pode atolar-se em coisas secundárias que em última análise realmente não importa. Mesmo que já estejam dentro do Reino, as pessoas olhariam para trás e diriam: “Esse foi um movimento inconsequente. Eles ficaram só rodando atrás de nada.” Mas puxa, se nós pudermos abraçar aquilo que devemos ser sob o Senhor, ser a Sua voz falando em um mundo que está pronto para o julgamento! Quer sentir um fardo por estas coisas? É para isto que fomos levantados. Não vamos nos esquecer disto.

O tamanho da Sua igreja não é o importante, mas sim se ela está fazendo a vontade de Deus ou se você está todo atolado em alguma outra coisa. O importante não é quantos dons você tem e sim o modo como você está buscando a Deus, o que você está fazendo com estas chaves do Reino, com esta capacidade de revelação para fazer a vontade do Senhor. É para isto que estamos aqui.

Satanás odeia esta palavra. Não teria nada que ele adoraria mais do que ver cada ministro ter uma estafa por estar ministrando a quinhentas pessoas por semana, ministrando até cair morto. Será que o Senhor se agradaria disto? Não, Ele não se agradaria, mas para o diabo seria a “glória.” Ele ficaria exultante porque todos os empenhos não iriam realmente importar; nenhuma daquelas pessoas aprenderiam a ouvir a voz de Deus. Nenhuma delas entrou de verdade na vontade do Senhor. O ministro tornou suas vidas um pouco mais confortável, ajudou-as em alguns problemas e elas tiveram uma medida de libertação. Mas será que a vontade de Deus chegou a ser realizada?

Que Deus purifique a nossa visão e a corrija. Estamos nisto para andar em Ordem Divina, estamos diretamente sob a liderança Dele. Assim sendo, nós voltaremos à revelação do Senhor na nossa submissão a ela. Paulo escreveu à igreja: “Digo a cada um de vós que não pense de si mesmo além do que convém, antes, pense com moderação segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um.” (Romanos 12:3). É algo que surge em nosso coração. Esta submissão será total; nós não podemos diminuir a sua importância. Mas ela só irá funcionar na Ordem Divina. Até a nossa submissão pode falhar. Se um ministério  não tem a voz de Deus e não tem confirmação dela, ele pode ir a um irmão e dizer: “Eu acho que você deve  conseguir um certo tipo de emprego ou fazer uma certa coisa.” O irmão responde: “Estou indo!” Ele é realmente submisso, mas ele está fazendo uma coisa secundária. O ministério pode dizer-lhe exatamente o que Deus quer que Ele faça, mas essa palavra só terá significado para ajudá-lo, se ele já tiver essa palavra queimando no coração. Aí então a palavra vem como uma força; a autoridade na revelação confirma no seu coração e o estabelece solidamente nesta expressão da perfeita vontade do Senhor. Isto não é evasivo, é diretivo; coloca as coisas diante de nós. O Espírito Santo nos prometeu as chaves do Reino: o que nós libertarmos e o que nós amarrarmos vai funcionar. O Espírito Santo foi dado para nos conduzir a toda verdade. Será que o Espírito Santo não está conosco para nos dar revelação onde não temos, para nos deter, como fez com Paulo nas viagens missionárias? Nós não temos tudo isto; nós temos tudo embutido. Vamos ser cuidadosos ao descobrir a direção do Senhor no Caminhar.

Quando eu estava na velha ordem, eu fazia qualquer coisa para descobrir a direção do Senhor. Passei por uma fase em que usava uma preciosa caixa de promessas e tentava selecionar uma palavra que caísse bem. Tenha cuidado ao usar as Escrituras dessa forma. Algumas pessoas abrem sua Bíblia procurando uma palavra. Um camarada, andando em confusão total, abriu a Bíblia e encontrou um versículo: “Judas foi e enforcou-se.” Ele abriu a Bíblia novamente e colocou o dedo em: “Ide e fazei o mesmo!” De quantas formas você já tentou descobrir a direção do Senhor? A preferida das pessoas é colocar uma lã ao relento, como Gideão. Isso nem sempre é seguro. “Senhor, eu gostaria de saber se essa garota é para mim. Eu vou colocar minha lã. Na próxima vez que eu a vir, eu vou piscar para ela e se ela piscar de volta, então eu vou saber que é do Senhor.” Isso não funciona. Na maioria das vezes esse negócio de lã é tapeação. As pessoas torcem a lã tirando toda a água, colocam numa secadora e dizem: “Está vendo, Senhor, está seca.” As pessoas na verdade não se guiam pela lã que colocam ao relento.

Os discípulos faziam uma coisa muita parecida no Novo Testamento. Eles diziam: “Vamos lançar sortes.” Eles lançaram as sortes e disseram: “ É Matias, nós ficamos com ele” (Atos 1:26). Ele era do Senhor, teve que haver testemunho de doze no dia de Pentecostes, mas nós precisamos chegar ao ponto de fazermos um pouquinho mais do que lançar sorte.

Na direção e orientação deste Caminhar, os ministérios não estão usando a preciosa caixinha de promessas, mas talvez o povo esteja usando os ministérios como se eles fossem uma caixinha de promessas: “Eu vou lá para que examinem isto.” Se eles não receberem a resposta que querem: “Eu vou colocar esta de volta. Vou falar com outro presbítero.” Ou então dizem: “Não recebi a resposta certa. Esses presbíteros todos estão contra mim. Vou para outra igreja.” Algumas pessoas ficam rodando atrás de ministração, tentando encontrar uma palavra melhor. Isto é pior do que na velha ordem.

Precisa haver uma abertura dos nossos espíritos à revelação. Nós precisamos buscá-la. Na visão que o Senhor me deu dos dias futuros, eu vi que a comunidade profética, guiada pelo Espírito do Senhor, era a chave para a sobrevivência do povo. Nós precisamos entrar na Escola de Profetas tão logo o Senhor abrir a porta. A segunda fase da visão era o grande amor que o Corpo tinha uns pelos outros e a disposição para cuidar uns dos outros.

Eu sei que eu preciso guiá-los e ministrar a eles. Os problemas diários não importam. Estou interessado que vocês encarem estes dias com uma crescente consciência do Senhor, uma crescente consciência da Sua direção e orientação. Haverá muitas vezes quando vocês não poderão ir a uma reunião de ministração ou revelação e nesses dias vocês vão precisar conhecer a voz do Senhor, vão precisar conhecer a Ordem Divina. Vocês não vão ser tantas unidadezinhas independentes. Vocês serão um grande Corpo, fazendo a vontade de Deus juntos, profetizando a palavra do Senhor porque todos vocês falam a mesma coisa. Vocês serão completamente submissos ao Senhor Jesus Cristo.

É na nossa submissão ao Senhor que nós realmente encontramos nossa submissão aos ministérios de autoridade sobre nós. Isto é o que engrandece ao Senhor, exatamente como Ele deve ser engrandecido.

Vamos penetrar mais neste tópico da AUTORIDADE. Será que nós cremos que está vindo uma autoridade que pode realmente libertar a criação da futilidade? Será ela uma autoridade tão grande que nós veremos as nações derrubadas da noite para o dia em julgamento? Coisas no sistema, grandes corporações e partidos políticos serão confundidos à medida que o Senhor trouxer-lhes um fim. Uma coisa assim poderia ser desastrosa a não ser que seja realmente guiado pelo Espírito do Senhor. Nós falamos sobre a volta dos julgamentos, mas precisa haver submissão antes de podermos entrar em julgamento. A submissão ao Senhor precisa vir primeiro; a medida que formos totalmente submissos ao Senhor e seguirmos esta Ordem Divina, o Senhor poderá confiar em nós para que o julgamento possa fluir através de nós. Se essa submissão não acontecesse haveria vingança, coisa que faríamos por iniciativa própria e que resultaria em confusão. O julgamento não funcionaria; haveria libertação de forças espirituais que causariam uma quantidade infinita de confusão. Nós não queremos isto.

Aqui segue um número de passos que se aplicam a todos no Caminhar.

O primeiro é a busca e a submissão que precisa haver em nossos corações. Nós poderíamos usar muitas ilustrações. Quando membros do Corpo buscam ministração pessoal a nível individual, eles precisam de um elemento de submissão, mas não apenas para a ministração individual. Já que eles estão buscando uma palavra do Senhor, precisa haver neles uma submissão para fazer o que o Senhor disser. Eles não poderiam buscar uma palavra para confirmar o que eles querem fazer, senão toda ministração já estaria frustrada desde aí.

Eu luto a minha batalha antes sequer de ouvir uma palavra do Senhor. Aí então não fará diferença que direção o Senhor orientar; eu estarei totalmente submisso e disposto a fazer tudo o que Ele disser. Isto é uma preparação para a ministração que vem. É aí que deveria travar-se a batalha em cada pessoa. Esta deveria ser a primeira coisa a aprendermos no Reino.  Nós chegamos buscando a vontade do Senhor e procurando ser submissos a tudo o que Ele disser.

O segundo passo é recebermos a revelação a nível individual. Nós buscamos e começamos a sentir o testemunho de uma palavra diretamente ao nosso coração.

O terceiro passo seria o comissionamento e a revelação exclusiva que vêm a uma pessoa. Deixe-me dar uma ilustração pessoal. Eu fui chamado a pregar, mas antes comecei a buscar a vontade do Senhor e a me submeter para ter disposição para pregar. Então me veio uma revelação ao coração e depois o comissionamento: “Eu o estabeleci para pregar a Minha Palavra.” Foi uma revelação pessoal exclusiva. Esta é a melhor forma.

O quarto é o comissionamento que vem a nível de Corpo.

O quinto.  Junto com esse passo vem uma dedicação que Deus opera em você para cumpri-lo, é mais do que uma disposição, torna-se uma dedicação. Eu estou tentando expressar a diferença entre submissão e dedicação. Dedicação é uma ordem de submissão muito superior. Estar dedicado é estar submisso e totalmente motivado a fazer a vontade do Senhor. A submissão pode ser passiva: “Irmão, lutei com isso e finalmente consegui ser submisso,” isto não é o bastante. Esta unidade não é uma questão de dizer: “Eu sou submisso, eu vou ter unidade com o meu irmão.” Não. Vá além da submissão da unidade, torne-se dedicado à unidade. “Nós vamos ser um! É uma dedicação no meu coração! Nós amamos um ao outro. Eu sou dedicado a este amor. Sou mais do que submisso a ele.” Esta é uma ordem superior de submissão que penetra em toda sua dedicação.

É desta forma que uma palavra deve vir. Ela começa à medida que você se dispõe a recebê-la; você segue os vários passos de confirmação e depois entra na dedicação para fazer a vontade do Senhor. Quando você tiver atingido este ponto em particular, exceto em problemas de maior importância ou mudanças que exijam o processo quase todo novo, você penetrará na iniciativa individual de fazê-lo. Eu não espero no Senhor toda manhã, passando por esse processo: “Senhor, estou disposto a ser um apóstolo hoje e vou me submeter. Senhor, conceda que alguém me telefone me confirmando o que devo ser. Aí receberei confirmação do Corpo e orarei sobre o assunto. Senhor, torna-me dedicado, me ajude a entrar na dedicação para isso hoje.” Eu estaria perdendo tempo fazendo a mesma coisa todo dia. Eu já cheguei à posição de dedicação; agora eu entro na iniciativa individual que é sustentada por uma dedicação completa para agir. Eu começo e eu faço; dia após dia eu trabalho, eu avanço com persistência porque é uma palavra confirmada do Senhor.

Se nós tomarmos a iniciativa individual, seremos um número de indivíduos fazendo cada um o que bem entende, com uma ambição sempre presente. Mas se tudo for confirmado, nós entraremos não apenas nisso com uma dedicação e iniciativa individual, como também teremos a fé por nossos irmãos que estão na mesma posição. Se sabemos que um irmão está dentro da vontade do Senhor, a não ser que haja mudanças nos alinhamentos que o Senhor deu, ou maiores alterações que Ele tenha que fazer na sua vida, que exijam que haja novamente uma palavra e confirmação, deixe que ele avance na sua própria iniciativa. Se ele sair fora de ordem, cremos que o Senhor trará alguém para repreendê-lo.

Depois nós passamos por outro processo. Deus faz com que nós, de vez em quando saiamos medindo tudo - nós mesmos e tudo o mais passa por isso. Mas precisa haver a iniciativa.

Quando um irmão é comissionado para um ministério e ele começa a se mover com uma iniciativa individual, todo o Corpo precisa aceitá-lo e crer. Não deve haver uma suspeita constante; precisamos chegar à posição de verdadeira fé. Nós não precisamos ter que parar e analisar um irmão a toda hora, para ver o que há de certo ou errado com ele. Nós só oramos e o abençoamos porque temos confiança que até Deus dizer alguma coisa diferente, ele estará se movendo na vontade do Senhor. Ele estará onde Deus o quer. Nós permaneceremos orando para que isso se evidencie no Senhor.

Estes passos precisam ser vistos. Você pode chegar bem a este último passo da iniciativa e frustrar-se; sua vida será ineficaz se você não tomar a iniciativa de avançar. Você está esperando por este passo? Compare-o com seu o próprio ministério, a posição onde o Senhor o colocou. Alguns dos jovens pastores agem exatamente como foi estabelecido pela Ordem Divina. Eles buscam os comissionamentos e os alinhamentos para as coisas mais importantes, mas quando sentem testemunho de alguém, eles prosseguem com essa confiança linda e calma e dizem: “Eu estou na vontade do Senhor.” Você precisa ter confiança. Ou você vai ter autoconfiança ou você vai ter confiança no fato de Deus tê-lo colocado onde você está e o comissionado para fazer o que você está fazendo. É aí que entra a iniciativa individual.

Se você tem seguido todos estes passos e aberto seu coração para realmente obter a palavra do Senhor, então continue a todo vapor. Quando o Senhor der o alinhamento, não fique sentado preocupando-se com as coisas, avance. “Eu sei que estou aqui na vontade do Senhor e fazendo o melhor que posso para fazer a vontade de Deus. Estou buscando a Deus, estou crendo em Deus.” A iniciativa é sua. Há uma iniciativa de fé quando Deus dá um comissionamento a um homem e ele crê. Veja Gideão: Gideão esperou diante do Senhor; se infiltrou no meio dos midianitas e viu a visão que eles estavam tendo. Ele testou com as lãs para saber qual a vontade do Senhor. Ele atentou a tudo o que Deus lhe disse para fazer. Deus disse: “Reduza o seu exército, há gente demais.” De trinta e dois mil, vinte e dois mil foram para casa.“ Ainda há gente demais. Peneire de novo; reduza para trezentos”. Mas Gideão não foi abalado porque ele tinha a iniciativa baseada em saber que ele estava fazendo a vontade de Deus. Ela foi confirmada ao seu coração. Ele creu e foi em frente. Tudo estava  confirmado no seu coração, por isso ele pisou firme.

Às vezes o Senhor nos detém. Se estivermos fazendo a Sua vontade, nós iremos receber fielmente os controles do Senhor. Quando Deus disse a Paulo que fosse na segunda viagem missionária, Paulo começou a vagar, ele queria subir para as montanhas da Bitínia, mas o Espírito o impediu de ir lá. Paulo terminou lá embaixo no portão orando: “Daqui, aonde nós vamos?” Então ele teve a visão: “Passa à Macedônia e ajuda-nos” (Atos 16:9). 

Se você estiver obedecendo a vontade do Senhor e tomar a iniciativa de dar o passo que Ele lhe disse, vá o mais longe que puder e confie que Ele o guiará no resto do caminho. Você não precisa temer se Ele te revelar somente duas ou três pedras no meio da água, pise nelas e vá em frente, Ele iluminará a pedra seguinte e dentro em pouco você terá atravessado o riacho. É assim que Deus nos guia. Você precisa ter  fé e iniciativa, então a submissão à Sua  vontade faz com que   entre no papel agressivo da sua obediência. Você faz a vontade dEle de todo o seu coração, de toda a sua alma e de toda a sua mente.

Nesse meio tempo não significa que nós sejamos uma lei para nós mesmos. Nós ainda tomamos conselho; nós ainda conferimos com os irmãos que foram ordenados para fazer a mesma coisa que nós. Há o perigo de um pastor deixar de manter seus presbíteros informados do que está sendo feito. Se eles vão ministrar a estratégia ou plano, tudo deve ser cuidadosamente buscado no Senhor e confirmado para eles. Na medida em que planejam o futuro e o ministério da igreja, os presbíteros devem ser reunidos para buscar juntos a vontade do Senhor. Isto é parte do processo. Se você for ordenado para ser um pastor, não pense que você vai tomar tudo nas suas mãos e fazer tudo por conta própria, da mesma forma como eu também não faço nada por conta própria.

Nós funcionamos juntos, nós andamos como um Corpo. Mas nós tomamos essa iniciativa de agir sem ter que ficar constantemente analisando e reavaliando nossa posição com dúvida ou descrença; nós entramos com toda fé. A submissão torna-se progressivamente a expressão da fé ativa. A medida que somos submissos e as coisas são confirmadas, nós avançamos cada vez mais nela. Pouco tempo depois estamos andando em fé agressiva porque cremos no que Deus nos chamou para fazer.

Este passo referente a confirmação da revelação parece mais fácil do que iniciar a revelação.

Não, é um pouco mais difícil. Suponhamos que um irmão tenha orado sobre um problema dele e acha que toda resposta lhe foi revelada. Ele vem e diz aos ministérios: “Eu vim para receber confirmação. Vocês me digam qual é o problema e depois me deem a palavra.” Não há nada que vá fazer os presbíteros crescerem mais! Vez após vez eles terão que sair e clamar diante do Senhor: “Senhor, um homem veio buscando confirmação e eu não a tive. O Senhor não me revelou.” Como o velho profeta, eles estão dizendo: “O Senhor me encobriu esta coisa.” Confirmar revelação não é um nível fácil; é uma ordem bem mais elevada. Imagine os presbíteros perguntando a alguém que veio buscar ajuda: “Qual é o seu problema?” “Eu prefiro não dizer. Estou confiando que o Senhor irá lhes mostrar o que Ele me mostrou!”.

Desta forma, todos os presbíteros e ministérios irão ficar em dia com a vida de oração. Esta é uma atitude mais madura por parte do povo e certamente é a melhor forma dos presbíteros e ministérios chegarem a ser os homens de Deus que se espera que sejam.

 

 

 

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 ESCALA INTERCESSÃO FUNDAMENTAIS

 

Ministério

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Wladimir

Henrique

Celso

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Josias

Lino

Lino

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